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{{geocoordenadas|22_34_S_17_9_E_type:country_region:NA|17°-29° S, 12°-25° O}}
{{Info/País
|nome_nativo =''Republic of Namibia'' <small>([[Língua inglesa|inglês]])</small><br>''Republiek van Namibië'' <small>([[Língua africâner|africâner]])</small><ref>{{citecitar web |url=http://209.88.21.36/opencms/export/sites/default/grnnet/MLRR/DocArchive/Land-Reform/Communal_Land_Reform_Act_Afrikaans.pdf |titletítulo=Communal Land Reform Act, Afrikaans |publisherpublicado=Government of Namibia |accessdateacessodata=18 Februaryde fevereiro de 2016}}</ref>
|nome_longo_convencional = República da Namíbia
|imagem_bandeira = Flag of Namibia.svg
{{Ver artigo principal|Geografia da Namíbia}}
[[Imagem:Namibia sat.png|thumb|[[Imagem de satélite]] do território do país]]
Com {{formatnum:825615}} [[quilômetros quadrados]],<ref>{{citecitar web|titletítulo=Rank Order – Area|publisherpublicado=CIA World Fact Book|url=https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2147rank.html|accessdateacessodata=12 Aprilde abril de 2008}}</ref> a Namíbia é [[Lista de países e territórios por área |34º maior país do mundo]] (depois da [[Venezuela]]). Encontra-se principalmente entre as latitudes 17 ° e 29 ° S (uma pequena área fica ao norte de 17 °) e longitudes 11 ° e 26 ° E. O país está situado entre os [[deserto]]s do [[Deserto do Namibe|Namibe]]] e [[Kalahari]], sendo a nação com menor [[índice pluviométrico]] da [[África subsariana]].<ref>{{Cite newscitar jornal|titletítulo=Land degradation causes poverty |lastúltimo =Brandt |firstprimeiro =Edgar |newspaperjornal=[[New Era (Namibia)|New Era]] |datedata=21 Septemberde setembro de 2012 |url=http://allafrica.com/stories/201209211357.html}}</ref>
 
A paisagem consiste principalmente de cinco áreas geográficas, cada uma com condições abióticas características e vegetação com alguma variação e sobreposição entre elas: o Planalto Central, o deserto de Namib, a Grande Escarpa, o Bushveld e o deserto de Kalahari. O [[deserto do Namibe]] é uma vasta extensão de planaltos de [[cascalho]] hiper-áridos e [[duna]]s que se estende ao longo de toda costa da Namíbia.<ref name=at1315>Spriggs, A. (2001) {{WWF ecoregion|name=Africa: Namibia|id=at1315}}</ref>
O deserto de Kalahari, uma região árida compartilhada com [[África do Sul]] e [[Botswana]], é uma das características geográficas mais bem conhecidas da Namíbia. O Kalahari, apesar de ser popularmente conhecido como um deserto, tem uma variedade de ambientes, incluindo alguns localizados em áreas verdejantes e tecnicamente não-desérticas. Um deles, conhecido como o Succulent Karoo, é o lar de mais de 5000 espécies de plantas, quase metade delas [[Endemismo|endêmicas]]; aproximadamente 10% das [[suculentas]] do mundo são encontradas no Karoo.<ref>van Jaarsveld 1987, Smith et al 1993</ref> A razão por trás dessa alta produtividade e endemismo pode ser a natureza relativamente estável das chuvas.<ref>Spriggs, A. (2001) {{WWF ecoregion|name=Southern Africa: including parts of Botswana, northeastern Namibia, Zimbabwe, and northern South Africa |id=at0709}}</ref>
 
