Diferenças entre edições de "Ivan Setta"

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| data_nascimento = {{dnibr|1|2|1946|sem idade}}
| localidaden = [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], {{BR-RJ}}
| data_falecimento = {{morte|6|4|2001|1|2|1946}}
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| cônjuge = Dulce Continentino (1973-1976)<br/>Gilda Cordeiro (1977-199?)<br/>Sandra Schaeppi (1995-2001)
| atividade = 1973 - 2001
| papéis_notáveis =
'''Ivan Setta''' ([[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[1 de fevereiro]] de [[1946]] {{mdash}} Rio de Janeiro, [[6 de abril]] de [[2001]]) foi um [[ator]] e dramaturgo [[brasil]]eiro. Tornou-se conhecido por interpretar papéis de bandido.
 
Começou sua carreira no teatro em [[1966]]. A estreia aconteceu em peças [[adolescente|infanto-juvenis]] no [[Teatro Tablado|Tablado]], sob a direção de [[Maria Clara Machado]]. A partir da [[década de 70]], Setta passou a atuar também no cinema. Entre os destaques estão ''[[A Dama do Lotação]]'', ''[[Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia]]'' e ''[[Tiradentes (filme)]]''. Em [[1973]], o ator descobriu outra vocação. Setta virou [[dramaturgo]] e escreveu, junto com sua irmã, [[Vera Setta]], e com Dudu Continentino, a peça Verbenas de Seda. Mas foi na televisão que Setta tornou-se popular e ganhou a fama de mau. Nove entre dez de seus personagens eram vilões. Participou de sucessos como ''[[O Rebu]]'', ''[[Senhora (telenovela)]]'', ''[[Sem Lenço, sem Documento]]'', ''[[Feijão Maravilha]]'' e ''[[Roque Santeiro (1985)]]''. O último trabalho na tevê foi em [[1998]] na extinta [[Rede Manchete]], na novela ''[[Mandacaru (telenovela)]]''.
 
Morreu de [[câncer]] generalizado em 6 de abril de [[2001]] aos 55 anos no [[Instituto Nacional do Câncer]]. Setta deixou a viúva Sandra Schaeppi e quatro filhos. Entre eles, a caçula Rebecca, de apenas cinco meses de idade.
Utilizador anónimo