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Durante a maior parte da [[História]], a [[pena capital]] foi, muitas vezes, deliberadamente dolorosa. Dentre as [[Pena (direito)|penas]] mais cruéis, incluem-se a [[roda (pena de morte)|roda]], a [[ebulição]] até a morte, o [[esfolamento]], o [[esventramento]], a [[crucificação]], a [[empalação]], o esmagamento, o [[apedrejamento]], a [[morte na fogueira]], o [[desmembramento]], a [[serração]], o [[escafismo]] e o [[colar (tortura)|colar]] (técnica de [[linchamento]] que consiste em colocar um [[pneu]] em volta do pescoço ou do corpo do supliciado e, em seguida, atear [[fogo]] ao pneu).<ref>[http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,950826,00.html Revenge is the Mother of Invention]</ref> Um exemplo de tortura na [[Grécia Arcaica]] é o história do [[touro de bronze]], proposto para [[Fálaris]], em meados do século [[6 a.C.]]. As [[Cinco Punições]] são um exemplo que vem da [[China Antiga]].
 
Métodos deliberadamente dolorosos de execução por crimes graves foram parte da [[justiça]] até o desenvolvimento do [[Humanismo]] na [[filosofia do século XVII]]. Na [[Inglaterra]], as penas cruéis foram abolidas pela e [[Declaração de Direitos de 1689]]. Durante o [[Iluminismo]], desenvolveu-se, no [[mundo ocidental]], a ideia de [[direitos humanos]] universais. A adoção da [[Declaração Universal dos Direitos Humanos]] em [[1948]] marca o reconhecimento, pelo menos formal, da proibição da tortura por todos os estados membros da [[Organização das Nações Unidas]]. Porém, seu efeito na prática é limitado, já que a declaração não é [[Ratificação|ratificada]] oficialmente e não tem carácter juridicamente vinculativo no [[direito internacional]], embora seja considerada parte do [[Direito consuetudinário|direito internacional consuetudinário]].
 
== Direitos Humanos ==
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