Diferenças entre edições de "Museu Imperial"

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(Adequei a palavra "plateia" a nova ortografia.)
{{geocoordenadas|22_30_29_S_43_10_32_W|22º 30' 29" S 43º 10' 32" Ww}}Petrópolis é reconhecida pela arte de bem receber. A rede hoteleira, em plena expansão, se preocupa cada vez mais com alternativas para encantar e fidelizar seus clientes, bem como a expansão da infraestrutura destinada às reuniões de pequeno e médio porte, ideais para seminários, workshops e treinamentos. 
{{geocoordenadas|22_30_29_S_43_10_32_W|22º 30' 29" S 43º 10' 32" W}}
 
# {{Info/Museu
|nome = Museu Imperial
|imagem = PetropolisMuseuImperial1-CCBYSA.jpg
|website = [http://www.museuimperial.gov.br/ www.museuimperial.gov.br]
}}
''O '''Museu Imperial''', popularmente conhecido como '''Palácio Imperial''', é um [[museu]] histórico-temático localizado no centro histórico da cidade de [[Petrópolis]], no estado do [[Rio de Janeiro]], no [[Brasil]]. Está instalado no antigo Palácio de Verão do imperador brasileiro [[Pedro II do Brasil|Dom Pedro II]].<ref>[http://oglobo.globo.com/rio/museu-imperial-de-petropolis-comemora-sete-decadas-com-exposicao-sobre-cidade-7857889 Museu Imperial de Petrópolis comemora sete décadas com exposição sobre a cidade]</ref>''
 
== ''História ==''
 
O Palácio Imperial em 1855
 
''Em 1822, [[Pedro I do Brasil|Dom Pedro I]] viajando em direção a [[Vila Rica (Minas Gerais)|Vila Rica]], Minas Gerais, para buscar apoio ao movimento da [[Independência do Brasil]], encantou-se com a [[Mata Atlântica]] e o clima ameno da região serrana. Hospedou-se na Fazenda do Padre Correia e chegou a fazer uma oferta para comprá-la. Diante da recusa da proprietária, Dom Pedro comprou a Fazenda do Córrego Seco, em [[1830]], por 20 [[Réis|contos de réis]], pensando em transformá-la um dia no Palácio da Concórdia. ''
== História ==
[[Ficheiro:Agostinho José da Mota - Palácio Imperial de Petrópolis.JPG|thumb|O Palácio Imperial em 1855]]
Em 1822, [[Pedro I do Brasil|Dom Pedro I]] viajando em direção a [[Vila Rica (Minas Gerais)|Vila Rica]], Minas Gerais, para buscar apoio ao movimento da [[Independência do Brasil]], encantou-se com a [[Mata Atlântica]] e o clima ameno da região serrana. Hospedou-se na Fazenda do Padre Correia e chegou a fazer uma oferta para comprá-la. Diante da recusa da proprietária, Dom Pedro comprou a Fazenda do Córrego Seco, em [[1830]], por 20 [[Réis|contos de réis]], pensando em transformá-la um dia no Palácio da Concórdia.
 
''A crise política sucessória em [[Portugal]] e a insatisfação interna foram determinantes para o seu regresso à terra natal, onde ele viria a morrer sem voltar ao Brasil. A Fazenda do Córrego Seco foi deixada como herança para seu filho, [[Pedro II do Brasil|Dom Pedro II]], que nela construiria sua residência favorita de [[verão]]. ''
 
''A mando de D. Pedro, foi construído o belo prédio [[Neoclassicismo|neoclássico]], onde funciona atualmente o Museu Imperial, teve início em [[1845]] e foi concluída em 1862. Para dar início à construção, Pedro II assinou um decreto em [[16 de março]] de [[1843]], criando [[Petrópolis]]. Uma grande leva de imigrantes europeus, principalmente alemães, sob o comando do engenheiro e superintendente da Fazenda Imperial, major Julius Friedrich Koeler, foi incumbida de levantar a cidade, construir o palácio e colonizar a região. ''
 
''Construído com recursos oriundos da dotação pessoal do imperador, o prédio teve o projeto original elaborado pelo próprio Koeler e, após seu falecimento, foi modificado por Cristóforo Bonini, que acrescentou o pórtico de granito ao corpo central. Para concluir a obra, foram contratados importantes arquitetos ligados à [[Academia Imperial de Belas Artes]]: Joaquim Cândido Guillobel e [[José Maria Jacinto Rebelo]], com a colaboração de [[Manuel de Araújo Porto-Alegre|Manuel de Araújo Porto Alegre]] na decoração. ''
 
''O complexo foi enriquecido, ainda na [[década de 1850]], com o jardim planejado e executado pelo paisagista [[Jean Baptiste Binot|Jean-Baptiste Binot]], sob orientação do jovem imperador. O piso do vestíbulo, em mármore de Carrara e mármore preto originário da [[Bélgica]], foi colocado em 1854, destacando-se também os assoalhos e as esquadrias em madeiras de lei, como o [[jacarandá]], o [[cedro]], o pau-cetim, o [[pau-rosa]] e o vinhático, procedentes das diversas [[Províncias do Império do Brasil|províncias do Império]]. ''
 
''Os estuques das salas de jantar, de música, de visitas da [[Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias|imperatriz]], de Estado e do quarto de dormir de suas majestades contribuem para dar graça e beleza aos ambientes do Palácio, um dos mais importantes monumentos arquitetônicos do Brasil. ''
 
''Lançada a pedra fundamental, houve o nivelamento da área, que era conhecida como <nowiki>''Morro da Santa Cruz''</nowiki>, para se começar as obras, que foram todas financiadas por mordomia da casa imperial, pois dizia [[Pedro II do Brasil|Pedro II]], que por a construção acontecer em sua [[Propriedade privada|propriedade particular]], não se deviria utilizar de dinheiro do estado. ''
 
Na planta de [[Petrópolis]], feita por Koeler, acha-se indicado o local do palácio num quadrilátero entre a rua do imperador e a rua da imperatriz. Via- se ainda outros edifícios no mesmo terreno, cuja identificação é impossível de ser feita. As obras tiveram inicio na ala direita do palácio,vindo os alicerces vinham de uma pedreira próxima. Foi-se utilizados bois para <nowiki>''Puxar terra, pedra e madeira''</nowiki>. Foi-se continuando as obras da ala esquerda (que no início viu-se que era mais larga que a direita e mais tarde foi-se arrumada) foi ficando pronto o Sobrado, onde estão as entradas principais do palácio, além dos quartos. Todos os cômodos foram decorados e mobiliados com lindos estuques e ''móveis.''
 
== Os Jardins ==
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