O costeiro [[deserto da Namíbia]] é um dos desertos mais antigos do mundo. Suas dunas de areia, criadas pelos fortes ventos terrestres, são as mais altas do planeta.<ref>{{citecitar web |url=http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_540.html |titletítulo=NASA – Namibia's Coastal Desert |publisherpublicado=nasa.gov |accessdateacessodata=9 de outubro de 2009}}</ref> Devido à localização do seu litoral - no ponto onde a água fria do [[Oceano Atlântico|Atlântico]] chega à África - muitas vezes há [[nevoeiro]] extremamente denso.<ref>{{citecitar web |url=http://www.geographia.com/namibia/ |titletítulo=An Introduction to Namibia |publisherpublicado=geographia.com |accessdateacessodata=9 de outubro de 2009}}</ref> A Namíbia tem ricos recursos marinhos e costeiros que permanecem largamente inexplorados.
<ref name=Sparks>{{citecitar journalperiódico|url=http://afraf.oxfordjournals.org/cgi/pdf_extract/83/333/477 |titletítulo=Namibia's Coastal and Marine Development Potential |volume=83 |issue=333|pagepágina=477 |journalperiódico=African Affairs|lastúltimo =Sparks|firstprimeiro =Donald L.}}</ref>
 
=== Clima ===
 
A Namíbia tem um clima classificado como sub-úmido (média de chuvas acima dos 500 milímetros/ano), [[Clima semiárido|semiárido]] (entre 300 e 500 mm) e [[Clima árido|árido]] (150-300 mm), até os planaltos costeiros hiperáridos, com média de menos de 100 milímetros. As temperaturas máximas são limitadas pela altitude total de toda a região: apenas no extremo sul, em Warmbad por exemplo, as médias registradas são de 40° C.<ref>"Paper and digital Climate Section". Namibia Meteorological Services</ref> Normalmente, zonas sub-tropicais de alta pressão, com céu claro frequentes, oferecem mais de 300 dias de sol por ano ao país. O inverno (junho-agosto) é geralmente seco. A estação chuvosa ocorre no verão, sendo um pequeno período de chuvas entre setembro e novembro e um maior entre entre fevereiro e abril.<ref>{{citecitar web |publisherpublicado=Real Namibia |titletítulo=The Rainy Season |url=http://www.realnamibia.com/rn_028rainyseason.htm |accessdateacessodata=28 de julho de 2010}}</ref> A [[umidade]] é baixa e a precipitação média varia de quase zero no deserto costeiro a mais de 600 mm na [[Faixa de Caprivi]]. A precipitação é altamente variável, no entanto, [[seca]]s são comuns.<ref name="EBClimate">{{citecitar web |titletítulo=Namibia |url=http://www.britannica.com/EBchecked/topic/402283/Namibia/43996 |workobra=[[Encyclopædia Britannica]] |accessdateacessodata=28 de julho de 2010}}</ref> A última, com precipitações muito abaixo da média anual, ocorreu no verão de 2006/07.<ref name="Olszewski1">{{Cite newscitar jornal|lastúltimo =Olszewski |firstprimeiro =John |newspaperjornal=[[Namibia Economist]] |titletítulo=Climate change forces us to recognise new normals |url=http://www.economist.com.na/index.php?option=com_content&view=article&catid=531:weather&id=14308:climate-change-forces-us-to-recognise-new-normals&Itemid=54 |archiveurlarquivourl=http://web.archive.org/web/20110513062850/http://www.economist.com.na/index.php?option=com_content&view=article&catid=531:weather&id=14308:climate-change-forces-us-to-recognise-new-normals&Itemid=54 |archivedatearquivodata=13 de maio de 2011 |datedata=13 de maio de 2009}}</ref>
 
O clima na zona costeira é dominado pelo frio, sendo que a [[Corrente de Benguela]] no Oceano Atlântico traz baixa precipitação (50 mm por ano ou menos), denso nevoeiro frequente e temperaturas em geral mais baixas do que no resto do país.<ref name="EBClimate"/> No inverno, ocasionalmente, ocorre uma condição conhecida como ''Bergwind'' ([[Língua alemã|alemão]]: brisa de montanha) ou ''Oosweer'' ([[Língua africâner|africâner]]: tempo leste), um vento quente e seco que sopra do interior para o litoral. Como a área atrás da costa é um deserto, estes ventos podem evoluir para [[tempestades de areia]], sendo que depósitos de areia no Oceano Atlântico são visíveis em imagens de satélite.<ref name="Olszewski2">{{Cite newscitar jornal|lastúltimo =Olszewski |firstprimeiro =John |newspaperjornal=Namibia Economist |titletítulo=Understanding Weather – not predicting it |url=http://www.economist.com.na/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=575&Itemid=54&limitstart=5 |archiveurlarquivourl=http://web.archive.org/web/20101207061033/http://www.economist.com.na/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=575&Itemid=54&limitstart=5 |archivedatearquivodata=7 de dezembro de 2010 |datedata=25 de junho de 2010}}</ref>
 
