Diferenças entre edições de "Guerra de trincheiras"

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No início do [[século XX]] a maioria dos chefes militares dava uma grande importância à utilização da [[infantaria]] em ataques com baioneta apoiados pela [[cavalaria]] e por peças móveis de [[artilharia]]. Os oficiais [[França|franceses]] eram grandes adeptos desta táctica e, na [[Primeira Guerra Mundial]], enviaram soldados para o campo de batalha sem equipamento adaptado às trincheiras. Diziam que as precauções defensivas eram desnecessárias se fizessem ataques maciços e suficientemente rápidos.
 
Estas tácticastáticas foram postas em causa depois dos exércitos terem sofrido pesadas baixas em ataques contra trincheiras defendidas por metralhadoras. Apesar dos bombardeamentos que se faziam antes dos soldados avançarem, do uso de gás e de lança-chamas, a infantaria fracassou na [[Frente Ocidental (Primeira Guerra Mundial)|Frente Ocidental]] nas batalhas que se travaram em 1915.
 
Só em [[Amiens]], em [[1918]], quando o coronel [[John Fuller]] conseguiu convencer o general [[Henri Rawlinson]] a usar 412 tanques de guerra seguidos por soldados e apoiados por 1000 aviões de combate é que os aliados conseguiram quebrar as defesas dos [[Império Alemão|alemães]] na [[Frente Ocidental (Primeira Guerra Mundial)|Frente Ocidental]].
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