Diferenças entre edições de "Bismarck (couraçado)"

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===Outras expedições===
Em junho de 2001, a Deep Ocean Expeditions, em parceria com o [[Instituto Oceanográfico de Woods Hole]], conduziu outra investigação nos destroços usando minisubmarinos russos. William N. Lange, especialista da Woods Hole, afirmou, "Pode-se ver vários buracos de balas na superestrutura e no convés, porém não muitos no casco, e nenhum abaixo da linha d'água". A expedição não encontrou penetrações no cinturão principal de blindagem, acima ou abaixo da linha d'água. Os especialistas encontraram vários rasgos no casco, porém atribuíram isso ao impacto com o chão oceânico.<ref name=broad >{{citar web|url=http://www.nytimes.com/2002/12/03/science/visiting-bismarck-explorers-revise-its-story.html|obra=[[The New York Times]]|acessodata=14 de novembro de 2012|título=Visiting Bismarck, Explorers Revise Its Story|data=3 de dezembro de 2002|primeiro=William J.|último=Broad }}</ref> A expedição não encontrou penetrações no cinturão principal de blindagem, acima ou abaixo da linha d'água. Os especialistas encontraram vários rasgos no casco, porém atrbuíram isso ao impacto com o chão oceânico.<ref name=broad />
 
Um canal de televisão britânico patrocinou uma expedição anglo-americana em julho de 2001. A equipe usou o vulcão, o único da área, para encontrar os destroços. Usando [[Veículo submarino operado remotamente|veículos submarinos operados remotamente]], eles concluíram que o navio afundou devido a danos de combate. David Mearns, o líder da expedição, afirmou que os rasgos no casco "provavelmente cresceram pelo deslizamento [no vulcão], porém foram criados por torpedos".<ref name=broad />
O documentário ''[[Expedition: Bismarck]]'', dirigido por [[James Cameron]] e filmado entre maio e junho de 2002 com submarinos Mir menores e mais ágeis, reconstruiu os eventos do naufrágio. Essa expedição trouxe as primeiras imagens do interior da embarcação. As descobertas apontam que não houve danos suficientes abaixo da linha d'água para confirmar que o ''Bismarck'' afundou pelos danos infligidos pelos britânicos. Inspeções mais cuidadosas dos destroços confirmaram que nenhum dos torpedos penetraram a segunda camada do casco interior. Usando pequenos robôs para examinar o interior, Cameron descobriu que as explosões dos torpedos não avariaram as anteparas.<ref name=broad />
 
Apesar de seus pontos de vista diferentes, eles concordam que o ''Bismarck'' eventualmente naufragaria se os alemães não tivessem agido. Ballard estima que o navio ainda flutuaria por pelo menos mais um dia após as embarcações britânicas terem cessado fogo, e poderia ter sido facilmente capturado pela Marinha Real, uma opinião apoiada pelo historiador Ludovic Kennedy. Kennedy afirma, "Não há dúvidas de que ele eventualmente teria naufragado; porém a ação alemã assegurou que isso ocorresse cedo ao invés de tarde".<ref name=ballard215 /> Ao ser perguntado se o ''Bismarck'' teria afundado caso os alemães não tivessem tentando naufragá-lo antes, Cameron respondeu "Claro. Mas poderia ter demorado meio dia".<ref name=broad /> Em seu livro ''Hood and Bismarck'', Mearns reconheceu que a tentativa alemã de afundar seu próprio navio "pode ter acelerado o inevitável, porém apenas em uma questão de minutos".<ref name=broad /> Ballard concluiu que "Do meu ponto de vista, os britânicos afundaram a embarcação independentemente de quem deu o golpe final".<ref>{{harvnb|Ballard |2008, |p. =111}}</ref>
 
{{Notas}}