Diferenças entre edições de "Depois Eu Conto"

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| país = {{BRA}}
| direção = [[José Carlos Burle]] </br> [[Watson Macedo]] (não creditado)
| roteiro = [[Alinor Azevedo]] (roteiro e história) <br> [[José Carlos Burle]] (roteiro e história) <br> [[Anselmo Duarte]] (história) </br> Berliet Junior (história)
| elenco = [[Anselmo Duarte]] <br>[[Dercy Gonçalves]]<br>[[Eliana Macedo|Eliana]]<br>[[Grande Otelo]]</br>[[Zé Trindade]]
| género = [[comédia musical]]
| cor-pb = p&b
}}
'''Depois Eu Conto''' é um filme brasileiro de [[1956]] do gênero "[[Comédia Musical]]" dirigida por [[José Carlos Burle]] e [[Watson Macedo]] (não creditado). O título é uma referência a um bordão do colunista social [[Ibrahim Sued]] <ref>http://blogs.estadao.com.br/luiz-carlos-merten/depois-eu-conto/ Acessado em 16/01/11</ref>. Nos números musicais [[Ivon Cury]], [[Dircinha Batista]], [[Linda Batista]], [[Jorge Veiga]], [[Vocalistas Tropicais]] cantando "Turma do Funil" e outros. O filme traz uma crítica a alta sociedade [[carioca]], com o personagem protagonista de [[Anselmo Duarte]] fazendo uma diferenciação entre "gente bem" e "gente de bem". Na sequência final, há a inauguração da "Boate Favela" no alto do morro, repercutindo a onda de "glamurização da pobreza" que estava em moda na época, com os números musicais de [[Carmem Costa]], [[dueto]] de [[Dercy Gonçalves]] e [[Grande Otelo]] além de [[Jamelão (cantor)|Jamelão]] cantando a conhecida canção "[[Exaltação à Mangueira]]" e [[Eliana]] imitando [[Carmem Miranda]]. Dercy Gonçalves também faz uma versão parodiada do grande sucesso "[[Ninguém me Ama]]".
 
==Elenco==
*[[Zé Trindade]]...Armindo Menezes / Armindo "Tampinha"
*[[Ilka Soares]]...Marilu Biscaim
*[[Teófilo de Vasconcelos]]
*[[Heloísa Helena (atriz)|Heloísa Helena]]...Marinete
*[[Humberto Catalano]]...Ariovaldo
*[[Wilson Viana]]
*[[Marly de Almeida]]
*[[Déa Selva]]...Jovina
*[[Domingos Terras]]
*[[Rodolfo Arena]]
 
==Sinopse==
Zé da Bomba é um jovem pobre e bem apessoado que trabalha numanum garagem[[Posto de automóveisabastecimento|posto de combustíveis]] no suburbiosubúrbio carioca de [[Engenho Novo]]. Toda a noite ele pega o [[Cadillac (automóvel)|Cadillac]] do patrão e vai à Boate Astral, onde se passa pelo rico empresário paulista José Pires de Camargo, com a ajuda de seu amigo de infância Nadinho Pinga Fogo, que agora é o renomado colunista social Renê. Mas Ofélia, a tia de sua vizinha e namorada no suburbio Sônia, descobre através de seu antigo noivo trapaceiro Armindo, que agora é um dos donos da Boate Astral, que Zé da Bomba ficou noivo de uma moça da sociedade, a sofisticada Marilu. E resolve desmascará-lo.
 
Mas Ofélia, a tia de Sônia, sua vizinha e namorada, descobre por intermédio de seu antigo noivo, o trapaceiro Armindo, que agora é um dos donos da Boate Astral, que Zé da Bomba ficou noivo de uma moça da sociedade, a sofisticada Marilu, decidindo desmascará-lo.
 
{{Referências}}