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[[Ficheiro:Eucalypt.jpg|thumb|253px|''[[Eucalyptus]]'' sp.]]
[[FileFicheiro:Pimenta dioica (Allspice) W IMG 2431.jpg|thumb|253px|''[[Pimenta dioica]]''.]]
[[FileFicheiro:Wax apple.png|thumb|300px253px|Fruto de ''[[Syzygium samarangense]]'', with a cross section of the fruit.]]
'''''Myrtaceae''''' é uma família [[botânica]]  de [[plantas com flor]] ([[Angiosperma|angiopérmicas]]), incluída na ordem [[Myrtales]] do clado das [[Eudicotyledoneae]], que agrupa 132 [[Género (biologia)|géneros]] e mais de 5950 [[espécie]]s.<ref name="Christenhusz-Byng2016">{{cite journal |author1=Christenhusz, M. J. M. |author2=Byng, J. W. | year = 2016 | title = The number of known plants species in the world and its annual increase | journal = Phytotaxa | volume = 261 | pages = 201–217 | url = http://biotaxa.org/Phytotaxa/article/download/phytotaxa.261.3.1/20598 | doi = 10.11646/phytotaxa.261.3.1 | issue = 3 | publisher = Magnolia Press }}</ref><ref>Govaerts, R. et al. (12 additional authors). 2008. World Checklist of Myrtaceae. Royal Botanic Gardens, Kew. xv + 455 pp.</ref> O grupo está dividido em duas subfamílias ([[Myrtoideae]] e [[Psiloxyloideae]]) sendo na sua vasta maioria nativo da [[Austrália]] (cerca de 85 géneros) e do [[Neotropis]], com destaque para o [[Brasil]]. A família inclui múltiplas espécies com valor económico, entre as quais os [[eucalipto]]s (''[[Eucalyptus]]'') e o [[cravo-da-índia]] (''[[Syzygium aromaticum]]''). Muitas das espécies são ricas em [[Óleo essencial|óleos essenciais]] utilizados em perfumaria e farmácia.
 
A [[etimologia]] do nome da família deriva do seu género-tipo, ''[[Myrtus]]'' <small>[[L.]]</small>, que por sua vez deriva do [[grego clássico]] μύρτος, ''myrtos'', através do [[latim]] ''myrtus'', "perfume", uma alusão ao aroma exalado pelas flores e pelos óleos essenciais presentes naquelas plantas.
==Descrição==
A família Myrtaceae, tendo como género-tipo ''[[Myrtus]]'' (o género que inclui a [[murta-comum]]), é uma família de plantas [[dicotiledónea]]s pertencentes à ordem [[Myrtales]]. A família inclui uma grande variedade de plantas cultivadas para fins económicos e ornamentais, entre as quais as [[Myrtus|murtas]], os [[Metrosideros|metrosíderos]], a [[Pimenta racemosa|pimenta]], o [[cravinho-da-índia]], a [[goiaba]], a [[Acca|feijoa]], a [[pimenta-da-jamaica]] e os [[eucalipto]]s.
 
A flores tem em geral um número base de 5 [[pétala]]s (com os restantes géneros com número base de 4 pétalas), mas em vários géneros as pétalas são minúsculas ou estão mesmo ausentes. Os [[estame]]s são geralmente numerosos, muito conspícuos, com coloração brilhante.
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== Diversity ==
Recent estimates suggest the Myrtaceae include approximately 5950 species in ca 132 genera.<ref name="Christenhusz-Byng2016">{{cite journal |author1=Christenhusz, M. J. M. |author2=Byng, J. W. | year = 2016 | title = The number of known plants species in the world and its annual increase | journal = Phytotaxa | volume = 261 | pages = 201–217 | url = http://biotaxa.org/Phytotaxa/article/download/phytotaxa.261.3.1/20598 | doi = 10.11646/phytotaxa.261.3.1 | issue = 3 | publisher = Magnolia Press }}</ref><ref>Govaerts, R. et al. (12 additional authors). 2008. World Checklist of Myrtaceae. Royal Botanic Gardens, Kew. xv + 455 pp.</ref> The family has a wide distribution in tropical and warm-temperate regions of the world, and are typically common in many of the world's [[biodiversity hotspot]]s. Genera with capsular fruits such as ''[[Eucalyptus]]'', ''[[Corymbia]]'', ''[[Angophora]]'', ''[[Leptospermum]]'', and ''[[Melaleuca]]'' are absent from the Americas, apart from ''[[Metrosideros]]'' in [[Chile]] and [[Argentina]]. Genera with fleshy fruits have their greatest concentrations in eastern [[Australia]] and [[Malesia]] (the [[Australasia ecozone]]) and the [[Neotropic]]s. ''Eucalyptus'' is a dominant, nearly ubiquitous genus in the more mesic parts of Australia and extends north sporadically to the [[Philippines]]. ''[[Eucalyptus regnans]]'' is the tallest flowering plant in the world. Other important Australian genera are ''[[Callistemon]]'' (bottlebrushes), ''[[Syzygium]]'', and ''[[Melaleuca]]'' (paperbarks). Species of the genus ''[[Osbornia]]'', native to Australasia, are [[mangrove]]s. ''[[Eugenia]]'', ''[[Myrcia]]'', and ''[[Calyptranthes]]'' are among the larger genera in the neotropics.
 
