Abrir menu principal

Alterações

9 307 bytes adicionados ,  21h49min de 6 de janeiro de 2017
Reforma geral
{{Info/Guerra
|conflito = Guerra Romanoromano-Síriaselêucida
|parte_de =
|imagem = [[Image:Roman-Syrian-War it.png|400px]]
|legenda = Mapa da [[Ásia Menor]] e da região ao seu redor após o conflito.
|data_início = {{dtlink|||-192}}
|data = 192 - 188 a.C.
|data_fim = {{dtlink|||-188}}
|local = [[Grécia]] e [[Ásia Menor]]
|coordenadas =
|status =
|resultado = Vitória da coalizão anti-Síria, romana<br>[[Tratado de Apameia]]
|território = [[Cária]], [[Lícia]] (a sul do [[rio Meandro]]), e terras ao norte do Meandro até os [[montes Tauro]] e [[Pérgamo]]
|combatente1 = {{nowrap|{{flagicon|República Romana}} [[República Romana]]}}<br />{{nowrap|{{noflag}} [[Liga Aqueia]]}}<br />{{nowrap|{{noflag}} [[Reino da Macedônia]]}}<br />{{nowrap|{{noflag}} [[Reino de Pérgamo]]}}<br />{{nowrap|{{noflag}} [[Rodes (cidade)|Rodes]]}}
|combatente1 = [[Império Selêucida]],<br />[[Liga Etólia]],<br />[[Atamânia]]
|combatente2 = {{nowrap|{{noflag}} [[RepúblicaImpério RomanaSelêucida]],}}<br />{{nowrap|{{noflag}} [[Liga AqueiaEtólia]],}}<br />[[Macedônia Antiga{{nowrap|Macedônia]],<br{{noflag}} />[[Reino de Pérgamo]],<br />[[RodesAtamânia]]}}
|comandante1 = {{nowrap|{{flagicon|República Romana}} [[Lúcio Emílio Regilo]]}}<br />{{nowrap|{{flagicon|República Romana}} [[Cipião Asiático]]}}<br />{{nowrap|{{noflag}} [[Eumenes II|Eumenes II de Pérgamo]]}}<br />{{nowrap|{{noflag}} [[Filipe V da Macedônia]]}}
|comandante1 = [[Antíoco, o Grande]],<br />[[Aníbal]]
|comandante2 = {{nowrap|{{noflag}} [[Lúcio Emílio Regilo]]Antíoco,<br />[[Cipiãoo AsiáticoGrande]],}}<br />[[Eumenes II{{nowrap|Eumenes{{noflag}} II de Pérgamo]],<br />[[Filipe V da MacedôniaAníbal]]}}
|força1 =
|força2 =
|vítimas2 =
}}
A '''Guerra Romanoromano-Síriaselêucida''', ([[192 a.C.]] - [[188 a.C.]]),conhecida também conhecida como '''Guerra deromano-síria''', Antíoco'''Guerra Síria''' ou '''Guerra Síriade Antíoco''', foi um [[guerra|conflito militar]] entre duas coalizões lideradas respectivamente pela [[República Romana]] e pelo [[Império Selêucida]],. governadoA àguerra épocase pordesenrolou [[Antíocoentre III192 Magnus|Antíoco,e o188 Grande]]a.C. Suasnos batalhasterritórios foram travadas nada [[Grécia]], no [[mar EgeuAntiga|Grécia]] e nada [[Ásia Menor]].
[[Imagem:Map Macedonia 200 BC-pt.svg|305px|thumb|[[Grécia]] e o [[Mar Egeu|Egeu]] às vésperas da [[Segunda Guerra Macedônia]] (200 a.C.).]]
 
