Negro d'Água: diferenças entre revisões

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Diz a [[lenda]] que o '''Negro d'Água''' ou '''Nego d'Água''' habita diversos rios, tais como o [[Rio Tocantins]], o [[Rio Grande]]<ref>Azevedo-Santos, V. M.; Costa-Neto, E. M.; Lima-Stripari, N. 2010. Concepção dos pescadores artesanais que utilizam o reservatório de Furnas, Estado de Minas Gerais, acerca dos recursos pesqueiros: um estudo etnoictiológico. [[Revista Biotemas]], 23 (4): 135-145</ref> e o [[Rio São Francisco]], onde possui um monumento do escultor juazeirense [[Ledo Ivo Gomes de Oliveira]], obra com mais de doze metros de altura e que foi construída dentro do leito do rio, em sua homenagem, na cidade de [[Juazeiro (Bahia)|Juazeiro]], [[Bahia]].
 
Segundo a lenda, o Negro d'Água costuma aparecer para pescadores e outras pessoas junto aos rios. Manifestando-se com suas gargalhadas, negro, careca e com mãos e pés de pato, ele derruba a canoa dos pescadores, se eles se recusarem a lhe dar um [[peixe]]. Clara Carvalho, de Santa Maria da Vitória é a escritora dessa lenda tão famosa no Brasil.
 
Em alguns locais do [[Brasil]] ainda existem pescadores que, ao sair para pescar, levam uma garrafa de [[cachaça]] e a atiram para dentro do rio, para que não tenham sua embarcação virada.
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