Diferenças entre edições de "Partido Popular (Brasil)"

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== Novos partidos ==
Em [[1980]] as forças governistas se reorganizam e criam o [[Partido Democrático Social]] (outrora [[Aliança Renovadora Nacional|ARENA]]) e o [[Partido do Movimento Democrático Brasileiro]] (antigo [[Movimento Democrático Brasileiro|MDB]]) surge sob a égide de [[Ulysses Guimarães]]. Em [[São Paulo]] surgiu o [[Partido dos Trabalhadores]], como expressão dos [[Sindicalismo|movimentos sindicais]] que resultaram nas greves dos metalúrgicos no [[Região do Grande ABC|ABC]] sob o comando de [[Luiz Inácio Lula da Silva]]. Em outro lance da reforma partidária o legado de [[Getúlio Vargas]] opôs [[Leonel Brizola]] e [[Ivete Vargas]] pelo comando do [[Partido Trabalhista Brasileiro]]. Sobrinha de Getúlio, Ivete foi apoiada pelo general [[Golbery do Couto e Silva]], eminência parda do regime militar, numa bem-sucedida manobra para enfraquecer o retorno da legenda mais popular no [[Período populista|período anterior à ditadura]]. Como previsto, o [[Tribunal Superior Eleitoral]] decidiu a favor de Ivete Vargas, e assim os brizolistas fundaram o [[Partido Democrático Trabalhista]]. Por sua vez o Partido Popular abrigava políticos moderados e dissidentes tanto da ARENA quanto do MDB e se posicionava como uma via alternativa para a [[Eleição presidencial brasileira de 1985|sucessão presidencial]] em [[Anexo:Votação na eleição presidencial brasileira de 1985|1985]]. A principal liderança do PP foi [[Tancredo Neves]], e sua maior seção estadual era o [[Rio de Janeiro]], onde pontificavam o governador [[Chagas Freitas]] e todo o seu grupo.
 
== Incorporação ao PMDB ==
Tal estratagema ruiu com a morte de Portela, em [[6 de janeiro]] de [[1980]], e assim os pedessistas retomaram as conversas sobre a sucessão presidencial. O manifesto de criação do PP foi divulgado em [[20 de dezembro]] de [[1979]] e a primeira reunião aconteceu em [[Brasília]], à [[10 de janeiro]] de [[1980]]. Em sua convenção de [[7 de junho]] de [[1981]] [[Tancredo Neves]] foi eleito presidente do partido e [[Magalhães Pinto]] presidente de honra. Como se sabe os dois políticos sempre foram adversários dentro da política mineira, tanto que em 1960 Magalhães Pinto ([[União Democrática Nacional|UDN]]) venceu Tancredo Neves ([[Partido Social Democrático (1945-2003)|PSD]]) na disputa pelo governo do estado.
 
Apesar de ter conseguido unidade interna, o destino do Partido Popular foi selado quando o Executivo impôs ao [[Congresso Nacional do Brasil|parlamento]] um pacote de reformas eleitorais que proibiam as coligações partidárias e estabeleciam o voto vinculado (o eleitor deveria sufragar apenas candidatos de um mesmo partido), de modo a barrar o avanço da oposição em [[Eleições Gerais no Brasil em 1982|1982]]. Acuados pela legislação, os pepistas decidiram pela incorporação ao PMDB em convenção nacional realizada em 20 de dezembro de [[1981]], decisão ratificada pelo Tribunal Superior Eleitoral a [[2 de março]] de 1982. Assim, os votos divergentes na convenção acabaram por migrar para o PDS. Tais fatos restabeleceram a cisão entre Tancredo Neves e Magalhães Pinto, embora este último [[Anexo:Votação na eleição presidencial brasileira de 1985|tenha votado em Neves na eleição presidencial de 1985]].
 
== Homônimos de sigla ==
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