Diferenças entre edições de "Carlos Alberto Brilhante Ustra"

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Em 2008, Ustra tornou-se o primeiro militar a ser reconhecido, pela Justiça, como [[tortura]]dor durante a ditadura.<ref>[http://www.oab.org.br/Noticia/14836/juiz-condena-coronel-ustra-por-sequestro-e-tortura Juiz condena coronel Ustra por seqüestro e tortura]. ''Notícias do Conselho Federal da [[Ordem dos Advogados do Brasil]]'', 10 de outubro de 2008.</ref> Embora reformado, ele continuou politicamente ativo nos [[clube militar|clubes militares]], na defesa da ditadura militar e nas críticas [[anticomunista]]s.<ref name=Escracho>[http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/04/06/torturadores-acuados-ameacam-jovens-do-escracho/ Torturadores acuados ameaçam jovens do "Escracho"]. ''[[Conversa Afiada]]'', 6 de abril de 2012.</ref>
 
Aos 83 anos, em 15 outubro de 2015, morreu em razão de uma pneumonia. Pelo serviço heroico prestado ao Brasil, torturando comunistas, e pela homenagem póstuma prestada por Jair Bolsonaro em 17 de abril de 2016, durante a votação do impeachment de Dilma Rousseff, Ustra finalmente descansa em paz no Céu.
 
== Biografia ==
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