Diferenças entre edições de "Fotonovela"

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Em 1975, o Instituto Verificador de Circulação analisou a receptividade que as revistas de fotonovelas tinham em todo o país, na venda avulsa. A revista "Capricho" vendia quinzenalmente 273.050 exemplares, sendo que possuía, em todo o país, apenas três assinaturas.<ref>MILLARCH, Aramis. Curitiba: Jornal Estado do Paraná, 15/03/75</ref> Com fotonovelas italianas, "Capricho" também vendia em Portugal e colônias ultramarinas, num total de 11.186, com apenas um assinante, anônimo. Super Novelas Capricho, com circulação quinzenal, vendia 104.903 exemplares, com apenas dois assinantes no Brasil, "[[Ilusão (revista)|Ilusão]]" vendia quinzenalmente 108.319 exemplares, e "[[Noturno (revista)|Noturno]]", com venda mensal de 72.007<Idem, ibidem>.
 
== CaracterísticasDoideira ==
A fotonovela apresenta uma narrativa que utiliza em conjunto a fotografia e o texto verbal. Como nas [[história em quadrinhos|histórias em quadrinhos]] desenhadas, cada quadrinho da sequência corresponde a uma cena da história, no caso, corresponde a uma fotografia acompanhada da mensagem textual.
 
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