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|sede = [[Belo Horizonte]], [[Minas Gerais|MG]], {{BRAb}} [[Brasil]]
|área servida =
|locais = Usinas: [[Timóteo]]</br /> Unidades de fabricação e distribuição: [[São Paulo (cidade)|São Paulo]], [[Caxias do Sul]], [[Campinas]], [[Ribeirão Pires]] e [[Sumaré]]
|fundador = Amyntas Jacques de Moraes, Percival Farqhuar e Athos de Lemos Rache
|proprietário =
[[Imagem:Hauptgebäude der Acesita in Timoteo.jpg|thumb|esquerda|Escritório central da então Acesita em 2003.]]
[[Imagem:Primeira locomotiva da Acesita, Timóteo MG.JPG|thumb|esquerda|Primeira locomotiva utilizada pela Acesita, exposta no pátio da Fundação Aperam Acesita.]]
A demanda por aços especiais que acompanhava o contexto histórico da época, entrelaçado à decorrência da [[Segunda Guerra Mundial]], levou à fundação da Companhia Aços Especiais de Itabira (Acesita) em 31 de outubro de 1944, como resultado de estudos da Itabira Iron feitos sob liderança do [[Estados Unidos|norte-americano]] [[Percival Farquhar]] na década de 1920. [[Itabira]] fora originalmente definida para receber o complexo, o que não foi possível devido ao relevo acidentado do município. O local escolhido, no então [[distrito]] de Timóteo, pertencente a [[Antônio Dias]], era ocupado até então pela Fazenda Dona Angelina, de propriedade de [[Raimundo Alves de Carvalho]], tendo sido adquirida pela Acesita em 1945. As obras foram financiadas pelo [[Banco do Brasil]] e o principal acesso dos operários incumbidos da construção até a região era por meio da [[Estrada de Ferro Vitória a Minas]] (EFVM), que mais tarde passou a servir como forma de escoamento da produção.<ref>{{citar web|URL=http://www.acesita.org/historia.html |arquivourl=http://www.webcitation.org/6REelkszd |arquivodata=23 de julho de 2014 |título=Acesita: Capital do Inox |autor=Acesita.org |acessodata=23 de julho de 2014}}</ref><ref name="Acesita_História">{{citar web|URL=http://www.acesita.org/acesita.html |arquivourl=http://www.webcitation.org/6O1T04FY9 |arquivodata=12 de março de 2014 |título=Um pouco de História |autor=Acesita.org |acessodata=12 de março de 2014}}</ref>
 
Durante a década de 1940, a empresa foi a responsável pela construção de diversos conjuntos residenciais destinados a servir como abrigo aos funcionários, que mais tarde deram origem a bairros como [[Quitandinha (Timóteo)|Quitandinha]] (o mais antigo), [[Bromélias (Timóteo)|Bromélias]], [[Funcionários (Timóteo)|Funcionários]], [[Vila dos Técnicos]] e [[Olaria (Timóteo)|Olaria]].<ref name="Acesita_História"/> Além de escolas, também foram construídas quadras esportivas e clubes, onde passaram a ser organizados torneios esportivos, bailes e apresentações de teatro.<ref name="Acesita_História"/> Em 27 de dezembro de 1948, com a emancipação de [[Coronel Fabriciano]], a área do complexo industrial passa a pertencer a este município. Em 1964, [[Timóteo]] se emancipa de Coronel Fabriciano e a empresa passa a estar em seu território, alterando sua sede mais tarde para [[Belo Horizonte]].<ref>{{citar web|url=http://www.fabriciano.mg.gov.br/mat_vis.aspx?cd=6501 |arquivourl=http://www.webcitation.org/6O1T1gGfq |arquivodata=12 de março de 2014 |título=A criação do município |autor=Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Coronel Fabriciano |data=3 de julho de 2009 |publicado=Prefeitura de Coronel Fabriciano |acessodata=24 de novembro de 2011}}</ref> A responsabilidade dos bens prestados à população foi transferida à prefeitura de Timóteo em 1969.