Por ser o país mais seco em [[África subsariana]], a Namíbia depende, em grande parte, de [[Lençol freático|águas subterrâneas]]. Com uma precipitação média de cerca de 350 milímetros por ano, a maior precipitação ocorre na Faiza do Caprivi no nordeste (cerca de 600 mm por ano) e diminui em direção oeste e sudoeste, até tão pouco quanto 50 mm anuais, ou menos, no litoral. Os únicos rios perenes são encontrados nas fronteiras nacionais com África do Sul, [[Angola]] e [[Zâmbia]] e na fronteira com [[Botswana]], no Caprivi. No interior, as águas superficiais país estão disponíveis apenas nos meses do verão, quando os rios [[inundação|inundam]] após chuvas excepcionais. Caso contrário, a água de superfície é restrita a algumas grandes [[Barragem|barragens]] de retenção e represamento. Assim, quando as pessoas não vivem perto de rios perenes ou fazem uso das barragens de armazenamento, elas dependem de águas subterrâneas para prover suas necessidades hídricas.<ref>[http://www.iwrm-namibia.info.na/iwrm/fundaments-in-iwrm/groundwater-in-namibia/index.php Groundwater in Namibia]. iwrm-namibia.info.na</ref>
[[Imagem:Namibia pyramid.jpg|thumb|[[Pirâmide etária]] da Namíbia]]
[[Imagem:Herero_women.jpg|thumb|Mulheres [[hererós]]]]
A Namíbia tem a segunda menor [[densidade populacional]] em relação a qualquer outro país soberano, atrás apenas da [[Mongólia]].<ref name=unpop>{{cite journalcitar periódico| url=http://www.un.org/esa/population/publications/wpp2008/wpp2008_text_tables.pdf | titletítulo=World Population Prospects, Table A.1| version=2008 revision | formatformato=PDF | publisherpublicado=United Nations |autor author=Department of Economic and Social Affairs Population Division | yearano=2009 | accessdateacessodata=12 de março de 2009}}</ref> A maioria da população é de origem de falantes da [[língua bantu]] (na maior parte da etnia [[ovambo]], que constitui cerca de metade da população) que residem principalmente no norte do país, embora muitos estão agora residente em cidades por toda a Namíbia. Outros grupos étnicos são as pessoas [[hereró]] e [[himba]], que falam uma língua semelhante, além dos [[damaras]] e [[Povo nama|namas]].
 
Além da maioria bantu, existem grandes grupos [[khoisan]] (como nama e [[Povo san|san]]), que são descendentes dos habitantes originais da [[África Austral]]. O país também contém alguns descendentes de refugiados de [[Angola]]. Há também dois pequenos grupos de pessoas com origens raciais diversas, chamados "mestiços" e "basters", que juntos compõem 8%. Há uma grande minoria [[Chineses|chinesa]] na Namíbia.<ref>{{citecitar web|url=http://www.migrationinformation.org/Feature/display.cfm?id=690 |titletítulo=China and Africa: Stronger Economic Ties Mean More Migration |authorautor =Malia Politzer |publisherpublicado=Migration Information Source |datedata=Agosto de 2008 |accessdateacessodata=10 de setembro de 2013}}</ref>
 
