José Antônio Caldas: diferenças entre revisões

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Na [[Argentina]] envolveu-se com [[Juan Manuel de Rosas]], assumiu como [[jornalista]] a Imprensa Oficial do Exército Argentino, trabalhou como pároco e em pouco tempo foi enviado ao [[Uruguai]] para confabular com [[Juan Antonio Lavalleja]]. <ref name=vigfarr/>
 
Em 1826 já residia no [[Uruguai]], sendo padre de [[Cerro Largo (Rio Grande do Sul)|Cerro Largo]], tendo antes sido presidente da Junta Econômica e Administrativa de [[Mello]]. Acabou incorporado ao exército Republicano Oriental como [[capelão]], integrou o exército de [[Carlos Maria de Alvear]] e combateu na [[Batalha do Passo do Rosário]] contra o [[Brasil]].<ref name=santo/> Passou a escrever seu jornal ''O Telégrapho'', em [[1829]].<ref name=vigfarr/>
 
Na fronteira com o Brasil conviveu com [[Bento Gonçalves da Silva]], [[Serafim Joaquim de Alencastre]], [[Joaquim Pedro Soares]], [[Manuel Lucas de Oliveira]], futuros líderes da [[Revolução Farroupilha]], em cujo espírito semeou idéias de [[liberalismo]] e [[democracia]].<ref name=santo>[http://www.viapolitica.com.br/sonhos/08_1835_a_ordem.php SANTO, Miguel Frederico do Espírito. 1835: a ordem e o horizonte utópico.]</ref> <ref name=vigfarr/><ref name=spald_epo/> Fez amizade com Bento Gonçalves e passou a conspirar novamente contra o [[Pedro II do Brasil|imperador brasileiro]]. Foi a [[Porto Alegre]] tentar convencer o governante da província sulina a aderir à ideia separatista e posterior adesão ao famoso Quadrilátero (a união dos territórios do Rio Grande do Sul, Uruguai e algumas províncias argentinas).<ref name=vigfarr/> Mais tarde, envolveu-se com a [[Revolução Farroupilha]].<ref name=vigfarr/>
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