Diferenças entre edições de "Política externa do governo Barack Obama"

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Etiqueta: Possível mudança indevida de nacionalidade
=== Rússia ===
{{AP|Relações entre Estados Unidos e Rússia}}
Tensões se levantaram quando a [[Federação Russa]] se opôs à expansão da [[OTAN]] e da [[Comunidade Europeia]] em regiões anteriormente sob controle do [[Império Russo]] e da [[União Soviética]]. [[Geórgia]] e [[Ucrânia]], mais especificamente, foram os maiores pontos de conflito. Anteriormente, Obama havia defendido uma política de "reinício" de relações com a Rússia, o que ficou informalmente conhecido como "''reset'' russo".<ref>{{Citar web|url=https://www.theguardian.com/world/2009/jul/07/barack-obama-russia-moscow-speech|título=Obama calls for "reset" in US-Russia relations|publicado=''[[The Guardian]]''|data=7 de julho de 2009}}</ref><ref>{{Citar web|url=http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1032191-5602,00-HILLARY+CLINTON+OFERECE+BOTAO+DE+REINICIO+A+RUSSIA.html|título=Clinton oferece botão de reinício à Rússia|publicado=''[[G1]]''|data=6 de março de 2009}}</ref> Contudo, especialistas estadunidenses discordaram sobre os efeitos da política externa de Obama com relação à Rússia.<ref>Ruth Deyermond, "Assessing the reset: successes and failures in the Obama administration's Russia policy, 2009–2012," European Security (Dec 2013)</ref>
 
No fim de março de 2014, Obama negou que a Rússia fosse "uma [[potência regional]]" que não representasse uma ameaça de segurança aos Estados Unidos.<ref>{{Citar web|url=https://www.theguardian.com/world/2014/mar/25/barack-obama-russia-regional-power-ukraine-weakness|título=Barack Obama: Russia is a regional power showing weakness over Ukraine|publicado=''The Guardian''|data=25 de março de 2014}}</ref> A declaração foi posteriormente criticada por [[Putin]], que a considerou uma tentativa de provar o "[[excepcionalismo americano]]",<ref>{{Citar web|url=http://kremlin.ru/events/president/news/51155|título= Интервью немецкому изданию Bild. Часть 2|publicado=[[Kremlin]]}}</ref><ref>{{Citar web|url=https://rbth.com/news/2016/01/12/putin-disagrees-with-obama-over-russias-regional-status-us-exceptionalism_558563|título=Putin disagrees with Obama over Russia's regional status|publicado=''Russia Beyond the Headlines''|data=12 de janeiro de 2016}}</ref> e também pelo [[Presidente da Comissão Europeia]] [[Jean-Claude Juncker]], que afirmou ser um grande erro a afirmação de Obama.<ref>{{Citar web|url=http://www.euronews.com/2016/11/26/global-conversation-exclusive-interview-with-european-commission-president-jean|título=Exclusive Interview with European Commission President Jean-Claude Juncker|publicado=''Euro News''|data=26 de novembro de 2016}}</ref>
 
Após a [[Intervenção russa na Guerra Civil Síria|intervenção militar russa na Síria em 2015]] e a alegada interferência na [[Eleição presidencial nos Estados Unidos em 2016|campanha presidencial norte-americana de 2016]],<ref>{{Citar web|url=https://www.ft.com/content/c596c0a8-a278-11e6-82c3-4351ce86813f|título=US election: The Russia factor: Officials say Moscow's interference is unprecedented. Has the Kremlin achieved its goal?|publicado=''The FT''|data=4 de novembro de 2016}}</ref> o perfil mal orientado de Obama com relação à Rússia tornou-se evidente. Em setembro de 2016, o governo estadunidense acusou publicamente a Rússia de "violações ultrajantes da lei internacional" no Oriente Médio.<ref>{{Citar web|url=http://www.voanews.com/a/kerry-calls-for-war-crimes-probe-into-russian-activity-in-syria/3541086.html|título=US-Russian Feud Over Syria Escalates with Talk of War Crimes|publicado=''VOA News''|data=10 de julho de 2016}}</ref> Em contrapartida, em novembro de 2016, o [[Kremlin]] acusou Barack Obama de tentar danificar as relações entre Rússia e os Estados Unidos, prejudicando inclusive a administração futura de [[Donald Trump]].<ref>{{Citar web|url=https://www.washingtonpost.com/world/europe/kremlin-obama-team-trying-to-damage-ties-with-russia/2016/11/17/af64d55a-acd6-11e6-8f19-21a1c65d2043_story.html|título=Obama trying to damage ties to Russia|publicado=''[[The Washington Post]]''|data=17 de novembro de 2016}}</ref>
 
=== Crise da Ucrânia ===
{{AP|Protestos pró-russos na Ucrânia em 2014}}
Em meio ao turbilhão de protestos conhecidos como ''[[Euromaidan]]'', entre [[novembro]] de [[2013]] e [[fevereiro]] de [[2014]], a Adminsitração Obama apoiou fortemente o novo governo de [[Arseniy Yatsenyuk]]. Após as operações russas de ocupação da [[Crimeia]], Obama advertiu Moscou do que chamou de "severas consequências" caso um processo de anexação fosse efetivado, o que veio a acontecer de fato. Desde então, todas as negociações entre os dois países têm falhado. Em [[18 de dezembro]] de [[2014]], Obama assinou uma lei proposta pelo senador [[Bob Menendez]] garantindo apoio estratégico a governo ucraniano em questões de soberania e territorialidade.
 
== Oriente Médio ==
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