Abrir menu principal

Alterações

84 bytes adicionados, 20h23min de 17 de junho de 2016
sem resumo de edição
Domésticas, destinadas ao transporte de drogas consumidas pelos brasileiros, e as rotas internacionais (o principal destino da cocaína que passa pelo país), nas quais o Brasil funciona como corredor. Neste último caso, a cocaína produzida na Colômbia, Peru e Bolívia além de ser parcialmente refinada no Brasil passa pelo país, tendo como destino final principalmente os [[Estados Unidos]] e, secundariamente, a [[Europa]]. Existem também as rotas mistas, em que parte das drogas fica no país e outra parte segue para o exterior é intimamente ligado ao contrabando de armas. Após a regulamentação da controversa lei 7.565/86, conhecida como a “Lei do Abate”, em [[2004]],<ref>[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L7565.htm Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986.] Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica.</ref><ref>[http://www.jusbrasil.com.br/noticias/1990529/lei-do-abate-inconstitucionalidade Lei do abate: inconstitucionalidade], por Luiz Flávio Gomes.</ref><ref>Assim chamada porque permite que aeronaves suspeitas (que não tenham [[plano de voo]] aprovado) sejam derrubadas em território nacional.</ref> os contrabandistas de armas e drogas voltaram a usar as rotas terrestres mas continuam a usar rotas aéreas. Assim, atualmente, a principal dificuldade para controle do [[contrabando]] de drogas e de armas no Brasil decorre não apenas da corrupção, mas também do baixo investimento na vigilância da extensa fronteira terrestre (16 mil quilômetros). Mas, além disso, segundo a [[Polícia Federal]], parte das armas e drogas também chega pelo mar.
 
A maior parte da [[cocaína]] vem da [[Colômbia]], e boa parte da [[maconha]] vem do [[Paraguai]]. O Brasil, além de refinar cocaína, também produz maconha, sobretudo no chamado "Polígono da Maconha", no [[semi-árido]] [[Nordeste do Brasil|nordestino]], mas em quantidade insuficiente para o atendimento à demanda interna [http://www.uesc.br/revistas/especiarias/ed15/15_5_plantios_ilicitos_no_brasil.pdf]. No caso da rota Brasil-[[Suriname]], brasileiros trocam armas por cocaína, no Suriname e Guiana Francesa. Por ali também ingressa boa parte dos armamentos produzidos nos Estados Unidos, na Europa (a exemplo do fuzil [[Rússia|russo]] [[AK-47]]) e na [[Ásia]], especialmente metralhadoras antiaéreas.<ref>[http://pessoas.hsw.eol.com.br/trafico-de-drogas4.htm Como funciona o tráfico de drogas], por Fátima Souza.</ref>
 
{{referências|col=2}}
Utilizador anónimo