[[File:Wax apple.png|thumb|300px|''[[Syzygium samarangense]]'', with a cross section of the fruit]]
Historically, the Myrtaceae were divided into two subfamilies. Subfamily Myrtoideae (about 75 genera) was recognized as having fleshy fruits and opposite, entire leaves. Most genera in this subfamily have one of three easily recognized types of embryos. The genera of Myrtoideae can be very difficult to distinguish in the absence of mature fruits. Myrtoideae are found worldwide in subtropical and tropical regions, with centers of diversity in the Neotropics, northeastern Australia, and Malesia.
In contrast, subfamily Leptospermoideae (about 80 genera) was recognized as having dry, dehiscent fruits (capsules) and leaves arranged spirally or alternate. The Leptospermoideae are found mostly in Australasia, with a centre of diversity in Australia. Many genera in Western Australia have greatly reduced leaves and flowers typical of more xeric habitats.
 
The division of Myrtaceae into Leptospermoideae and Myrtoideae was challenged by a number of authors, including Johnson and Briggs (1984), who identified 14 tribes or clades within Myrtaceae, and found Myrtoideae to be polyphyletic. Molecular studies by several groups of authors, as of 2008, have confirmed the baccate (fleshy) fruits evolved twice from capsular fruits, and as such, the two-subfamily classification does not accurately portray the phylogenetic (= evolutionary) history of the family. Thus, many workers are now using a recent analysis by Wilson et al. (2001) as a starting point to test further analyses of the family.
 
The genera ''[[Heteropyxis]]'' and ''[[Psiloxylon]]'' have been separated as separate families by many authors in the past as Heteropyxidaceae and Psiloxylaceae.<ref>Sytsma, Kenneth J. and Amy Litt. 2002. Tropical disjunctions in and among the Myrtaceae clade (Myrtaceae, Heteropyxidaceae, Psiloxylaceae, Vochysiaceae): Gondwanan vicariance or dispersal? (Abstract). Botany 2002 Conference, University of Wisconsin, Madison, Wisconsin, August 4–7, 2002.</ref><ref>[[Lawrence Alexander Sidney Johnson|Johnson, L.A.S.]] and Briggs, B.G. 1984. Myrtales and Myrtaceae – a phylogenetic analysis. ''Annals of the Missouri Botanic Garden'' 71: 700-756.</ref> However, Wilson ''et al.''<ref>Wilson, Peter G., O'Brien, Marcelle M., Gadek, Paul A., and Quinn, Christopher J. 2001. "Myrtaceae Revisited: A Reassessment of Infrafamilial Groups". ''[[American Journal of Botany]]'' 88 (11): 2013–2025. Available [http://www.amjbot.org/cgi/reprint/88/11/2013.pdf online] (pdf file).</ref> included them in Myrtaceae. These two genera are presently believed to be the earliest arising and surviving lineages of Myrtaceae.
 
The most recent classification recognizes 17 tribes and two subfamilies, Myrtoideae and Psiloxyloideae, based on a phylogenetic analysis of plastid DNA.<ref>Wilson, P.G., O’Brien, M.M., Heslewood, M.M., Quinn, C.J. 2005. Relationships within Myrtaceae sensu lato based on a matK phylogeny. ''[[Plant Systematics and Evolution]]'' 251: 3–19.</ref>
 
Many new species are being described annually from throughout the range of Myrtaceae. Likewise, new genera are being described nearly yearly.
 
