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== História ==
Suas cores oficiais são [[preto]] e [[branco]]. Manda seus jogos no [[Estádio Odair Gama]], inaugurado em [[14 de dezembro]] de [[1969]], com capacidade para 10.000 pessoas.
[[Ficheiro:Entrerieense-500x356.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|375x375px|O time de 1959 sendo homenageado pela conquista internacional]]
A história do '''''Entrerriense Futebol Clube''''' se remete a fatos históricos, que antecedem à própria história da emancipação político-administrativa do '''Município de Três Rios''' (com 78 mil habitantes; e fica a 125 km da capital do Rio), fundado em 1938. E logo de cara, percebe-se o sentimento da cidadania trirriense, registrado no nome da entidade esportivo-social, criada na época em que esta terra era então o '''Distrito Entre-Rios''', pertencente à Paraíba do Sul.
 
Conhecido também como Galo Carijó tem em seu maior rival, o América Trirriense, que divide [[Três Rios]] em Alvi-negros e Alvi-rubros, um grande Derby local, que por décadas agita a cidade e região.
Daí o nome '''''Entrerriense Futebol Clube'''''. Constatação que reflete a importância social da instituição na própria história do surgimento da cidade, com a qual antecipadamente se mescla. Ao relembrar a trajetória dos 80 anos de existência do '''''Entrerriense FC''''', nos deparamos com acontecimentos e personalidades de grande importância na formação do nosso povo, da nossa história (vale repetir), e da nossa cultura.
 
PoucosAs sabem,maiores masconquistas do o '''''Entrerriense''''' possui umaforam conquista internacional. O caneco aconteceu noo Torneio de Inverno Pablo Hierro (ESP) de [[1959]], quetendo contoucomo com a participação doparticipantes: Las Palmas/ESP (vice), FC Heirnburg/ALE (3º), Seixas EC/BRA (4º), Huracán/URU, Recreativo Nuñes/ESP, Estrela/BRA e Deportivo Luna/URU. Além do título teve também o artilheiro da competição Semir. Conquistou também os Campeonatos Estaduais do Rio de Janeiro da Terceira Divisão em [[2001]] e da Segunda Divisão em [[2002]].
A convivência social é uma característica humana. São os relacionamentos que formam as famílias, as comunidades e a sociedade como um todo. Sem que grupos e indivíduos percam suas características próprias, até mesmo pelo direito de individualidade das pessoas.
 
Foram seis longos anos de sofrimento para a cidade de Três Rios. O departamento de futebol profissional chegou a fechar as portas com o rebaixamento do Entrerriense em 1995. Mas essa triste história já está sepultada. Três Rios comemorou o sucesso de seus heróis, que derrotaram o Serrano em Petrópolis por 2 a 1, chegaram aos 27 pontos e conquistaram o título da Seletiva para a Primeira Divisão estadual. A guerra foi árdua. Foram quase 270 dias de disputas, fase em que o Entrerriense jogou 40 vezes e enfrentou 18 adversários diferentes. "Quase nove meses de competição, mas o parto foi um sucesso", resumiu o diretor Anselmo Paiva. Os últimos 90 minutos dos cerca de 3.600 jogados talvez não tenham sido os mais complicados, porém, foram os mais dramáticos. Onze guerreiros de azul do Serrano lutaram até o último segundo, apesar de já estarem eliminados, e valorizaram a conquista do Entrerriense. No início, a equipe alvinegra parecia pronta para decidir a partida. Zé Carlos aproveitou uma falha de Adriano e abriu o marcador, aos seis minutos. Mas as aparências inicais não se confirmaram. Valente, o Serrano recusava-se a tombar. Aos 31, teve o prêmio pela ousadia, quando Lucas tocou a bola de cabeça para a rede de João Paulo. No segundo tempo, o Serrano pagou o preço por ter recebido tantos cartões amarelos na etapa inicial. Após uma falta dura, Luiz Carlos recebeu a segunda advertência e fez o sinal característico de roubo. A expulsão esfriou o Serrano. O Entrerriense se lançou desesperadamente ao ataque com a entrada de Clayton e Marcelinho e acabou premiado. Zé Carlos chegou ao gol do título aos 26 minutos, após boa joganda de todo o ataque. "Minha permanência aqui depende das propostas", disse o atacante tão logo o jogo terminou, dando esperanças à torcida do Entrerriense.
Por isso afirmam que quem aprende a conviver com as diferenças, além de praticar a correta postura civil da democracia, do respeito ao cidadão, ao semelhante, conquista o equilíbrio necessário para evoluir e alcançar a eternidade.
 
