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Hoje a Alemanha, especialmente sua capital, [[Berlim]], alberga a comunidade judaica que teve o crescimento mais rápido do mundo inteiro. Cerca de noventa mil judeus do antigo Bloco de Leste, principalmente de países da ex-União Soviética, instalaram-se na Alemanha desde a queda do muro de Berlim. Isto é principalmente devido a uma política do governo alemão, que basicamente concede um bilhete de imigração para alguém da CEI e Estados Bálticos com herança judaica, e o fato de que os alemães de hoje são vistos como muito mais abertos aos judeus do que muitas pessoas na ex-União Soviética. Alguns dos cerca de 60.000 judeus alemães residentes no país há muito tempo expressaram sentimentos mistos sobre esta imigração recente que eles percebem como tornando-os uma minoria não só no país, mas também na sua própria comunidade. Antes do nazismo, cerca de 600.000 judeus viviam na Alemanha, com antecedentes familiares que em parte remontavam à época romana.<ref>[https://www.destatis.de/DE/PresseService/Presse/Pressekonferenzen/2013/Zensus2011/bevoelkerung_zensus2011.pdf;jsessionid=EF9FF97364AA4164E10AEAE2672756BE.cae3?__blob=publicationFile - Sobre religião, página 6] (em [[alemão]])</ref>
 
=== Islã[[Islão]] ===
A partir de 2006, de acordo com o Departamento de Estado dos EUA, aproximadamentemais de 3 milhões de muçulmanos (a maioria de origem turca) vivevivem na Alemanha.{{carece de fontes|Fevereiro de 2013}} Este valor inclui as diferentes denominações do [[Islã]]Islão, bem como as religiões pensadas para formar uma maioria islâmica entre alemães, que estão mesmo cientes deles, comoos [[Alevitas]].{{carece de fontes|Fevereiro de 2013}} Ultimamente tem havido discussões acaloradas sobre a questão de haver ou não mulheres muçulmanas no serviço público, como professores, fazem ser autorizados a usar o véu para o trabalho.{{carece de fontes|Fevereiro de 2013}}
 
===Cultos, seitas e novos movimentos religiosos===
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