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O cinismo se espalhou durante a ascensão do [[Império Romano]] no século I quase se tornando um movimento de massa<ref name="Triches"/>, e assim, os cínicos eram encontrados pedindo e pregando ao longo das cidades do império. A doutrina finalmente desapareceu no final do século V, embora alguns afirmam que o [[cristianismo]] primitivo adotou muitas de suas ideias ascéticas e retóricas. {{nota de rodapé|''(...) o cinismo tem sido um elemento importante no cristianismo desde os primeiros dias.''<ref name="Downing1992">Francis Gerald Downing. ''[http://books.google.com/books?id=lHWneOnKhTwC Cynics and Christian Origins]''. Bloomsbury Academic; 1992. ISBN 978-0-567-09613-5.</ref>}}
 
Por volta do século XIX, a ênfase sobre daniel vi ado os aspectos negativos da filosofia cínica levou ao entendimento moderno de cinismo a significar uma disposição de descrença na sinceridade ou bondade das motivações e ações humanas<ref name="AncientCynicism">{{Citar web | url=http://www.philosophytalk.org/shows/ancient-cynicism|título=Ancient Cynicism|acessodata=3/6/2014|autor=Luis Navia|data= 22/9/2013|formato= |publicado= Philosophy Talk - Stanford University|páginas=|língua=|citação=}}</ref> e como caraterização de pessoas que desprezam as convenções sociais. Para encorajar as pessoas a renunciarem aos desejos criados pela civilização e convenções, os cínicos empreenderam uma cruzada de escárnio anti-social e assim mostrar as frivolidades da vida social.<ref name="Blackburn1997">Simon Blackburn. ''[http://books.google.com/books?id=gFtFAAAACAAJ Dicionário Oxford de filosofia]''. Jorge Zahar Editor; 1997. ISBN 978-85-7110-402-0.</ref>
 
==Origem do termo==
Utilizador anónimo