Em 2002, manteve praticamente o mesmo time que conquistou a seletiva carioca. Destaque para os jogadores Zé Carlos e Reginaldo. William, Givanildo, Paulo Roberto, Júnior e Maciel, Da Silva, Wagner, Amarildo(Marcelinho), Nielsen(Raphael), Reginaldo(Lima) e Zé Carlos. Téc. Ricardo Barreto.
Na elite do futebol carioca, o '''''Entrerriense Futebol Clube''''' participou em três oportunidades: 1993 (terminou na 11ª posição); 1995 (fez a sua melhor campanha, ficando em 8º lugar); e 2002 (quando acabou na 12ª colocação).  No total, foram 61 jogos, com 11 vitórias, 15 empates e 35 derrotas; marcando 57 gols e sofrendo 124.
 
== Títulos de Carijosão ==
== 1993: Galo carijó vence o vasco da gama ==
O título já existe a mais de 40 anos, mas somente em 2010 ele foi implementado pela diretoria do clube. O Carijosão é uma forma de reconhecimento àqueles que se doaram inteiramente por amor ao Entrerriense
O ano de 1993, a cidade de Três Rios, no Centro-Sul Fluminense, vivenciava o maior momento do futebol local. Os dois clubes profissionais da cidade, América-TR e Entrerriense, estavam ao lado dos principais clubes do estado do Rio de Janeiro, na Primeira Divisão do Campeonato Carioca daquele ano. O América-TR completava sua quarta participação no Estadual e de forma consecutiva desde o ano de 1990, enquanto o Entrerriense era o caçula da competição.
 
== Ficha Tecnica Campeão Carioca Serie B ==
No entanto, quis o destino que no ano de realização do clássico trirriense na elite do futebol do Rio de Janeiro, as duas equipes caminhariam sobre brasas e colecionariam derrotas no certame. Coerentemente, o clássico local ficou num triste 0 a 0 pelos idos da 6ª rodada da Taça Guanabara. O rebaixamento do América-TR ficou praticamente selado logo após a 4ª rodada do turno, devido o time rubro sofrer uma punição que impunha a perda de 10 pontos pela escalação irregular do atleta Juarez. Assim, o América-TR passou a somar -9 pontos no certame, já que possuía apenas um ponto conquistado
 
SERRANO - Adriano, Pires (Luciano Pires), Wellington, Carlão e Alessandro; Lucas (Anderson), Cruzick, Luiz Carlos e Ronaldo; Eduardo (Maicon) e Tobias. Técnico: Gilberto Coroa.
Pelo lado alvinegro da cidade, a coisa não era tão melhor não. Apesar de não ter dado motivos à perda de pontos fora das quatro linhas, dentro delas o Entrerriense os viam serem levados pelos adversários rodada pós rodada. Se olharmos os nove primeiros jogos do time na Taça Guanabara, o que era a maior parte do total, vemos que o Galo Carijó somava apenas três pontos ganhos, provenientes de três empates de zero, diante de Bangu, América-TR e Volta Redonda. Situação calamitosa que lhe dava a penúltima colocação do campeonato, dentro da zona de rebaixamento, junto ao América-TR, lanterna. A salva guarda era a pequena diferença de pontos para São Cristóvão (dois pontos) e Olaria (três pontos), ambos os últimos fora da zona de degola.
 
ENTRERRIENSE - João Paulo, Alex, Paulo Roberto, Júnior e Maciel; Da Silva (Clayton), Wagner, Amarildo (Lima) e Nielsen; Marcão (Marcelinho) e Zé Carlos. Técnico: Ricardo Barreto.
Mas o tempo era curto, pois faltavam apenas dois jogos para evitar que a carruagem do Galo Carijó virasse abóbora e assim a equipe voltasse à Segunda Divisão. Para impedir isso, na semana do jogo contra o Vasco da Gama, decisivo para ambos os lados, fez se necessária a troca do cargo de treinador, onde saiu Gilson Gênio e entrou Oton Valentim. Para a batalha de um pequeno na luta pela permanência contra um gigante que vislumbrava a Taça Guanabara e a sedimentação do bicampeonato estadual, era necessário um forte comprometimento. Nessa variante, o técnico Oton Valentim afastou cinco atletas na véspera do jogo decisivo, por estarem mais ligados nas farras da noite de Três Rios do que no jogo dominical.
 