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=== Etimologia ===
Do gênero ''[[murta-comum|Myrtus]]'' Tonnef, por sua vez, do [[latim]] ''myrtus''; alguns sugerem do [[língua grega|grego]] ''myrtos'' - '''perfume''' - devido ao aroma exalado pelas flores.
 
=== Morfologia===
SeuAs espécies da família Myrtaceae apresentam [[floema]] é interno. Geralmente, apresentando aem presençageral abundante de [[ritidoma]] no [[caule]]. Observa-se também canais oleíferos na forma de pequenos pontos translúcidos que pode ser observado nas [[folha (botânica)|folhas]], [[flor]]es,[[fruto]]s e [[semente]].
;Folhas
 
SãoAs [[folha]]s são simples, opostas  (alternas na maioria dosdas gênerosespécies do género ''Eucalyptus''), de bordo inteiro, peninérvias[[peninérvia]]s e geralmente com  uma [[nervura]] marginal. Apresentam pontos translúcido devido a presença de [[Canal oleífero|canais oleíferos]].  A lâmina foliar é dorsiventral, ou bifacial, ou dorsiventral e bifacial (por exemplo, em ''[[Eucalyptus]]'' ,e ''[[Eugenia]]'', espécies  com as duas folhas verticais isobilateralisobilaterais e folhas dorsiventrais horizontais), ou central. EpidermeUma epiderme [[mucilagem|mucilaginosa]] pode estar presente ou ausente. Estomas[[Estoma]]s principalmente confinados a uma superfície, ou em ambas as superfícies  (comumente, em folhas orientadas marginalmente);. Anomocítico (geralmente) ou paranótica. Cabelos  presentes;. Exclusivamente eglandular;. Às vezes ostensivamente multicelular (então 2 câmaras), ou unicelulares (geralmente). Os pêlos unicelulares ramificaramramificados (às vezes tendendo a ser de 2 braços), ou simples. LaminaLâmina com  cavidades secretoras. Cavidades secretoras contendo óleo. Pequenas veias foliares sem células de transferência de  floema (6 gênerosgéneros);. estípulas[[Estípula]]s diminutas ou ausentes. 
;Flores
 
Flores solitárias (raramente), ou agregadas em 'inflorescências';[[inflorescência]]s. quandoQuando agregadas, em cimes[[cime]]s, em espigas[[espiga]]s, em[[corimbo]]s  corimbosou [[panícula]]s, eraramente emcapitadas. panículas,As ou nas cabeças.flores Sãosão andróginas, actinomórfas[[actinomórfica]]s, diclamídeas, dialipétalas, raramente com  pétalas de tamanho reduzido ou abortadas, polistêmone (atrativo visual), anteras[[antera]]s globosas, rimosas e bitecas. Flores  cíclicas. [[Hipanto]] livre presente (pétalas 'inseridas no cálice') bem desenvolvido. Disco hipógino presente (que alinha o hipanto,  quando perigino).Com brácteas[[Bráctea]]s involucrais, ou sem brácteas envolventes.
 
[[Perianto]] de [[cálice (botânica)|cálice]] distinta e [[corola;]]. Flores  Polisépalaspolisépalas, ou gamosépalas (então às vezes que racham irregularmente em  anteses, ou verter inteiro); regular;regulares, Imbricado (geralmente quincuncial), ou valvado (ou rachando  irregularmente). Corola 4­5; Polipétalas (as pétalas quase sempre circular quando achatado), ou  gamopétalas;  Branco, ou amarelo, ou vermelho, ou rosa, ou roxo (não azul).
 
Androceu 4­5 (raramente), ou 8-­10 (por vezes), ou 20-150. Membros do androceu ramificados ou não; Quando são  muitos, o amadurecendo é centrípeto; Livre do perianto; Todos são iguais ou marcadamente desiguais; Livres uns  dos outros ou coerentes; Os feixes androeciais  quando empacotados, alternando com os membros da corola, ou oposto aos membros da corola. Androeceu  exclusivamente de estames férteis, ou inclusive estaminodes (às vezes, quando androceu indefinido).
 
