Diferenças entre edições de "Política externa do governo Barack Obama"

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Etiqueta: Possível mudança indevida de nacionalidade
 
Obama afirmou que relações próximas com uma Turquia estável, democrática e ocidentalmente orientada é importante para os interesses dos Estados Unidos. Sua administração também declarou apoio à promoção de democracia, direitos humanos e liberdade de expressão na Turquia, além de apoiar a adesão do país à [[União Europeia]].<ref>{{Citar web|url=http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/7984762.stm|título=Obama reaches out to Muslim world|publicado=''[[BBC News]]''|data=6 de abril de 2009}}</ref><ref>{{Citar web|url=http://www.barackobama.com/pdf/Fact_Sheet_Europe_FINAL.pdf|título=Fact Sheet Europe|publicado=''BarackObama.com''}}</ref>
 
=== Rússia ===
{{AP|Relações entre Estados Unidos e Rússia}}
Tensões se levantaram quando a [[Federação Russa]] se opôs à expansão da [[OTAN]] e da [[Comunidade Europeia]] em regiões anteriormente sob controle do [[Império Russo]] e da [[União Soviética]]. [[Geórgia]] e [[Ucrânia]], mais especificamente, foram os maiores pontos de conflito. Anteriormente, Obama havia defendido uma política de "reinício" de relações com a Rússia, o que ficou informalmente conhecido como "reset russo". Contudo, especialistas estadunidenses discordaram sobre os efeitos da política externa de Obama com relação à Rússia.
 
No fim de março de 2014, Obama negou que a Rússia fosse "uma [[potência regional]]" que não representasse uma ameaça de segurança aos Estados Unidos. A declaração foi posteriormente criticada por [[Putin]], que a considerou uma tentativa de provar o "[[excepcionalismo americano]]", e também pelo [[Presidente da Comissão Europeia]] [[Jean-Claude Juncker]], que afirmou ser um grande erro a afirmação de Obama.
 
Após a [[Intervenção russa na Guerra Civil Síria|intervenção militar russa na Síria em 2015]] e a alegada interferência na [[Eleição presidencial nos Estados Unidos em 2016|campanha presidencial norte-americana de 2016]], o perfil mal orientado de Obama com relação à Rússia tornou-se evidente. Em setembro de 2016, o governo estadunidense acusou publicamente a Rússia de "violações ultrajantes da lei internacional" no Oriente Médio. Em contrapartida, em novembro de 2016, o [[Kremlin]] acusou Barack Obama de tentar danificar as relações entre Rússia e os Estados Unidos, prejudicando inclusive a administração futura de [[Donald Trump]].
 
== Oriente Médio ==
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