Diferenças entre edições de "Voo espacial tripulado"

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É significativo que a atividade das manchas solares está relacionada com a origem das explosões, pois sabe-se que ela é cíclica. Desde 1820, que os astrônomos registram a atividade das manchas no Sol, tendo determinado que atinge o máximo cada 11 anos. Durante os anos intermediários, é mínima a sua ocorrência. Assim, pode-se dizer que, durante certos anos, o risco da radiação associado com os voos espaciais será muito maior do que noutros. O próximo período em que esse risco será extremo ocorre conforme as variações solares a cada 11 anos.
 
Além dos prótons e elétrons lançados pelo Sol, há, no espaço, outras partículas de alta velocidade e que devem ser mencionadas. São os raios cósmicos (*). Viajam eles muitas vezes mais depressa do que as partículas que provem do Sol. São dotados de energia que podem atingir à intensidade de bilhões de bilhões de eletrovolts, ou seja, 100 mil vezes mais a alcançada pelos mais enérgicos prótons despedidos pelo Sol. Os raios cósmicos são constituídos principalmente de prótons. Calcula-se que 84 % deles sejam prótons, e 14 % partículas alfas, ou núcleos de hélio. O restante é formado de núcleos de átomos mais pesados, na sua maioria, carbono, nitrogênio e oxigênio. O número de raios cósmicos é insuficiente para oferecer um risco significativo ao homem no espaço.
 
(*) <small>A denominação "raio cósmico" é imprópria, de vez que se trata de um fluxo de partículas e não de uma onda de radiação. No entanto o termo está generalizado e é aplicado por toda a gente.</small>
 
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