Diferenças entre edições de "Gramática de estrutura frasal"

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"Implicar", neste caso, é verbo transitivo direto.
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m ("Implicar", neste caso, é verbo transitivo direto.)
A principal característica que essas estruturas compartilham é a de visualização da estrutura de uma sentença em termos da relação de constituição. Essa relação deriva da divisão sujeito-predicado das gramáticas latina e grega que é baseada na lógica dos termos e remete a Aristóteles na antiguidade. Estrutura de cláusula básica é entendida em termos de uma divisão binária da cláusula em sujeito (frase nominal NP) e predicado (frase verbal VP).
 
A divisão binária da cláusula resulta em uma correspondência um-para-um-ou-mais. Para cada elemento na frase, há um ou mais nós na estrutura da árvore. Uma frase de duas palavras, tal como ''Luke riu'' necessariamente implica em três (ou mais) nós na estrutura sintática: um para o substantivo ''Luke'' (sujeito NP), um para o verbo ''riu'' (predicado VP), e um para a frase completa ''Luke riu'' (sentença S).
 
[[File:ArvoresIlustrandoRelacoes(PSG).png|ArvoresIlustrandoRelacoes(PSG)]]
Na época de [[Gottlob Frege]], um entendimento diferente surgiu para a lógica de sentenças. Frege rejeitou a divisão binária das sentenças e substituiu com um entendimento de sentenças lógicas em termos de predicados e seus argumentos. Na concepção desta alternativa, a divisão binária da cláusula em sujeito e predicado não seria mais possível. Por isso foi aberta a porta para a relação de dependência (embora a relação de dependência tenha existido de modo menos óbvio em gramáticas tradicionais bem antes de Frege). A relação de dependência foi reconhecida concretamente pela primeira vez e desenvolvida como base para uma teoria abrangente de sintaxe e gramática por [[Lucien Tesnière]] em sua obra publicada postumamente ''Éléments de syntaxe structurale'' (Elementos de sintaxe estrutural).<ref>Veja Tesnière (1959).</ref>
 
A relação de dependência é uma correspondência um-para-um: para cada elemento (palavra) em uma sentença, existe apenas um nó na estrutura sintática. A diferença é, portanto, grafo-teórica. A relação de dependência restringe o número de nós na estrutura sintática para o número exato de unidades sintáticas (palavras) que a sentença contém. Assim, a sentença de duas palavras ''Luke riu'' implica em apenas dois nós sintáticos, um para ''Luke'' outro para ''riu''. Algumas gramáticas de dependência proeminente são listadas aqui:
 
::* Sintaxe Algébrica