Ovário geralmente ínfero a semi-ínfero, com placentação axial ou menos frequentemente parietal, com placentas intrusivas (por exemplo Feijoa ). Óvulos 2 a numerosos por lóculo,anátropos a campilótropos. Disco epiginoso presente, ou ausente. Tegumento externo contribuindo ou não para o micrópila. Células antípodas formadas, ou não  formadas; Quando formado não proliferante; Muito efêmero. Endosperma formação nuclear.
;Frutos e sementes
 
Do tipo [[baga]], raramente cápsula. O [[embrião]] das [[semente]]s é muito utilizado para a classificação das Myrtaceae em tribos.Cápsulas septicidas, ou loculicidas, ou denticidas, ou circunscissíveis (tornando­se então operculadas por  remoção do disco epiginoso). Sementes não-­endospérmicas ; voada (por exemplo, em alguns Eucalyptus ), ou sem  asas.  Embrião com cotilédones pequenos a grandes, às vezes conados, ou ambos dobrados ou retorcidos; endosperma escasso ou ausente.
 
'''<big>;Tronco, e madeira (Anatomiaanatomia axial)</big>'''
 
Câmbio de cortiça presente; Inicialmente profundamente assentado, ou inicialmente superficial. Nodos  'tipicamente' unilacunar. Tecidos vasculares primários em um cilindro, sem feixes separados; muito  comumente bicolateral . Floema interno normalmente presente . Espessamento secundário desenvolvido a partir  de um anel cambial convencional. Raios medulares primários de largura, ou misturados largos e estreitos. O anel de madeira  difusa porosa. Os vasos são pequenos (tipicamente), ou médios (menos frequentemente), ou  grandes (raramente); Solitárias ou radialmente emparelhadas, ou em múltiplos radiais, ou agrupados, ou em arcos  tangenciais (mas tipicamente exclusivamente solitários). O recipiente termina­paredes simples (geralmente), ou  scalariforme. Os vasos com orifícios revestidos; Com espessamento espiral, ou sem espessamento espiral. O  xilema axial com traqueídeos, ou sem traqueídeos; Comumente com traqueides vasicentrico; Com traqueídeos de  fibras (usualmente), ou sem traqueídeos de fibras; Com fibras libriformes, ou sem fibras libriformes; incluindo  fibras septadas, ou sem fibras septadas. As fibras sem espessamento espiral. O parênquima apotraqueal, ou  paratraqueal, ou apotraqueal e paratraqueal. O floema secundário estratificados em zonas difíceis (fibrosos) e  macios (parenquimatosos) (geralmente), ou não estratificada (eg Darwinia ,Verticordia ).
 
'''<big>;Tipo reprodutivo, e polinização</big>'''
 
Plantas hermafroditahermafroditas (geralmente). Polinização [[entomófila]] ou [[ornitófila;]], com mecanismo visivelmente especializadaespecializado (  ''[[Chamelaucium]]'' e alguns parentes, com a apresentação dedo [[pólen]] através de uma parte modificada do estilo), ou não  especializado (principalmente).
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=== Diversidade===
Recent estimates suggest the Myrtaceae include approximately 5950 species in ca 132 genera.<ref name="Christenhusz-Byng2016">{{cite journal |author1=Christenhusz, M. J. M. |author2=Byng, J. W. | year = 2016 | title = The number of known plants species in the world and its annual increase | journal = Phytotaxa | volume = 261 | pages = 201–217 | url = http://biotaxa.org/Phytotaxa/article/download/phytotaxa.261.3.1/20598 | doi = 10.11646/phytotaxa.261.3.1 | issue = 3 | publisher = Magnolia Press }}</ref><ref>Govaerts, R. et al. (12 additional authors). 2008. World Checklist of Myrtaceae. Royal Botanic Gardens, Kew. xv + 455 pp.</ref> The family has a wide distribution in tropical and warm-temperate regions of the world, and are typically common in many of the world's [[biodiversity hotspot]]s. Genera with capsular fruits such as ''[[Eucalyptus]]'', ''[[Corymbia]]'', ''[[Angophora]]'', ''[[Leptospermum]]'', and ''[[Melaleuca]]'' are absent from the Americas, apart from ''[[Metrosideros]]'' in [[Chile]] and [[Argentina]]. Genera with fleshy fruits have their greatest concentrations in eastern [[Australia]] and [[Malesia]] (the [[Australasia ecozone]]) and the [[Neotropic]]s. ''Eucalyptus'' is a dominant, nearly ubiquitous genus in the more mesic parts of Australia and extends north sporadically to the [[Philippines]]. ''[[Eucalyptus regnans]]'' is the tallest flowering plant in the world. Other important Australian genera are ''[[Callistemon]]'' (bottlebrushes), ''[[Syzygium]]'', and ''[[Melaleuca]]'' (paperbarks). Species of the genus ''[[Osbornia]]'', native to Australasia, are [[mangrove]]s. ''[[Eugenia]]'', ''[[Myrcia]]'', and ''[[Calyptranthes]]'' are among the larger genera in the neotropics.
 
