Abrir menu principal

Alterações

9 bytes adicionados ,  08h55min de 8 de novembro de 2016
== História industrial ==
 
A primeira plantafábrica industrial a utilizar o processo Solvay foi instalada pelo próprio Ernest Solvay com o auxílio de seu irmão em Charleroi em 1864, o que ocasionou a fundação da companhia [[Solvay]], existente até os dias atuais. Sendo mais barato e menos poluente, o método se popularizou e, em 1874 os irmãos Solvay já estavam se expandindo, instalando outra planta em [[Nancy]], [[França]].
 
No mesmo ano, os irmão Solvay venderam os direitos de uso a [[Ludwig Mond]], que construiu uma plantafábrica com [[John Brunner]] em [[Winnington]], [[Inglaterra]], fundando assim a companhia ''Brunner, Mond & Co.'', foram feitas ainda diversas melhorias e aperfeiçoamentos ao processo, por parte de Mond, o que levou a uma popularização ainda maior do processo.
 
Em 1884 os irmãos Solvay licenciaram ainda a construção de uma plantafábrica em [[Nova York]], nos [[Estados Unidos]]. Ao fim da década de 1880 o processo Solvay já era responsável pela maior parte da produção mundial de Na<sub>2</sub>CO<sub>3</sub>. Porém, em 1938 foram descobertos em [[Wyoming]], Estados Unidos, grandes depósitos de [[Trona]], que permitiam a produção de Na<sub>2</sub>CO<sub>3</sub> a um custo substancialmente menor, o que levou ao fechamento da plantafábrica de Nova York em 1986, não havendo desde então nenhuma instalação a utilizar o processo Solvay nos Estados Unidos. Embora alguns outros lugares ainda possuam fontes naturais, como leitos de lagos já secos no [[Egito]] ou lagos fortemente alcalinos no [[Kenya]], no resto do mundo até hoje a maior parte da produção se dá pelo processo Solvay.
 
== Poluição ==
 
O principal resíduo do procesoprocesso é a solução de CaCl<sub>2</sub> que resta após o NH<sub>3</sub> ser regenerado. Além desta, são gerados ainda alguns resíduos da purificação da salmoura e de sobras de CaCO<sub>3</sub> que não sofreu queima perfeita no forno.
 
Quando estes resíduos são depositados em aterros, como foi o caso em Nova York, eles tendem a se infiltrar no solo e contaminar corpos d'água, o que aumenta substancialmente a sua salinidade e leva a sérios danos ao ecossistema aquático. Em contrapartida, não se conhece nenhum dano causado pelo descarte no oceano.
Utilizador anónimo