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Em Roma, porém, Pompeu virou um herói; novamente ele garantiu o suprimento de cereais da cidade. Segundo [[Plutarco]], no final do verão de 66 a.C., suas forças já haviam removido do Mediterrâneo todas as ameaças. Pompeu foi aclamado como o maior dos romanos, ''"[[primus inter pares]]"'' ("primeiro entre iguais"). [[Cícero]] não conseguiu resistir e escreveu um [[panegírico]]:
{{Citação2|Pompeu realizou seus preparativos para a guerra no final do inverno, iniciou-a no começo da primavera e terminou-a no meio do verão.|[[Cícero]]|''pro Lege Manilia'', 12<ref>[[Cícero]], ''pro Lege Manilia'', 12 ou ''De Imperio Cn. Pompei'' (favorável à [[Lex Manilia]]'' sobresob o comando extraordinário de Pompeu"''), 66 BC.</ref>}}
 
A rapidez e eficiência de sua campanha provavelmente garantiram a Pompeu seu próximo e ainda mais impressionante comando, o da antiga guerra contra [[Mitrídates VI|Mitrídates VI]] do [[Reino do Ponto|Ponto]]. Na década de 40 a.C., [[Cícero]] comentaria de forma menos favorável sobre a campanha contra os piratas e, especialmente, sobre o fracassado "assentamento" em Soli (Pompeiópolis): ''"damos imunidade aos piratas e fazemos nossos aliados pagarem o preço"''<ref>[[Cícero]], ''Sobre os Deveres'' 3.49; citado em De Souza, 177.</ref>.