Marco Lívio Druso (cônsul em 112 a.C.): diferenças entre revisões

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As propostas de Druso não chegaram a ser [[promulgação|promulgadas]], pois eram apenas uma cortina de fumaça, mas o plano funcionou perfeitamente, atrapalhando a aprovação e reduzindo o apoio a Caio Graco, que acabou não sendo reeleito novamente. Em seu lugar, Druso foi eleito em 122 a.C..
 
== Cônsul (122112 a.C.) ==
Nada mais se sabe sobre Druso até 112 a.C., quando ele foi eleito cônsul juntamente com [[Lúcio Calpúrnio Pisão Cesonino (cônsul em 112 a.C.)|Lúcio Calpúrnio Pisão Cesonino]]. É bastante provável que ele tenha passado pelas demais [[magistratura romana|magistraturas]] do ''[[cursus honorum]]'' &mdash; como [[edil]] e [[pretor]] &mdash; neste ínterim. Pode ser ainda que ele seja o [[pretor urbano]] mencionado em ''"Ad Heren."'', de Cícero, e o pretor "Druso", cuja astúcia jurídica Cícero registrou em sua carta a Ático<ref>[[Cícero]], ''Vetus illud Drusi praetoris, & c. vii 2</ref>. Em seu mandato, Druso obteve a [[Macedônia romana|Macedônia]] como província consular e imediatamente assumiu a guerra contra os [[escordiscos]]. Teve tanto êxito em suas operações que não somente conseguiu rechaçar as invasões inimigas ao território romano, como cruzou o [[Danúbio]] e invadiu o território deles<ref>[[Floro]], ''Epítome'', 3, 4.</ref>. Em seu regresso, foi recebido com honras, principalmente por que, pouco antes, os escordiscos haviam derrotado [[Caio Pórcio Catão]]<ref>[[Dião Cássio]], ''Historia Romana'', ''Frag.'' 93.</ref>.
 
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