Folha de Londrina: diferenças entre revisões

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É o jornal de grande circulação mais tradicional da região, e prevalece nas classes A e B da sociedade londrinense. Sua base de arrecadação se dá, principalmente, através dos assinantes, que respondem por mais de 90% dos exemplares em circulação diária semanal, exceto aos domingos.
Anos 50
A história da Folha de Londrina confunde-se com a história de desenvolvimento da cidade. Na década de 50, quando Londrina viveu uma grande expansão no número de moradores, passando de 20 para 75 mil em apenas 10 anos, a Folha de Londrina deixou de ser um jornal semanal e tornou-se um diário com oito páginas e notícias internacionais na primeira página.
Na mesma década, a Folha adquiriu uma impressora rotativa, que permitia a impressão para grandes tiragens de papel de bobinas.
 
Anos 60
== {{Ligações externas}} ==
Na década 60, quando surgiram na cidade os primeiros conjuntos habitacionais, a Folha de Londrina torna-se o terceiro jornal do país a adquirir uma impressora offset.
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Anos 80
Na década de 80, enquanto a cidade realizava melhorias significativas no planejamento urbano, a Folha de Londrina investia na informatização de toda a produção do jornal e também na aquisição de um novo e ágil Parque Gráfico. Com a modernização, o jornal passou a ser impresso em cores.
Anos 90
Nos anos 90, Londrina torna-se a terceira mais importante cidade do Sul do país e a Folha de Londrina entra para a história do jornalismo mundial, ao ser o primeiro jornal do mundo a receber a certificação ISO 9002, tendo a qualidade de seu produto reconhecida internacionalmente. No ano de 98, a Folha comemorava 50 anos de jornalismo consistente e de credibilidade. Em 1999, José Eduardo de Andrade Vieira assume a superintendência da Folha de Londrina
Anos 2000
Com a chegada do novo milênio, a Folha de Londrina inova mais uma vez ao adquirir o moderno sistema de impressão CTP (Computer to Plate), onde a chapa de impressão é gerada digitalmente, permitindo além de uma resolução perfeita, maior agilidade para a produção editorial e de anúncios. De lá para cá
No ano de 2011, a grande novidade: o Folha Norte Pioneiro, um caderno especial voltado à região da qual leva o nome, com notícias e reportagens especiais sobre as cidades que não param de crescer e colaboram para o desenvolvimento político, econômico e social do estado.
Atualmente, a Folha de Londrina possui o título de jornal impresso mais lembrado pela comunidade nipo-brasileira de Londrina (Top Nikkey), pelos universitários (Top Universitário) e pela população londrinense em geral (Top de Marcas). Além disso, a Folha de Londrina circula em mais de 300 localidades no Paraná. São cerca de 120 mil leitores e tiragem média de 40 mil exemplares.
Cobertura do processo de impeachment da Presidente Dilma Rouseff
Durante o processo de impeachment da Presidente Dilma Rouseff a folha deixou de lado as sutilezas do seu discurso contra o PT e a favor dos interesses da classe dominante para mostrar a sua cara. Com duas fotos nada imparciais da Presidente Dilma e com a divulgação da notícias de que o impeachment passou da Câmara dos Deputados com a #TchauQuerida no seu jornal, que segundo esse mesmo artigo - editado por eles - é dirigido para as classes A e B e no seu outro "jornal", o Nosso Dia, claramente voltado para as populações mais carentes. Esse grande grupo midiático que tem o monopólio do jornal impresso em Londrina vêm a anos infectando a população desta cidade com notícias parciais e divulgando muitas notícias fúteis que nada agregam aos cidadãos. Não passarão!
 
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