Ilha de Villegagnon: diferenças entre revisões

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Mudei a posição de um parágrafo a respeito de um acontecimento em março de 1822.
(Adicionado um parágrafo a respeito de um acontecimento, durante a regência de Pedro I do Brasil, com uma expedição enviada ao Brasil pelas cortes de Lisboa, na Ilha de Villegagnon.)
m (Mudei a posição de um parágrafo a respeito de um acontecimento em março de 1822.)
 
Durante esta ocupação, colonos [[reforma protestante|protestantes]] [[calvinismo|calvinistas]] realizaram na ilha o primeiro culto e celebração, nas Américas, da [[Santa Ceia]], conforme as doutrinas reformadas. Pouco tempo depois estes missionários foram questionados por Villegagnon, que os obrigou a declararem os termos de sua fé e, em seguida, foram martirizados. Esta declaração de fé ficou conhecida como a [[confissão da Guanabara]]. Em [[24 de março]] de [[2007]], foi inaugurado um marco na ilha em memória destes acontecimentos.
 
Em março de [[1822]], uma expedição portuguesa chegou ao [[Rio de Janeiro]], com o intuito de forçar [[Pedro I do Brasil|D. Pedro I]] a cumprir os decretos das [[Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa|Cortes de Lisboa]], e retornar a [[Portugal]]. Assim que o [[Pedro I do Brasil|Príncipe Regente]] ([[1821]]-[[1822]]) foi informado da chegada da expedição, intimou o chefe da esquadra a ordem de fundear os navios e de vir a terra conversar. Declarou-lhe que só permitira a entrada dos navios se tomasse o compromisso de ficar sob as ordens do governo provisório brasileiro, e que depois que os navios estivessem providos de mantimentos, que voltassem o quanto antes para [[Lisboa]]. As embarcações, para o cumprimento das ordens, fundearam, durante a estadia, nas vizinhanças da [[Ilha de Villegagnon]] e depois retornaram à capital portuguesa.<ref>{{citar livro|titulo=História do Brasil|ultimo=Pombo|primeiro=Rocha|editora=W.M. Jackson inc|ano=1905|local=São Paulo|paginas=71, 72; Volume IV|acessodata=}}</ref>
 
Em [[15 de março]] de [[1560]], com a chegada de reforços oriundos da [[Capitania de São Vicente]], teve lugar o ataque dos [[Portugal|portugueses]] comandados por [[Mem de Sá]], que desembarcou tropas e [[artilharia]] na Ilha. Dois dias mais tarde os franceses abandonaram o forte, procurando refúgio junto aos [[Tamoios]]. A fortaleza foi arrasada e, no dia [[17 de março]] foi celebrada a primeira missa portuguesa na ilha.
 
A ilha voltou a ser fortificada pelos portugueses em [[1733]], quando o Governador [[Gomes Freire de Andrade]] fez demolir o monte das Palmeiras, principiando a construção da [[Fortaleza de São Francisco Xavier da Ilha de Villegagnon]].
 
Em março de [[1822]], uma expedição portuguesa chegou ao [[Rio de Janeiro]], com o intuito de forçar [[Pedro I do Brasil|D. Pedro I]] a cumprir os decretos das [[Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa|Cortes de Lisboa]], e retornar a [[Portugal]]. Assim que o [[Pedro I do Brasil|Príncipe Regente]] ([[1821]]-[[1822]]) foi informado da chegada da expedição, intimou o chefe da esquadra a ordem de fundear os navios e de vir a terra conversar. Declarou-lhe que só permitira a entrada dos navios se tomasse o compromisso de ficar sob as ordens do governo provisório brasileiro, e que depois que os navios estivessem providos de mantimentos, que voltassem o quanto antes para [[Lisboa]]. As embarcações, para o cumprimento das ordens, fundearam, durante a estadia, nas vizinhanças da [[Ilha de Villegagnon]] e depois retornaram à capital portuguesa.<ref>{{citar livro|titulo=História do Brasil|ultimo=Pombo|primeiro=Rocha|editora=W.M. Jackson inc|ano=1905|local=São Paulo|paginas=71, 72; Volume IV|acessodata=}}</ref>
 
Após a [[Independência do Brasil]], a ilha foi transferida para a [[Marinha do Brasil|Marinha]] e, a partir de [[3 de dezembro]] de [[1843]] passou a sediar o [[Corpo de Imperiais Marinheiros]].