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5 bytes adicionados ,  20h15min de 22 de abril de 2016
O segundo torpedo atingiu o lado bombordo da popa, perto do eixo do leme. O acoplamento do leme foi muito danificado e emperrou a 12° para bombordo. O choque da explosão também criou danos.<ref>{{harvnb|Garzke & Dulin|1985|pp=234–235}}</ref> A tripulação tentou reconquistar o controle. Eles eventualmente conseguiram consertar o leme de estibordo, porém o de bombordo continuou emperrado. Uma sugestão para soltar o leme com explosivos foi recusada por Lütjens, já que danos aos lemes deixariam o navio desamparado.<ref>{{harvnb|Garzke & Dulin|1985|pp=235–236}}</ref><ref>{{harvnb|Kennedy|1991|p=211}}</ref> Às 21h15min, Lütjens reportou que o navio estava sem controle.<ref name=garzke237 >{{harvnb|Garzke & Dulin|1985|p=237}}</ref>
 
====NaufrágioÚltima batalha====
Com o leme de bombordo emperrado, o ''Bismarck'' agora navegava em um grande círculo, incapaz de fugir das forças de Tovey. Apesar da falta de combustível ter diminuído o número de navios britânicos, os couraçados ''King George V'' e ''Rodney'' ainda estavam disponíveis, junto com os cruzadores pesados ''Norfolk'' e [[HMS Dorsetshire (40)|HMS ''Dorsetshire'']].<ref>Bercuson & Herwig 2003, pp. 271–271</ref> No dia [[26 de maio]], Lütjens enviou uma mensagem ao quartel general: "Navio sem controle. Lutaremos até a última bala. Vida longa ao Führer".<ref>von Müllenheim-Rechberg 1980, p. 182</ref> O humor da tripulação ficou cada vez mais depressivo, especialmente enquanto as mensagens do comando naval chegavam no navio. No anoitecer, o ''Bismarck'' brevemente disparou contra o ''Sheffield'', mas o cruzador rapidamente fugiu. O ''Sheffield '' perdeu contato visual na baixa visibilidade; o grupo de cinco contratorpedeiros do Capitão Philip Vian recebeu a tarefa de manter contato com o ''Bismarck'' durante a noite.<ref>Bercuson & Herwig 2003, p. 279</ref>