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O cinismo é uma das filosofias mais marcantes de toda a [[filosofia helenística ]].<ref name="long28">Robert Bracht Branham; Marie-Odile Goulet-Cazé (2000). [http://books.google.com/books?id=ybYGAPqkyh8C ''The Cynics: The Cynic Movement in Antiquity and Its Legacy'']. Universidade da California Press. pp. 28 – 46. ISBN 978-0-520-21645-7.</ref> O cinismo oferecia às pessoas a possibilidade de felicidade e liberdade do sofrimento em uma época de incertezas. Embora nunca tenha havido uma doutrina cínica oficial, os princípios fundamentais do cinismo podem ser resumidos da seguinte forma:<ref name="kidd">Jonathan Ree; J.O. Urmson (2005). [http://books.google.com/books?id=Nq7lGO4Fn4kC&pg=PA91 ''The Concise Encyclopedia of Western Philosophy and Philosophers'']. Routledge. p. 91. ISBN 978-1-134-89779-7.</ref><ref name="long28"/>{{Rp|29}}<ref name="Navia">Luis E. Navia (1996). [http://books.google.com/books?id=khpY2fQaIg0C&pg=PA140 ''Classical Cynicism: A Critical Study'']. Greenwood Publishing Group. p. 140. ISBN 978-0-313-30015-8.</ref>
 
# O objetivo da vida é a ''[[eudaimonia]]'' (felicidade)e clareza ou lucidez (ἁτυφια) - libertação da τύφος (nebulosidade) que significava ignorância, inconsciência, insensatez e presunção.
# A ''eudaimonia'' é alcançada ao se viver de acordo com a ''[[Physis]]'' (a natureza) como entendida pelo ''[[Logos]]'' do ser humano.
# τύφος (a arrogância) é causada por falsos julgamentos de valor, que causam emoções negativas, desejos não naturais e um caráter vicioso.
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