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== Representações posteriores e reputação ==
[[Imagem:Cn Pompeius denarius 92000854.jpg|thumb|direita|upright=0.9|Denário do verão de 48 a.C., cunhado por [[Pompeu]] com a efígie de [[Numa Pompílio]] numa das faces. Na outra, um [[quinquerreme]] com o texto <small>MAGN</small> acima e <small>PRO • COS</small> abaixo, uma referência a Pompeu.]]
Para os historiadores, antigos e modernos, Pompeu serve perfeitamente ao papel de um grande homem que alcançou triunfos extraordinários pelos seus esforços, mas que caiu do poder e foi, no final, assassinado depois de ser traído. Foi um herói da República, que chegou a ter o mundo romano na palma de suas mãos, mas que foi derrubado por César. Pompeu foi idealizado como um herói trágico quase que imediatamente depois de Farsalos e seu assassinato. Plutarco retratou-o como um [[Alexandre, o Grande|Alexandre]] romano, puro de mente e coração, destruído pelas ambições cínicas dos que estavam à sua volta. Este retrato sobreviveu até os períodos [[arte renascentista|renascentista]] e [[arte barroca|barroco]], como, por exemplo, na peça "[[A Morte de Pompeu]]" (1642), de [[Pierre Corneille]]. Apesar de sua guerra contra César, Pompeu ainda era amplamente celebrado durante todo o período imperial como o conquistador do oriente. Na procissão funeral de [[Augusto]], retratos dele foram carregados, pois ele ainda era amplamente considerado como o grande conquistador do oriente. Como triunfador ({{lang-la|''"triumphator"''}}), Pompeu também tinha numerosas estátuas em Roma, uma das quais no [[Fórum de Augusto]]. Apesar de o poder imperial não homenageá-lo tanto exceto na figura de um arqui-inimigo que era considerado um deus, sua reputação entre muitos aristocratas e historiadores era igual ou até superior à de Césasr<ref>Pompey, Eric Teyssier</ref>.