== 80 anos do galo carijo! ==
Com cinco modificações com relação ao time que vinha jogando com Gilson Gênio, o Entrerriense entrou no gramado do estádio Odair Gama, disposto a fazer história: vencer pela primeira vez no Estadual e salvar a equipe do rebaixamento. As arquibancadas estavam lotadas, não havia mais espaço, o torcedor Carijó fazia seu último esforço para ajudar a tirar o Entrerriense dessa incômoda situação. A estratégia do Galo Carijó era partir para o ataque desde o início, marcar um gol e depois se fechar com solidez na defesa, buscando os contragolpes. A estratégia do time de Oton Valentim pegou o Vasco de surpresa, ainda atordoado com a perda de longa invencibilidade na derrota para o Americano na rodada anterior e perseguindo desesperadamente o Fluminense, líder da Taça Guanabara, o cruzmaltino era envolvido em campo.
As comemorações pela passagem dos 80 anos de fundação do Entrerriense Futebol Clube nos remete a fatos históricos, que antecedem à própria história da emancipação político-administrativa do município de Três Rios, igualmente festejando 67 anos neste mês de dezembro. E logo de cara, percebe-se o sentimento da cidadania trirriense, registrado no nome da entidade esportivo-social, criada na época em que esta terra era então o Distrito Entre-Rios, pertencente a Paraíba do Sul. Daí o nome Entrerriense Futebol Clube. Constatação que reflete a importância social da instituição na própria história do surgimento da cidade, com a qual antecipadamente se mescla. Ao relembrar a trajetória dos 80 anos de existência do Entrerriense FC, nos deparamos com acontecimentos e personalidades de grande importância na formação do nosso povo, da nossa história (vale repetir), e da nossa cultura. A convivência social é uma característica humana. São os relacionamentos que formam as famílias, as comunidades e a sociedade como um todo. Sem que grupos e indivíduos percam suas características próprias, até mesmo pelo direito de individualidade das pessoas. Por isso afirmam que quem aprende a conviver com as diferenças, além de praticar a correta postura civil da democracia, do respeito ao cidadão, ao semelhante, conquista o equilíbrio necessário para evoluir e alcançar a eternidade. De acordo com memórias, nascido no antigo Campo da Central, no Morro Áureo, hoje endereço do Ciep Hilda Caldas, no centro da cidade, o Entrerriense Futebol Clube, carinhosamente chamado de Carijó por defender as cores preto e branco, exercendo sua missão esportivo e social, parece trilhar esta estrada, onde não falta nunca disposição para recomeçar sempre que necessário, descobrindo e criando oportunidades, como o atual trabalho de retorno à elite do futebol estadual, “de onde nunca deveria ter saído” conforme afirmou o presidente Paulinho Reis, através da parceria com o Paraíba do Sul FC, presidido por José Rubem Pontes de Souza, o Rubinho, diretor-presidente do Entre-Rios Jornal. Parabéns Entrerriense Futebol Clube, pelos 80 anos e pelo exemplo.
 
No momento se encontra licenciado das disputas de caráter profissional promovidas pela  [[FFERJ]].
O Entrerriense dominava os setores e tinha como maestro o meio-campista Pintinho, que foi um dos que entraram às pressas no time. Pintinho esbanjava habilidade e técnica na partida, a qual não demorou muito e viu os donos da casas inaugurarem o marcador aos 12 minutos da etapa inicial. Após falha grotesca do zagueiro Jorge Luís, Anderson recebeu dentro da área e  chutou cruzado no canto direito de Carlos Germano,  fazendo Entrerriense 1 a 0. Era tudo que o time carijó necessitava. A partir daí, o Entrerriense começou a buscar contragolpes fulminantes e a observar o Vasco tropeçar em suas próprias pernas no campo do Odair Gama. Porém, se mais gols pelo lado anfitrião não saíram no primeiro tempo, credita-se a boa atuação do goleiro Carlos Germano e dá má pontaria da frente ofensiva trirriense.
 
