Diferenças entre edições de "Materialismo"

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== Teses ==
[[Imagem:Marx color2.jpg|thumb|direita|200px|Karl Marx.]]
Os limites do materialismo provêm essencialmente dos conceitos que são forjados inicialmente e que provocam bloqueios quando se cristalizam por uma razão ou outra (crenças diversas). Mas para avançar no conhecimento, é necessário imaginar noções que vão necessariamente preceder a busca, dirigi-la até fazer com que sejam abandonadas as demais hipóteses. Para evitar esses bloqueios é necessário raciocinar ponderando as hipóteses, cujo valor é sempre inferior a 100%, enquanto que o valor de uma crença é sempre de 100% sem demonstração.
 
O pensamento funciona seguindo o princípio do dicionário, isto é, todas as definições necessitam ser expressas em palavras que, por sua vez, possuem outras definições que são expressas por meio de outras palavras, e assim por diante. Se o usuário não tivesse uma referência externa, ele não poderia compreender nenhuma definição do dicionário. Deste modo, cada ser humano utiliza seu sistema nervoso para definir o mundo, que, por sua vez, deve ser percebido anteriormente por aquele mesmo ser humano, o que lhe possibilitará definir os outros elementos que ele percebe.
 
A única maneira que o ser humano tem de acreditar que ele pode sair desse círculo vicioso é o consenso que ele tem com os outros seres humanos.
Entretanto, a disjunção entre o mecanismo (a matéria) e a sensação introduz um dualismo no centro do materialismo.
 
Mas a sensação é resultado do processo mecânico e se "revela" através do eu, que é matéria. Depende essencialmente da origem da percepção e coloca em jogo captadores, assim como as redes neurais, até o sistema motor. (i.e. É preciso tentar resolver os problemas com aquilo que temos à mão antes de colocar em jogo um fenômeno mais complexo. [[Navalha de Occam]].)
 
A localização do pensamento não é uma tese propriamente materialista, é uma questão que já havia sido levantada pelo platonismo, por exemplo. Se o pensamento necessita de mecanismos, estes não são necessariamente materiais.
É necessário evocar tanto a estabilidade quanto a instabilidade, a memória e a aprendizagem, em todos os casos, com materialismo ou não, para compreender o encaminhamento desta tese.
 
Navalha de OccamOc: É melhor partir do mais simples antes de fazer postulados que aumentam a dificuldade de compreensão. E, sobretudo, os postulados deveriam ser apenas postulados, para não serem pretextos para guerras ideológicas. Esta tese não é uma prova, mas apenas uma tentaviatentaria de descrição para iniciar a discussão e facultar àqueles que desejem ir além nas pesquisas, a possibilidade de realizar um algoritmo do pensamento sobre bases materiais. Como poderiam pesquisar se se lhes nega a pesquisa ao supor uma extrapolação sem provas. Senão, como é que os informatasinformaras poderiam fazer pesquisas em intelligênciainteligência artificial?
 
=== Outras teses ===
Um cálculo de processo de dados usa a matéria, porém uma fala sobre o software ou o software inglês para o opôr ao material ou à ferragem. Como descrever o processo de cálculo de processo de dados? O sentimento que é um processo resultando da matéria, lá é possibilidades fortes de modo que uma possa reproduzir os sentimentos que partem dos mecanismos à excepção de biológico. Mas há um ponto em que é necessário insistir, ele está que nós nunca saberemos se um mecanismo testar sentimentos. Nós teremos nunca mas a palavra dos seres biológicos ou mecânicos para reivindicar que têm sentimentos. Com menos naturalmente do que um mostra a prova com a sustentação do que são os mecanismos dos sentimentos. Para o momento nós admitimos somente em uma maneira consensual que nós temos sentimentos, e é ainda uma suposição de dizer que nossos sentimentos (coloridos, som, etc..) seja idêntico entre indivíduos. O sentimento é um processo difícil de conceive uma vez, mas não o pensamento que um extraiu os sentimentos deles. O pensamento controla os sentimentos. É necessário naturalmente diferenciar o pensamento dos sentimentos, se.não um não pode incluir/entender. Os sentimentos são de estática, estes são os processos que provavelmente todos os animais que têm um sistema nervoso sabem. O pensamento é um não mecanismo ativo, mas um mecanismo resultante.
 