<ref name="Acesita_História"/> A implantação da Acesita marcava o início da vocação siderúrgica da região que mais tarde passaria a ser conhecida como [[Região Metropolitana do Vale do Aço|Vale do Aço]], vindo a receber a [[Usiminas]] em 1956, no então distrito fabricianense de [[Ipatinga]], também emancipado em 1964.<ref>{{citar web|url=http://www.abep.nepo.unicamp.br/docs/anais/pdf/2000/Todos/migt11_2.pdf |arquivourl=http://www.webcitation.org/6O1T3drLt |arquivodata=12 de março de 2014 |título=Novas e velhas diferenças: desafios à gestão metropolitana no Vale do Aço |autor=Geraldo M. Costa e Heloisa S. M. Costa |publicado=[[Universidade Estadual de Campinas]] (Unicamp) |acessodata=24 de novembro de 2011}}</ref>
 
A Acesita tinha como objetivo a autossuficiência em matéria prima e, para isso, foram adquiridas jazidas de minério de ferro em Itabira e houve a abertura de estradas ligando a usina aos centros fornecedores de carvão vegetal.<ref>{{citar web|URL=http://www.aperam.com/brasil/port/empresa/hist_anos40.asp |arquivourl=http://www.webcitation.org/6O1T57T4B |arquivodata=12 de março de 2014 |título=Anos 40 |autor=Aperam South America |acessodata=12 de março de 2014}}</ref> Também foram construídas [[Usina hidrelétrica|usinas hidrelétricas]]. A UHE Sá Carvalho entrou em operação em 1951<ref>{{citar web|URL=http://www.cemig.com.br/pt-br/a_cemig/Nossa_Historia/Paginas/Subsidiarias.aspx |arquivourl=http://www.webcitation.org/6Mv81OzXa |arquivodata=12 de março de 2014 |título=Subsidiárias da Cemig |autor=[[Companhia Energética de Minas Gerais]] (Cemig) |acessodata=12 de março de 2014}}</ref><ref>{{citar web|URL=http://www.nuca.ie.ufrj.br/livro/acompanhamento/ncemig.htm |arquivourl=http://www.webcitation.org/6Mv83EeXO |arquivodata=12 de março de 2014 |título=Investimento / Novas parcerias |autor=Núcleo de Computação e Audiovisual do Instituto de Economia (NUCA)|data=17 de novembro de 1999 |publicado=[[Universidade Federal do Rio de Janeiro]] (UFRJ) |acessodata=12 de março de 2014}}</ref> e a UHE Guilman-Amorim foi inaugurada em 17 de outubro de 1999, fornecendo energia elétrica também às usinas da [[ArcelorMittal Aços Longos]] (em [[João Monlevade]]) e [[Samarco Mineração]] (em [[Mariana]]).<ref>{{citar web|URL=http://www.uhe-guilmanamorim.com.br/Paginas/Empresa/Apresenta%C3%A7%C3%A3o.aspx |arquivourl=http://www.webcitation.org/6Mv84UcFe |arquivodata=12 de março de 2014 |título=Apresentação |autor=UHE Guilman-Amorim |acessodata=12 de março de 2014}}</ref> Na década de 1970, foi criada a Acesita Energética (mais tarde Aperam Bioenergia), com objetivo de produzir carvão vegetal para suprir às necessidades da usina. Ao final da década de 1980, dispunha de {{fmtn|75200}} hectares em 12 municípios do [[Mesorregião do Vale do Rio Doce|Vale do Rio Doce]], além de mais {{fmtn|156786}} hectares em quatro municípios do [[Vale do Jequitinhonha]] e {{fmtn|20556}} hectares entre o [[Espírito Santo (estado)|Espírito Santo]] e a [[Bahia]].<ref name="FGV">{{citar web|URL=http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/8146/000077063.pdf?sequence=2 |arquivourl=http://www.webcitation.org/6O1T7ihHo |arquivodata=12 de março de 2014 |título=Uma análise do processo de privatização brasileiro, com ênfase no setor siderúrgico |página=17–23 |autor=Ana Cristina Gazolla Braga |data=8 de março de 1996 |publicado=Fundação Getúlio Vargas |acessodata=12 de março de 2014}}</ref>