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Após o julgamento militar iniciado em [[novembro]] de [[1970]], o oficial foi condenado à [[prisão perpétua]] em [[31 de março]] de [[1971]]. A pedido do [[Richard Nixon|presidente Richard Nixon]], ele foi libertado poucos dias depois de começar a cumprir a pena, para ter o direito de apelar em liberdade. Depois de vários apelos, [[habeas-corpus]] e comutações de tempo da prisão, Calley acabou cumprindo três anos e meio em prisão domiciliar na base de [[Fort Benning]], na [[Geórgia (Estados Unidos)|Geórgia]].
 
Calley vive hoje em [[Columbus (Geórgia)|Columbus]], no mesmo estado da Geórgia, onde trabalha, segundo moradores do local, numa loja de [[jóia]]s. O promotor de seu julgamento afirma que ele sofre de contínuas crises de [[insônia]], devido à lembrança dos massacres de 1968 em My Lai.
Atualmente, ninguém sabe o paradeiro de Calley, a rumores que ele ainda esteja vivo, já que seu corpo nunca foi encontrado.
 
{{Portal3|Estados Unidos}}