Esta guerra foi uma consequência direta da escalada de tensões entre romanos e selêucidas iniciada em 196 a.C.. Neste período, as duas potências mediterrâneas tentaram assegurar suas [[esfera de influência|esferas de influência]] firmando alianças com diversas potências menores gregas. O conflito terminou em uma clara vitória romana, firmada no [[Tratado de Apameia]]. Pelos seus termos, os selêucidas perderam todas as suas possessões na Ásia Menor, que passou para o controle dos aliados de Roma. Como resultado principal da guerra, a República Romana conseguiu afirmar sua hegemonia sobre a Grécia e a Ásia Menor, isolando-se como a última grande potência no [[Mediterrâneo]] ocidental.
A '''Guerra Romano-Síria''' ([[192 a.C.]] - [[188 a.C.]]), também conhecida como '''Guerra de Antíoco''' ou '''Guerra Síria''', foi um [[guerra|conflito militar]] entre duas coalizões lideradas respectivamente pela [[República Romana]] e pelo [[Império Selêucida]], governado à época por [[Antíoco III Magnus|Antíoco, o Grande]]. Suas batalhas foram travadas na [[Grécia]], no [[mar Egeu]] e na [[Ásia Menor]].
 
== Prelúdio ==
Esta guerra foi a consequência derradeira de uma "guerra fria" existente entre as duas potências, iniciada já em [[196 a.C.]]. Neste período romanos e selêucidas vinham tentando criar [[esferas de influência]] através de alianças com as forças [[Grécia Antiga|gregas]] da região.
O primeiro contato de [[Antíoco III, o Grande]], o imperador selêucida, com a Grécia foi uma aliança com o rei [[Filipe V da Macedônia]] em 203 a.C.<ref name="Green304">Green, ''Alexander to Actium: The Historical Evolution of the Hellenistic Age'', 304</ref>. Este tratado determinava que os dois se ajudariam mutuamente na conquista das terras do jovem [[faraó]] [[Egito ptolemaico|ptolemaico]] [[Ptolemeu V]]<ref name="Green304"/>.
 
Roma, por sua vez, se envolveu nos assuntos internos da região em 200 a.C., quando dois de seus aliados, o [[Reino de Pérgamo]] e a [[Rodes (cidade)|ilha de Rodes]], que já haviam combatido Filipe na [[Guerra Cretense (205-200 a.C.)|Guerra Cretense]], pediram ajuda aos romanos<ref name="Livy 31.14">[[Lívio]], ''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]'' [http://mcadams.posc.mu.edu/txt/ah/Livy/Livy34.html XXXI.14]</ref>. Em resposta a este apelo, os romanos enviaram um exército até a Grécia e atacou os macedônios. A [[Segunda Guerra Macedônica]] durou até 196 a.C. e terminou efetivamente quando os romanos e seus aliados, incluindo a [[Liga Etólia]], derrotaram Filipe na [[Batalha de Cinoscéfalos]]. Os termos do tratado forçaram Filipe a pagar uma indenização de guerra e a se tornar um aliado de Roma, que ocupou algumas áreas da Grécia.
Os combates cessaram com uma vitória indiscutível dos romanos. Através do [[Tratado de Apameia]] os selêucidas foram obrigados a abrir mão da Ásia Menor, que passou para as mãos de aliados de Roma; um dos resultados da guerra, que deixou os romanos na condição de única potência de todo o [[mar Mediterrâneo]], foi a hegemonia do futuro [[Império Romano]] sobre toda a Grécia.
 
Enquanto isso, Antíoco estava lutando contra os exércitos de Ptolemeu na [[Cele-Síria]] na [[Quinta Guerra Síria]] (201&ndash;195 a.C.). O exército de Antíoco destruiu o egípcio na [[Batalha de Pânio]] em 201 a.C. e, já em 198 a.C., a Cele-Síria estava sob o comando selêucida.
== Bibliografia==
=== Literatura antiga ===
*<span id=Livy>[[Lívio]]</span>, tradução para o inglês de Henry Bettison, (1976). ''Rome and the Mediterranean''. Londres: Penguin Classics. ISBN 0-14-044318-5.
*<span id=Polybius>[[Políbio]]</span>, tradução para o inglês de Frank W. Walbank, (1979). ''The Rise of the Roman Empire''. Nova York: Penguin Classics. ISBN 0-14-044362-2.
 
