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A '''conquista romana da península Ibérica''' iniciou-se no contexto da [[Segunda Guerra Púnica]] ({{AC|218-201|x}}), quando as [[legião romana|legiões romanas]], sob o comando do cônsul [[Cneu Cornélio Cipião Calvo]], para ali se movimentaram taticamente, a fim de atacar pela retaguarda os domínios de [[Cartago]] na região.
 
De factofato, a influência cartaginesa na [[península Ibérica]] permitia um expressivo reforço, tanto de suprimentos quanto de homens, a Cartago. A estratégia do [[senado romano]] visava, assim, enfraquecer as forças cartaginesas, afastando os seus exércitos da [[península Itálica]].
 
A derrota dos cartagineses, no entanto, não garantiu a ocupação pacífica da península. A partir de {{AC|194|x}}, registraram-se choques com tribos de nativos, denominados genericamente [[Lusitanos]], conflitos que se estenderam até {{AC|138|x}}, denominados por alguns autores como ''guerra lusitana''. A disputa foi mais acesa pelos territórios mais prósperos, especialmente na região da atual [[Andaluzia]].
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