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Teve dois membros da sua família também [[Papa]] via linhagem de um dos seus irmãos, os Papas [[Papa Nicolau III|Nicolau III]] e [[Papa Bento XIII|Bento XIII]].
 
Seu pontificado foi dominado pelas relações com o rei da [[Alemanha]], [[Henrique VI da Germânia|Henrique VI]], para o manter sob o controlocontrole do [[Sacro Império Romano-Germânico]], cuja coroa fora prometida pelo [[papa Gregório VIII]]
Henrique foi coroado e este, ao voltar à [[Alemanha]], começou a fazer nomeações arbitrárias de bispos, rejeitou e mandou assassinar o [[bispo de Liège]], [[Alberto di Lovanio]]. Nessa altura, Celestino não tomou medidas enérgicas contra o imperador para fazê-lo aprovar seus planos de uma união permanente entre a [[Sicília]] e o império como monarquia hereditária. Nem sequer quando ele prendeu o rei da [[Inglaterra]] [[Ricardo Coração de Leão]], embora estando este sob a proteção do [[Papa]]. Mais ainda havia sido capturado pelo [[duque da Áustria]], [[Leopoldo V da Áustria]], quando regressava vitorioso da [[Terceira Cruzada]].
 
Igualmente como importante, dentro desse âmbito político, de proteção da [[Europa]] pelos [[germanos]] contra os [[sarracenos]], em [[1192]], confirmou os estatutos da [[Ordem Teutónica|Ordem dos Cavaleiros TeutónicosTeutônicos]] de forma definitiva.
 
Henrique VI da Germânia morreu em setembro de [[1197]], na [[Sicília]], e no [[Natal]] do mesmo ano o papa quis renunciar em favor de um seu amigo, o cardeal [[Giovanni de Santa Prisca]]. Os restantes cardeais rejeitaram essa proposta.
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