Diferenças entre edições de "Café Filho"

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===Eleições de 1950===
Nas [[Eleição presidencial no Brasil em 1950|eleições de 1950]], o governador de São Paulo [[Ademar de Barros]] impôs o nome de Café Filho à vice-presidência como condição de apoiar a candidatura de [[Getúlio Vargas]]. Getúlio resistiu pois o nome de Café Filho desagradava os militares e a [[igreja católica]], que o consideravam um político de tendências esquerdistas. Café Filho foi contra a aplicação da [[Lei de Segurança Nacional]] em 1935. Em 1937 denunciou o [[Plano Cohen]] como uma tapeação militar para legitimar a ditadura do [[Estado Novo (Brasil)|EstadoGetulio NovoVar]]. No parlamento fazia campanha contra o cancelamento do registro do PCB e a extinção do mandato dos parlamentares comunistas, além de ser defensor do [[divórcio]]. <ref>Dicionário histórico-biográfico brasileiro, publicado pelo CPDOC-FGV</ref>
 
[[Getúlio Vargas|gas]]. Getúlio resistiu pois o nome de Café Filho desagradava os militares e a [[igreja católica]], que o consideravam um político de tendências esquerdistas. Café Filho foi contra a aplicação da [[Lei de Segurança Nacional]] em 1935. Em 1937 denunciou o [[Plano Cohen]] como uma tapeação militar para legitimar a ditadura do [[Estado Novo (Brasil)|Estado Novo]]. No parlamento fazia campanha contra o cancelamento do registro do PCB e a extinção do mandato dos parlamentares comunistas, além de ser defensor do [[divórcio]]. <ref>Dicionário histórico-biográfico brasileiro, publicado pelo CPDOC-FGV</ref>
 
Ademar, no entanto, se irritou com a resistência de Getúlio e lançou uma advertência pela imprensa: ''"A eleição de Vargas depende do PSP"'', afirmara o governador paulista. E conclui: ''“A candidatura do Café Filho a vice-presidente será mantida, custe o que custar”''. <ref>Diário da Noite, 26 de agosto de 1950</ref> O [[Partido Trabalhista Brasileiro]] (PTB) acabou formalizando ao [[Tribunal Superior Eleitoral]] (TSE) o nome de Café Filho como vice apenas na data limite do registro eleitoral. Mesmo companheiro de chapa, Getúlio nunca confiou em Café Filho. <ref>Samuel Wainer, Minha razão de viver: Memórias de um repórter, p.39</ref>
 
==Bibliografia==
*CARVALHO, Leonardo Dallacqua de.&nbsp;;&nbsp;SOUZA, Breno Sabino Leite de&nbsp;. A representação humorística do Presidente Café Filho nas capas da Revista Careta. Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, v. 7, p. 42-60, 2015.[http://www.rbhcs.com/rbhcs/article/view/302/223]
*_____, ''Visita do Presidente João Café Filho a Portugal'', Serviço de Documentação, 1955.
*CAFÉ FILHO, João Fernandes. ''Do sindicato ao Catete: memórias políticas e confissões humanas''. Rio de Janeiro : José Olympio, 1966.
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