Antíoco então passou a atacar as possessões ptolemaicas na [[Cilícia]], [[Lícia]] e [[Cária]], na [[Anatólia]]<ref name="Livy 33.19">[[Lívio]], ''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]'' [http://mcadams.posc.mu.edu/txt/ah/Livy/Livy34.html XXXIII.19]</ref>. Em paralelo, Antíoco enviou uma frota para ocupar as cidades costeiras de Ptolemeu na região para apoiar Filipe<ref name="Livy 33.19"/>. Rodes, uma aliada dos romanos e a potência naval na região, desconfiou das intenções de Antíoco e enviou uma embaixada para informá-lo de que ele seria enfrentado se sua frota passasse de [[Quelidonas]] ({{lang-la|''Chelidonae''}}), na [[Cilícia]], pois os rodenses não queriam que Filipe recebesse apoio nenhum<ref name="Livy 33.20">[[Lívio]], ''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]'' [http://mcadams.posc.mu.edu/txt/ah/Livy/Livy34.html XXXIII.20]</ref>. Antíoco ignorou a ameaça e manteve o avanço de sua frota. Os rodenses não atacaram por que souberam que Filipe havia sido derrotado em Cinoscéfalos e já não era mais uma ameaça<ref name="Livy 33.20"/>.
=== Literatura moderna ===
*[[Ernst Badian]], (1959). ''Rome and Antiochos the Great: A Study in Cold War''. CPh 54, Page 81–99.
* Robert M. Errington, (1989). ''Rome against Philipp and Antiochos''. In: A.E. Astin (Hrsg.). CAH VIII2, S. 244–289.
*John D. Grainger, (2002). ''The Roman War of Antiochos the Great''. Leiden e Boston.
*[[Peter Green (historiador)|Peter Green]], (1990). ''Alexander to Actium: The Historical Evolution of the Hellenistic Age, (2ª edição)''. Los Angeles: University of California Press. ISBN 0-500-01485-X.
*[[Erich G. Gruen]], (1984). ''The Hellenistic World and the Coming of Rome. Los Angeles: University of California Press''. ISBN 0-520-05737-6
* Bezalel Bar-Kochva, (1976). ''The Seleucid Army. Organization and Tactics in the Great Campaigns''. Cambridge.
 
A paz foi firmada em 195 a.C. com o casamento da filha de Antíoco, [[Cleópatra I do Egito|Cleópatra]], com Ptolemeu. Antíoco havia resolvido todos os seus problemas na Ásia e estava livre para voltar sua atenção para a Europa.
{{esboço-guerra}}
 
== Irrupção da guerra ==
[[Imagem:Aegean Sea 192 BC.png|thumb|direita|upright=1.25|Região do [[mar Egeu]] no início do conflito, em 192 a.C.
{{legend|red|[[Império Selêucida]] e aliados}}
{{legend|blue|[[República Romana]] e aliados}}
{{legend|grey|Estados neutros}}]]
[[Imagem:Treaty of Apamea.png|thumb|direita|upright=1.25|Mudanças territoriais resultantes do [[Tratado de Apameia]].
{{legend|red|[[Império Selêucida]]}}
{{legend|blue|[[Reino de Pérgamo]]}}
{{legend|green|[[Rodes (cidade)|Rodes]]}}]]
Enquanto isso, [[Aníbal]], o general cartaginês que havia lutado contra Roma na [[Segunda Guerra Púnica]], fugiu de [[Cartago Antiga|Cartago]] para [[Tiro]] e, a partir dali, buscou refúgio na corte de Antíoco em [[Éfeso]], onde o imperador estava decidindo seus próximos movimentos contra Roma<ref name="Livy 34.49">[[Lívio]], ''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]'' [http://mcadams.posc.mu.edu/txt/ah/Livy/Livy34.html XXXIV.49]</ref>.
 