Historically, the Myrtaceae were divided into two subfamilies. Subfamily Myrtoideae (about 75 genera) was recognized as having fleshy fruits and opposite, entire leaves. Most genera in this subfamily have one of three easily recognized types of embryos. The genera of Myrtoideae can be very difficult to distinguish in the absence of mature fruits. Myrtoideae are found worldwide in subtropical and tropical regions, with centers of diversity in the Neotropics, northeastern Australia, and Malesia.
In contrast, subfamily Leptospermoideae (about 80 genera) was recognized as having dry, dehiscent fruits (capsules) and leaves arranged spirally or alternate. The Leptospermoideae are found mostly in Australasia, with a centre of diversity in Australia. Many genera in Western Australia have greatly reduced leaves and flowers typical of more xeric habitats.
 
The division of Myrtaceae into Leptospermoideae and Myrtoideae was challenged by a number of authors, including Johnson and Briggs (1984), who identified 14 tribes or clades within Myrtaceae, and found Myrtoideae to be polyphyletic. Molecular studies by several groups of authors, as of 2008, have confirmed the baccate (fleshy) fruits evolved twice from capsular fruits, and as such, the two-subfamily classification does not accurately portray the phylogenetic (= evolutionary) history of the family. Thus, many workers are now using a recent analysis by Wilson et al. (2001) as a starting point to test further analyses of the family.
 
The genera ''[[Heteropyxis]]'' and ''[[Psiloxylon]]'' have been separated as separate families by many authors in the past as Heteropyxidaceae and Psiloxylaceae.<ref>Sytsma, Kenneth J. and Amy Litt. 2002. Tropical disjunctions in and among the Myrtaceae clade (Myrtaceae, Heteropyxidaceae, Psiloxylaceae, Vochysiaceae): Gondwanan vicariance or dispersal? (Abstract). Botany 2002 Conference, University of Wisconsin, Madison, Wisconsin, August 4–7, 2002.</ref><ref>[[Lawrence Alexander Sidney Johnson|Johnson, L.A.S.]] and Briggs, B.G. 1984. Myrtales and Myrtaceae – a phylogenetic analysis. ''Annals of the Missouri Botanic Garden'' 71: 700-756.</ref> However, Wilson ''et al.''<ref>Wilson, Peter G., O'Brien, Marcelle M., Gadek, Paul A., and Quinn, Christopher J. 2001. "Myrtaceae Revisited: A Reassessment of Infrafamilial Groups". ''[[American Journal of Botany]]'' 88 (11): 2013–2025. Available [http://www.amjbot.org/cgi/reprint/88/11/2013.pdf online] (pdf file).</ref> included them in Myrtaceae. These two genera are presently believed to be the earliest arising and surviving lineages of Myrtaceae.
 
The most recent classification recognizes 17 tribes and two subfamilies, Myrtoideae and Psiloxyloideae, based on a phylogenetic analysis of plastid DNA.<ref>Wilson, P.G., O’Brien, M.M., Heslewood, M.M., Quinn, C.J. 2005. Relationships within Myrtaceae sensu lato based on a matK phylogeny. ''[[Plant Systematics and Evolution]]'' 251: 3–19.</ref>
 
Many new species are being described annually from throughout the range of Myrtaceae. Likewise, new genera are being described nearly yearly.
 
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== Sistemática ==
[[Ficheiro:Heteropyxis natalensis01.jpg|thumb|253px|Subfamília Psyloxyloideae: folhagem e frutos imaturos de ''[[Heteropyxis natalensis]]'']]