Diferenças entre edições de "Terceiro estado"

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Na [[monarquia]] tanto na França até à [[Revolução Francesa]] como no restante da Europa, nomeadamente no [[Reino de Portugal]], o termo '''Terceiro Estado''' (em [[Língua francesa|francês]]: ''tiers état'') indicava as pessoas que não faziam parte do [[clero]] ([[Primeiro Estado]]) nem da [[nobreza]] ([[Segundo Estado]]). Ou seja, era o [[Povo]], que eram os [[comerciantes]] burgueses (moradores dos [[burgo]] e fora dele), os [[camponeses]], os [[artesãos]], e os [[profissionais liberais]], e trabalhavam para sustentar a sociedade e o Estado. (vai ser melhorada mais tarde)
 
O '''Terceiro Estado''' constituía a maioria da população (+/- 96%) havendo assim cortesãos, burgueses e camponeses. A função do Terceiro Estado era sustentar a sociedade e o Estado.
 
Pagavam, ao contrário do Clero e da Nobreza, impostos ao Estado e também direitos senhoriais.
 
Não tinham direito à apelação (louvados pelos atos que faziam), nem a pronunciar-se em público e não detinham de quaisquer direitos sociais.
 
Os camponeses, bem como outros trabalhadores, foram muito importantes na [[Revolução Francesa]] ([[1789]]-[[1799]]), que era a grande massa dos revoltosos pela ausência de privilégios concedidos aos primeiros e os segundos, mas sua a liderança coube à alta [[burguesia]], que também era parte do restante grupo, isentos de privilégios, portanto, classificado como '''Terceiro Estado'''.
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