Diferenças entre edições de "Pegu"

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Durante o reinado de [[Rajadhirat]] ([[1383]] - [[1421]]), Pegu esteve em guerra contínua com o reino Birmanês de [[Ava (Birmânia)|Ava]]. O reinado da Raínha [[Baña Thau]] (em birmanês ''Shin Saw Bu'', [[1453]]-[[1472|72]]) foi, porém, em geral, pacífico. Ela escolheu o monge budista [[Dhammazedi]] para lhe suceder ([[1472]]-[[1492|92]]). Com ele, Pegu transformou-se num centro de comércio e do [[budismo teravada]].
 
A região cai de novo sob dominação birmanesa em [[1539]], anexada pelo rei [[Tabinshwehti]]. Os soberanos da [[dinastia Taungû]] fazem de Pegu sua capital, mas perdem-na em [[1599]], para mais tarde a recuperarem de novo, em [[1613]], com a queda de [[Sirião]] do [[Descobrimentos portugueses|português]] [[Filipe de Brito e Nicote]]. Salvador Ribeiro de Sousa distinguiu-se com um punhado de homens, desbaratando uma esquadra de mais de 1000 barcos e 40.000 homens que o cercavam, que acabaram por retirar depois de muitas baixas. A fama desta e outras proezas correu o Indo-China e os habitantes de [[Pegu]] deram a sua Corôa a este guerreiro português, na ausência de Picote. As façanhas de Salvador Ribeiro de Sousa deram pretexto para assunto de [[romance em verso]] de Morais Sarmento, intitulado "O Massinga". Utilisam-na, a partir de então, como base para incursões sobre o [[Sião]]. A vila é um porto importante, frequentado por muitos europeus, nomeadamente portugueses, mas muito exposta a ataques: os birmaneses transferem, então, de novo, a sua capital para [[Ava (Birmânia)|Ava]] em [[1634]].
 
Em [[1740]], os [[Povo Mon|Môns]] revoltam-se e conhecem um breve período de independência, mas o rei birmanês [[Alaungpaya]] saqueia e destroi completamente e cidade em [[1757]].
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