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==Hinduísmo==
O sacerdócio no hinduísmo é exercido por uma casta: os [[brâmanes]]. O termo brâmane significa literalmente "aquele que realizou a divindade". A maioria dos Brâmanes é conhecida por praticarem um vegetarianismo rígido, apesar de, atualmente, a prática ser baseada de acordo com a região. Eles são responsáveis pelos rituais e constituem a camada mais respeitada da sociedade.
 
==Budismo==
No budismo, que nasceu do contexto hinduísta do norte da Índia, se entende através da figura carismática de Sidharta Gautama, o [[Buda]], o qual, através da contemplação e da meditação, alcançou a iluminação e o estado superior (nirvana). Neste caso o budismo não reconhece um sacerdócio de forma doutrinária, se não um magistério exercido por monges como guias para a verdade. Mas não existe um intermediário entre o homem e seu próprio destino dentro do budismo
 
==Judaísmo==
[[Image:Kohanim hands blessing photo.jpg|thumb|left|120px|As mãos em posicão do [[Cohen]], tradicional bênção que os sacerdotes judaicos dão para sua congregação.]]
 
Porém, em alguns casos, como no [[Presbiterianismo]], no [[Luteranismo]] e no [[Anglicanismo]], os reverendos, assim como no catolicismo romano, também podem ser considerados sacerdotes.
 
 
==Islamismo==
O surgimento do Islã no século VII.dC. e sua rápida expansão imporia uma nova teologia da face ao judaísmo e cristianismo. Islã reconhece como o único mediador, o Profeta [[Maomé]], que recebeu o [[Corão]] das mãos de Allah (Deus) e foi delegado como responsável pela publicidade da verdadeira adoração de Deus a todos os povos.
 
Todo homem é responsável pela sua própria disciplina interna no que diz respeito à sua relação com Deus e as funções do [[Imam]] não são outras senão aquelas de guardar disciplina religiosa e do estudo dos textos sagrados. A rigor não se pode falar de saceerdotes no Islã.
 
==Wicca==
Utilizador anónimo