O pensamento, inteligência, conscienceconsciente, atenção, sentimento, percepção são mecanismos inextricavelmente dependentes. Estas palavras velhas pertencem ao corredor da língua, um não pode fazer a confiança do começo em suas definições, nem em seus mecanismos supostos. É necessário esperar a prova dos modelos válidos.
 
Estes mecanismos são inextricavelmente dependentes porque são mal analisados. O reanalisador é necessário para desatar os nós feitos por nossos predecessores. Para progredir no conhecimento deve melhorar faz suposições, suposições. As suposições precedem sempre a pesquisa e assim os resultados, podem assim ser somente "prematuros".
 
O ponto da vista deste thesistoes é que o pensamento não está em um mais baixo nivelado do que aquele das redes neural. Assim é útil recordar que os princípios da evolução intervêm ao mesmo tempo no nível macroscópico e no nível microscópico (celulares), mas que o pensamento era instalação durante o tempo e suportava o corpo em sua totalidade, e para suportar não precisamente a sobrevivência ou a longevidade de cada tipo de pilhas. Algumas de nossas pilhas vivem algumas horas, outras diversos meses, e mesmo diversos anos.
 
O pensamento é um mecanismo total, que ajustado uma vez acima, feito lhe possível resolver problemas macroscópicos. Forneceu assim às pilhas do conjunto (o corpo) dos meios de preservar a condição corrosiva. O pensamento feito exame neste sentido difere mal da inteligência.
 
A fim resolver um problema que vem da parte externa que eu necessito a perceber (sensores apropriados) e reagir adequadamente (sistema muscular). É bastante a um mecanismo da conexão entre os dois, isto é um sistema dirigindo-se, sofisticado mais ou mais menos de acordo com a resposta para trazer, conseqüentementeconsequente a percepção para o alvo muscular. Este sophisticationisolacionístico transformar-se-á o que nós nos chamamos o pensamento de acordo com a complexidade dos sistemas nervosos durante a evolução.
 
Não há nenhuma razão supôr que o pensamento está ficado situado em um detalhe dos internos do corpo, melhor que no sistema nervoso em sua totalidade que pode ser feita exame como um corpo noneself. As explanações válidas para uma seriam ele para diferente, mas deve ser cliente prendido devido ao fato que a inteligência era instalação para ajudar à unidade e não para somente uma pilha. É "mim" total que pensa, e não um corpo interno. Se a inteligência poderia existir em uma pilha porque não seria expressada desde 3 bilhão anos em um monocellulairemonocelular ser? Se fosse praticável a probabilidade jogaria fortemente neste favor. Mais um sistema é complexo mais que tem possibilidades: Eu sou um conjunto das pilhas mais complexas do que somente uma pilha. O problema é a instabilidade dos sistemas complexos. Especifica-se que o corpo inteiro (o sistema nervoso) está considerado como um corpo... O pensamento não é um corpo que é o resultado de um trabalho dos neurônios, percepções e sistema muscular. O pensamento não faz qualquer coisa, ele não está agindo, ele é o resultado dos mecanismos. O pensamento é uma palavra para indicar o todo dos mecanismos que a constitui. Quando um descreve cada mecanismo separada, um terá descrito o pensamento. (esta tese é completamente o materialista, c.a.d. não suponha que a existência de uma vontade livre que faça esse o pensamento está agindo através da vontade (sempre de acordo com o princípio da simplicidade ou o razor de Occam).).
 
O mecanismo do pensamento deve resultar das conexões entre pilhas desde que o corpo humano é um todo de pilhas associadas. Não pode ser dentro das pilhas, mesmo se o mecanismo limpo das pilhas intervem nos riscos do pensamento, c.a.d. no tratamento das conexões. Se o mecanismo do pensamento dever resultar das conexões entre pilhas desde que o corpo humano é um todo de pilhas associadas, não é reduzido à única matéria, e se reintroduz um dualismo do formulário tradicional forma/matéria, que não está nem no espiritualista nem no materialista.