No segundo tempo, a sinfonia era a mesma. Abusando das falhas defensivas e sem evolução do meio pro ataque, o Vasco seguia dominado pelo Entrerriense, que cansava de perder gols. Como quem não faz, leva – assim diz o ditado – aos 24 minutos, Bismarck recebeu bola em posição duvidosa e colocou no fundo das redes do arqueiro Nilson. 1 a 1. Era o injusto empate vascaíno, que gelava a espinha do torcedor carijó e o fazia lamentar os gols perdidos pelos atacantes do seu time. Ainda assim havia um resto de galhardia, que fez o time liderado em campo por Pintinho, buscar nos minutos finais a sua justiça. Aos 41 minutos,  também em posição duvidosa, Silas recebeu dentro da grande área e venceu o paredão Carlos Germano. Bola no fundo do gol. Entrerriense 2 a 1 e fim de papo. Explosão da torcida local, que carregou sobre os ombros os seus heróis locais, que aumentaram o martírio cruzmaltino naquela Taça Guanabara.
 
Na última rodada, nova vitória do time carijó, sendo que sobre o Americano em Campos pelo placar de 1 a 0. No entanto, o time não conseguiu evitar o descenso, já que São Cristóvão e Olaria pontuaram de tal modo, que deixaram em vão os esforços de Pintinho, Silas, Ricardo e Cia. Mas a grande vitória sobre o Vasco da Gama, que acabaria ao final de tudo sendo bicampeão estadual em 1993, fez com que a estreia do Entrerriense na Primeira Divisão valesse a pena e consolidando que o dia 04 de abril de 1993
 
Em 1993, o time-base foi: Nilton, Claudinei, Cadão, Paulo Ramos e Mazinho; Murilo, Zanon, Luciano (Júnior) e Pintinho; Ânderson e Ricardo (Silas).
 
== 1995: Empate fora de casa contra o campeão brasileiro ==
Em 1995, o time-base foi: Jefferson, Claudinei, Simão, Brasília e Mazinho; Cadão, Flavinho, Renatinho (Carlinhos) e Joãozinho (Nil); Alexandre e Quarentinha. Nesse ano, o resultado marcante foi o empate com o Botafogo em 1 a 1 (no dia 6 de fevereiro de 1995), em pleno Estádio Caio Martins, em Niterói. Vale lembrar que meses depois o Botafogo se sagraria campeão Brasileiro em cima do Santos.
 
== 2002: Empate contra flamengo e botafogo ==
Foram seis longos anos de sofrimento para a cidade de Três Rios. O departamento de futebol profissional chegou a fechar as portas com o rebaixamento do Entrerriense em 1995. Mas essa triste mudou em 2002, quando o '''''Entrerriense''''' derrotou o Serrano, em Petrópolis, por 2 a 1, faturando título da Seletiva para a Primeira Divisão estadual. A guerra foi árdua.  Foram quase 270 dias de disputas, fase em que o Entrerriense jogou 40 vezes e enfrentou 18 adversários diferentes.
 
Em 2002, o time-base foi: Fábio Carvalho (João Paulo), Raimundo (Nielsen), Paulo Roberto, Júnior (Roni) e Maciel (Fabrício / Alex); Valdemir (Da Silva), Vagner Vizzotto (Fábio), Dorgival (Rafael / Rodrigo) e Wilson Surubim (André); Reginaldo (Marcelinho / Marcão) e Vagner Carioca (Zé Carlos). Técnico: Ricardo Barreto. Os melhores resultados foram os empates contra o Flamengo e Botafogo, ambos por 1 a 1, em Três Rios, nos dias 7 de março e 8 de maio, respectivamente.
 
No momento se encontra licenciado das disputas de caráter profissional promovidas pela [[FFERJ]].
 
==Títulos==
Poucos sabem, mas o '''''Entrerriense''''' possui uma conquista internacional. O caneco aconteceu no Torneio de Inverno Pablo Hierro (ESP) de 1959, que contou com a participação do Las Palmas/ESP (vice), FC Heirnburg/ALE (3º), Seixas EC/BRA (4º), Huracán/URU, Recreativo Nuñes/ESP, Estrela/BRA e Deportivo Luna/URU. Além do título teve também o artilheiro da competição Semir.
 
===Internacionais===
* {{BRA}}{{ESP}}{{URU}}{{ALE}} - Torneio de Inverno Pablo Hierro ([[1959]]);
 
★ Copa Regional de Futebol Sub-12 (2008)
 
== Estadio e sede ==
O '''''Entrerriense''''' manda os seus jogos no '''Estádio Odair Gama''', inaugurado em 14 de dezembro de 1969, com capacidade para 10.000 pessoas. O seu maior rival é o '''''América''''', que divide Três Rios em Alvinegros e Alvirrubros, um grande Derby local, que por décadas agita a cidade e região.
 
A sua Sede fica na Rua Carlos Ribas, 98 – no Centro de Três Rios.
 
==Histórico em competições oficiais==