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Paralelamente, foi chefe de contencioso da [[Companhia de Seguros Fidelidade]] e auditor jurídico no [[Ministério das Finanças]], sendo ministro [[António Oliveira Salazar]].
 
Como académico, Caetano foi o fundador do moderno [[Direito Administrativo]] português, cuja disciplina sistematizou e ordenou, influenciando sucessivas gerações de juristas, no modo de pensar uma [[Administração pública|Administração Pública]] limitada pelos direitos dos particulares e sujeita a controlo jurisdicional, embora limitado por considerações políticas. Da sua ''escola'' fizeram parte professores como [[Armando Marques Guedes]], [[André Gonçalves Pereira]], [[Jorge Miranda]], [[Fausto de Quadros]], [[Diogo Freitas do Amaral]], [[José Manuel Sérvulo Correia]] ou [[Marcelo Rebelo de Sousa]]
 
Em 1937 publica a primeira edição do seu ''Manual de Direito Administrativo'' que, em sua vida, veio a conhecer dez edições (a última é de 1973), todas melhoradas; este manual é ainda hoje considerado uma obra de referência no estudo do [[Direito Administrativo]], tendo aliás influenciado outros manuais, como o ''Curso de Direito Administrativo'' de [[Freitas do Amaral]].
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