Diferenças entre edições de "Lúcio Volúmnio Flama Violente"

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[[Ficheiro:Woodcut illustration of Virginia, wife of Lucius Volumnius Flamma Violens - Penn Provenance Project.jpg|thumb|direita|upright=1|[[Xilogravura]] de [[Virgínia Volúmnia]], esposa de Lúcio Volúmnio Flama.]]
{{AP|Terceira Guerra Samnita}}
Depois que Ápio Cláudio Cego e Lúcio Volúmnio Flama Violente foram eleitos, eles ordenaram que [[Quinto Fábio Máximo Ruliano]] e [[Públio Décio Mus (cônsul em 312 a.C.)|Públio Décio Mus]], cônsules do ano anterior, continuassem em Sâmnio por mais seis meses com poderes [[procônsul|proconsulares]]. O exército samnita, liderado [[Gélio Egnácio]], sem condições de permanecer em seu país, ofereceu seus serviços à [[Etrúria]], que aceito; sob a liderança dele, os [[úmbrios]] também se juntaram à coalizão e mercenários [[gauleses]] foram contratados. Convocando uma reunião entre todos os líderes etruscos, Egnácio declarou que a guerra pela liberdade era melhor que a paz servil e anunciou sua intenção de atacar Roma, conseguindo o apoio dos etruscos<ref name=LivX1619>[[Lívio]], ''[[Ab Urbe condita libri|Ab Urbe condita]]'' X, 16-19</ref>.
 
Ao receber notícias destes perigosos eventos, o Senado enviou Ápio Cláudio para a Etrúria à frente dadas Legiolegiões I e IX, além de {{formatnum|12000}} tropas aliadas, mas o resultado foi uma série de batalhas inconclusivas. O segundo cônsul para o mesmo ano, Lúcio Volúmnio Flama, estava apoiando os dois procônsules na destruição de Sâmnio quando os [[lucanos]] desertaram, influenciados por um apelo do povo comum de Sâmnio. Flama alega ter recebido uma carta de Cláudio pedindo sua ajuda, uma reivindicação depois negada por ele. Enviando Fábio Máximo para tratar dos lucanos, o próprio Flama seguiu para a Etrúria<ref name=LivX1619/>.
 
Cláudio não ficou satisfeito de vê-lo e ordenou que ele fosse embora, mas foi dissuadido pelos oficiais de seu próprio exército. Os homens realizaram uma votação verbal de magnitude que chegou a criar apreensão no acampamento inimigo e eles se prepararam para o combate. Os romanos partiram imediatamente para aluta, com Cláudio cedendo por não ter mais o que fazer. Os romanos atacaram tão ferozmente com Cláudio à frente, que se posicionou nas primeiras fileiras com seus homens e lutava invocando incessantemente a [[deus romano|deusa romana]] da guerra, [[Belona (deusa)|Belona]], com os braços erguidos para o céu. A luta terminou em uma vitória completa dos romanos, que expulsaram os inimigos de seu acampamento, matando {{formatnum|7300}} e tomando {{formatnum|2120}} prisioneiros<ref name=LivX1619/>{{efn|Lívio não cita o nome da batalha e nem a localiza na Etrúria.}}.