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Ao longo de sua história, a ''Britannica'' foi desenvolvida com dois objetivos: ser um excelente livro de referências e providenciar material educacional para quem tenha desejo de estudar.<ref name="EB_encyclopedia">{{cite encyclopedia | title = Encyclopedias and Dictionaries | encyclopedia = Encyclopædia Britannica | edition= 15th | publisher = [[Encyclopædia Britannica, Inc.]] | year = 2007 | volume = 18 | pages = 257–286}}</ref> Em [[1974]], a 15.ª edição adotou um terceiro alvo: sistematizar todo o conhecimento humano.<ref name="propedia_preface" />
 
A história da ''Britannica'' pode ser dividida em cinco fases principais em que se destacam mudanças maiores, tanto na gestão quanto na reorganização do seu conteúdo. Na primeira fase (edições 1 a 6, 1768–1826), a ''Britannica'' foi gerida por seus fundadores originais, [[Colin Macfarquhar]] e [[Andrew Bell]]<ref name=Electr_Scotl>{{citar web |url=http://www.electricscotland.com/history/other/britannica.htm |titulo=Significant Scots |autorlink=www.electricscotland.com |publicado=Electric Scotland |lingua=inglês |arquivourl=https://web.archive.org/web/20150929065924/http://www.electricscotland.com/history/other/britannica.htm |arquivodata=29 de setembro de 2015 |acessodata=28 de setembro de 2016 }}</ref>, e por seus amigos e conhecidos, tais como [[Thomas Bonar]], [[George Gleig]] e [[Archibald Constable]]. A ''Britannica'' foi primeiramente publicada entre 1768 e 1771 em [[Edimburgo]] como ''Encyclopædia Britannica, ou, Um dicionário de arte e ciência, compilado sob um novo plano''. Foi concebida como uma reacção conservadora à provocativa ''[[Encyclopédie]]'' [[França|francesa]] de [[Denis Diderot]] (publicada entre [[1751]] e [[1766]]), que por sua vez havia sido inspirada pela anterior ''Chambers Cyclopaedia''. A ''Britannica'' foi, primeiramente, uma empresa escocesa e tinha como símbolo o [[cardo]], o emblema nacional da [[Escócia]]. A criação da enciclopédia é um dos mais famosos e perseverantes legados do [[Iluminismo Escocês]].<ref>{{Referência a livro | autor = Arthur Herman | ano = 2002 | título = How the Scots Invented the Modern World | editora = Three Rivers Press | id = ISBN 978-0-609-80999-0}}</ref> Nesta fase, a ''Britannica'' deixou de ser um conjunto de três volumes (1.ª edição) compilados por um jovem editor — [[William Smellie]] —<ref>{{citar enciclopédia |último=Krapp |primeiro=Philip |coauthors=Balou, Patricia K. |ano=1992 |título=Collier's Encyclopedia |volume=9 |páginas=p. 135 |publicado=Macmillan Educational Company |location=[[New York City|New York]] |id= {{LCCN|91061165}}}}. A primeira edição da ''Britannica'' é descrita como "deploravelmente inexata e não-científica" em certas partes.</ref> para se tornar uma obra de vinte volumes escrita por numerosas autoridades. Embora várias outras enciclopédias tenham competido com a ''Britannica'', como a ''[[Rees's Cyclopaedia]]'' e a ''[[Encyclopaedia Metropolitana]]'', de [[Samuel Taylor Coleridge]], estes rivais ou faliram ou ficaram inacabados por desentendimentos entre os editores. No fim desta fase, a ''Britannica'' tinha constituído uma rede de [[Ilustração|ilustradores]], primeiramente entre os conhecidos de seus editores, sendo os mais relevantes Constable e Gleig.
 
[[Imagem:Rosetta Stone.jpg|thumb|esquerda|Edições de meados do [[século XIX]] da ''Encyclopædia Britannica'' incluíram pesquisas embrionárias, tais como o verbete sobre o Egipto, de [[Thomas Young]], que incluía a tradução dos [[hieróglifo]]s na gravura da [[Pedra de Rosetta]].]]