Por conta da continuada influência romana na Grécia, os [[Liga Etólia|etólios]], a despeito da declaração do cônsul [[helenismo|filo-helenístico]] [[Tito Quíncio Flaminino]] de que a Grécia estava "livre", puseram guarnições em [[Cálcis]] e [[Demétrias]], duas cidades que os próprios romanos haviam afirmado ser fundamentais para um eventual domínio macedônico sobre a Grécia e se declararam contra o domínio romano. Eles ressentiam o fato de Roma tê-los impedido de reincorporar ''[[Echinus]]'' e [[Farsalos]], que eram partes da Liga Etólia, ao final da Segunda Guerra Macedônica<ref name="Livy 34.23">[[Lívio]], ''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]'' [http://mcadams.posc.mu.edu/txt/ah/Livy/Livy34.html XXXIV.23]</ref>. Em 195 a.C., quando os romanos decidiram invadir [[Esparta]], os etólios, que queriam Roma fora da Grécia, ofereceram um acordo aos espartanos. Porém, a [[Liga Aqueia]], que queria manter em xeque o poderio etólio, recusou<ref name="Livy 34.24">[[Lívio]], ''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]'' [http://mcadams.posc.mu.edu/txt/ah/Livy/Livy34.html XXXIV.24]</ref>. O historiador moderno Erich Gruen sugeriu que os romanos podem ter utilizado a guerra como desculpa para posicionar suas [[legião romana|legiões]] na Grécia com a missão principal de evitar que tanto os espartanos quanto os etólios se aliassem ao [[imperador selêucida]] [[Antíoco III]] se ele de fato invadisse a Grécia<ref name="Gruen450">Gruen, ''The Hellenistic World and the Coming of Rome, 450</ref>.
 
Tendo derrotado Esparta em 195 a.C., as legiões romanas de Flamínio deixaram a Grécia no ano seguinte. Em 192 a.C., a enfraquecida Esparta pediu ajuda militar à [[Liga Etólia]], que respondeu enviando um destacamento de {{fmtn|1000}} cavaleiros<ref name="Livy 35.35">[[Lívio]], ''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]'' [http://mcadams.posc.mu.edu/txt/ah/Livy/Livy34.html XXXV.35]</ref>. Ao chegar em Esparta, os etólios tentaram assassinar [[Nábis]], o rei de Esparta, mas foram derrotados e mortos<ref name="Livy 35.35"/>.
 
== Conflito ==
Aproveitando no crescente sentimento anti-romano na Grécia, especialmente entre as [[cidade-estado|cidades-estado]] da [[Liga Etólia]], Antíoco III marchou com um exército através do [[Helesponto]] com o objetivo declarado de "liberá-lo". Porém, Antíoco e os etólios não conseguiram o apoio nem de [[Filipe V da Macedônia]] e nem da [[Liga Aqueia]]. O romanos, por sua vez, responderam à invasão enviando um exército para a Grécia, derrotando Antíoco na [[Batalha de Termópilas (191 a.C.)|Batalha de Termópilas]].
 
Esta derrota se revelou devastadora para os planos de Antíoco, que foi forçado a deixar o território grego. Os romanos, liderados por [[Cipião Asiático]], o seguiram por todo o [[mar Egeu]]. A frota combinada romano-rodense derrotou a frota selêucida, comandada por Aníbal, na [[Batalha do Eurimedão (190 a.C.)|Batalha do Eurimedão]] e na [[Batalha de Mionesso]]. Depois de mais alguns combates na [[Ásia Menor]], os selêucidas enfrentaram novamente os exércitos romanos, desta vez apoiados pelas tropas do [[Reino de Pérgamo]], na [[Batalha de Magnésia]]. Os romanos venceram novamente e Antíoco foi forçado a recuar novamente.
 
