Diferenças entre edições de "Maílson da Nóbrega"

59 bytes removidos ,  12h00min de 18 de julho de 2016
m
m (Bot: Substituição automática de afluentes - solicitado em Usuária:Aleth Bot/Substituição de afluentes)
 
=== Nóbrega vs ISTOÉ ===
Em 28 de abril de 1999, com o escândalo Marka/FonteCindam na berlinda, a revista semanal "[[ISTOÉ]]" publicou um [[editorial]] ("Moralização Já") onde criticava as relações "promíscuas" entre o mercado financeiro e o poder público, evidenciado pelo fato de que autoridades monetárias passavam a trabalhar como consultores imediatamente após deixar o governo - ou vice-versa - e cita especificamente Maílson da Nóbrega como exemplo.<ref>{{citar web|url=http://www.istoe.com.br/assuntos/editorial/detalhe/30611_MORALIZACAO+JA|título="Moralização já"|língua=português|editor=[[ISTOÉ]]|data=28-04-1999|acessodata=26-05-2013}}</ref> Em consequência, com base na [[Lei de Imprensa]], Nóbrega entrou com uma ação contra o semanário, pedindo explicações sobre as ilações feitas no editorial.<ref name="ISTOE">{{citar web|url=http://istoeviparchive.terra.com.br/reportagensis/32602_PUBLICACAO+DAS+EXPLICACOES+PRESTADA85Jks|título=Publicação das explicações prestadas|autor=Domingo Cecilio Alzugaray|editor=ISTOÉ|língua=português|data=14-07-1999|acessodata=26-05-2013}}</ref>
 
As explicações foram dadas na edição 1554 da revista, em 14 de julho de 1999. Nelas, o editor da "ISTOÉ", Domingo Cecilio Alzugaray, esclarece que tanto Maílson da Nóbrega quanto seu sócio Gustavo Loyola ressaltavam a expertise em órgãos públicos nos próprios currículos, mas que não havia nisso qualquer insinuação de que tivessem repassado informações privilegiadas aos bancos citados - tanto assim que eles foram à [[bancarrota]].<ref name="ISTOE"/>
27 168

edições