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Kleiton e Kledir Alves Ramil começaram a estudar música muito cedo e, nos [[década de 1970|anos 70]], lançaram com mais três amigos a banda [[Almôndegas]]. Foram quatro discos, uma infinidade de shows e a mudança para o [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]]. Quando o grupo se dissolveu, os irmãos decidiram prosseguir a carreira em dupla.
 
Em [[1980]] saiu o primeiro disco da dupla. O sucesso foi imediato e os shows atraíam muitos por todo o Brasil. Lançaram cinco discos (mais um em [[Língua castelhana|espanhol]]) o que lhes rendeu disco de ouro e shows nos [[Estados Unidos]], [[Europa]] e [[América Latina]]. Gravaram em [[Los Angeles]], [[Nova Iorque]], [[Lisboa]], [[Paris]], [[Miami]] e [[Buenos Aires]]. Suas composições foram gravadas por [[Simone]], [[Nara Leão]], [[MPB4]], [[Caetano Veloso]], [[Xuxa]], [[Fafá de Belém]], [[Nenhum de Nós]], [[Zizi Possi]], [[Ivan Lins]], [[Chitãozinho e Xororó]], [[Zezé di Camargo e Luciano]], [[Leonardo (cantor)|Leonardo]], [[Belchior]], [[Emilio Santiago]], [[Cláudia Leitte]] e muitos outros. Também pelo mundo afora suas músicas ganharam versões de grandes artistas, como os [[Argentina|argentinos]] [[Mercedes Sosa]] e [[Fito Páez]], a cantora [[Portugal|portuguesa]] [[Eugénia Melo e Castro]] e a [[Japão|japonesa]] [[ChileChie Sawaguchi]].
 
Kleiton & Kledir trouxeram definitivamente para a cultura brasileira a nova música gaúcha. Eternizaram um [[sotaque]] diferente, uma maneira própria de falar e cantar, com termos até então desconhecidos como "deu pra ti" e "tri legal". Segundo um crítico da época, parecia "uma dupla de ingleses, cantando numa língua que lembra o português". Acabaram se transformando em símbolos do gaúcho contemporâneo, do homem moderno do sul do Brasil, o que fez com que o governo do estado lhes conferisse o título de "Embaixadores Culturais do Rio Grande do Sul".
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