Durante a viagem de volta para a Itália depois da vitória em Magnésia, já depois do final da guerra, o cônsul [[Cneu Mânlio Vulsão]] enfrentou problemas perto [[Cípsela (Arcádia)|Cípsela]], na [[Trácia]]. Suas [[legião romana|legiões]] e [[auxiliares romanos|tropas auxiliares]] marchavam por uma longa e estreita trilha por entre uma floresta quando foram atacadas por um bando de 10-{{fmtn|20000}} trácios pela retaguarda. Depois da passagem da vanguarda e antes da chegada da retaguarda, os atacantes saquearam a [[caravana de bagagem]], que ficava no meio da [[coluna (militar)|coluna]]. Quando as tropas da vanguarda e da retaguarda correram para o centro, uma luta desordenada se seguiu até o anoitecer, quando os trácios fugiram. Ambos os lados sofreram pesadas perdas.
 
== Paz de Apameia ==
As sucessivas derrotas obrigaram os selêucidas a pedirem a paz. Entre os termos do [[Tratado de Apameia]], Antíoco foi obrigado a pagar {{fmtn|15000}} [[talento (peso)|talento]]s (450 [[tonelada]]s) de [[prata]] como indenização de guerra. Além disso, ele foi forçado a abandonar todos os seus territórios a oeste dos [[montes Tauro]]. Rodes passou a controlar a [[Cária]] e a [[Lícia]] enquanto que o Reino de Pérgamo anexou o norte da [[Lícia]] e todos os demais territórios selêucidas na Ásia Menor.
 
{{Referências|col=2}}
 
== Bibliografia ==
=== Fontes primárias ===
{{refbegin}}
*<span id=Livy>[[Lívio]]</span>, tradução para o inglêstrad. de Henry Bettison, (1976). ''Rome and the Mediterranean''. LondresLondon: Penguin Classics. ISBN 0-14-044318-5. {{en}}
*<span id=Polybius>[[Políbio]]</span>, tradução para o inglêstrad. de Frank W. Walbank, (1979). ''The Rise of the Roman Empire''. NovaNew York: Penguin Classics. ISBN 0-14-044362-2. {{en}}
{{Refend}}
 
=== Fontes secundárias ===
{{refbegin}}
* {{citar livro| nome = Ernst| sobrenome = Badian| autor-link = Ernst Badian| ano =1959| título = Rome and Antiochos the Great: A Study in Cold War| subtítulo = CPh 54| página = 81–99| língua = inglês}}
* {{citar livro| nome = John D. | sobrenome = Grainger,| ano (=2002).| título = ''The Roman War of Antiochos the Great''.| local = Leiden e Boston.| língua = inglês}}
*[[ {{citar livro| nome = Peter| sobrenome = Green| autor-link = Peter Green (historiador)|Peter Green]],ano (=1990).| título = ''Alexander to Actium: The Historical Evolution of the Hellenistic Age,| (edição=| edição)''.local = Los Angeles:| editora = University of California Press.| ISBNisbn = 0-500-01485-X.| língua = inglês}}
*[[ {{citar livro| nome = Erich| G.sobrenome = Gruen]],| autor-link = Erich Gruen| ano (=1984).| título = ''The Hellenistic World and the Coming of Rome.| local = Los Angeles:| editora = University of California Press''.| ISBNisbn = 0-520-05737-6| língua = inglês}}
* {{citar livro| nome = Bezalel | sobrenome = Bar-Kochva,| (ano =1976).| título = ''The Seleucid Army. Organization and Tactics in the Great Campaigns''.| local = Cambridge.| língua = inglês}}
* {{citar livro| nome = Robert M. | sobrenome = Errington,| (ano =1989).| subtítulo = ''Rome against Philipp and Antiochos''.| In:título = A.E. Astin (Hrsg.). CAH VIII2,| S.página = 244–289.| língua = inglês}}
{{refend}}
 
{{DEFAULTSORT:Romano-selêucida, Guerra}}
[[Categoria:Guerra romano-síria| ]]