[[Brancos]] (principalmente de origem [[Alemães|alemã]], [[Africâneres|africâner]], [[Britânicos|britânica]] e [[Portugueses|portuguesa]]) constituem cerca de 7% da população. Embora a percentagem de brancos entre a população esteja diminuindo devido à [[emigração]], eles ainda formam a segunda maior população de ascendência [[Europa|europeia]], tanto em termos de percentagem quanto em números reais, da África subsariana, depois que da [[África do Sul]].<ref name=CIA>{{citecitar web|authorautor =Central Intelligence Agency |authorlinkautorlink =CIA |workobra=[[The World Factbook]]|titletítulo=Namibia |url=https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/wa.html |yearano=2009|accessdateacessodata=23 de janeiro de 2010}}</ref> A maioria dos brancos da Namíbia e quase todos os mestiços falam [[Língua africâner|africâner]] e compartilham origens, cultura e religião semelhantes como as das populações brancas e negras da África do Sul. Uma pequena proporção de brancos (cerca de 30 mil) encontram as suas origens familiares diretamente nos primeiros colonos alemães e mantém instituições culturais e educacionais alemãs. Quase todos os colonos portugueses chegaram ao país da ex-[[Império Português|colônia português]] de [[África Ocidental Portuguesa |Angola]].<ref>{{citecitar newsjornal|url=http://www.economist.com/world/mideast-africa/displayStory.cfm?story_id=12079340 |titletítulo=Flight from Angola |workobra=The Economist |datedata=16 Augustde agosto de 1975 |accessdateacessodata=10 de setembro de 2013}}</ref> O censo de 1960 relatou 526.004 pessoas no que era o então [[Sudoeste Africano]], incluindo 73.464 brancos (14%).<ref>{{Cite bookcitar livro|authorautor =Singh, Lalita Prasad |title título= The United Nations and Namibia |publisherpublicado=East African Publishing House |year ano= 1980}}</ref>
 
=== Línguas ===
{{Ver artigo principal|Línguas da Namíbia}}
Desde 1991, o [[Língua inglesa|inglês]] é a única [[língua oficial]], embora apenas cerca de 3% da população fale o idioma como [[língua materna]]. A sua aplicação é focada na função pública e na educação.<ref name=kriger>{{cite bookcitar livro|last1último1 =Kriger |first1primeiro1 =Robert & Ethel |titletítulo=Afrikaans Literature: Recollection, Redefinition, Restitution. |datedata=1996 |publisherpublicado=Rodopi Bv Editions |isbn=9042000511 |pagespáginas=66–67}}</ref>
 
Até 1990, o [[Língua alemã|alemão]] e [[Língua africâner|africâner]] também eram línguas oficiais. Muito antes da independência da Namíbia da África do Sul, a [[Organização do Povo do Sudoeste Africano]] (SWAPO) defendia que o país devia se tornar oficialmente monolingue, em contraste com a de sua vizinha África do Sul, que concedeu a todas as suas 11 principais línguas o estatuto oficial, o que era visto como "uma política deliberada de fragmentação etnolinguística."<ref>Pütz, Martin (1995) "Official Monolingualism in Africa: A sociolinguistic assessment of linguistic and cultural pluralism in Africa", p. 155 in ''Discrimination through language in Africa? Perspectives on the Namibian Experience''. Mouton de Gruyter. Berlin, ISBN 311014817X</ref> Por conseguinte, SWAPO instituiu o inglês como a única língua oficial da Namíbia. Algumas outras linguagens têm recebido um reconhecimento semi-oficial, por serem permitidas como meio de instrução nas [[Ensino primário|escolas primárias]]. Espera-se que as escolas privadas sigam a mesma política que escolas públicas, sendo o "idioma Inglês" uma disciplina obrigatória.<ref name=kriger/>
 
Metade de todos os namibianos falam [[oshiwambo]] como sua primeira língua, ao passo que a língua mais amplamente entendida e falada é o africâner. Entre a geração mais jovem, o inglês está rapidamente ganhando espaço.<ref name=namitour>{{citecitar web|titletítulo=Namibia's People |url=http://www.namibiatourism.com.na/uploadedFiles/NamibiaTourism/Global/Downloads_Modules/NA_Press_Kit/Namibia_People.pdf |publisherpublicado=Namibia Tourism |accessdateacessodata=10 de setembro de 2013}}</ref> O africâner e o inglês são usados ​​principalmente como segunda língua, reservados para comunicação pública, mas pequenos grupos os usam como primeira língua em todo o país. O [[Língua portuguesa|português]] foi adicionado como uma segunda língua ensinada nas escolas.
 
Segundo o censo de 2011, as línguas mais comuns são oshiwambo (a língua mais falada por 49% dos agregados familiares), [[Língua nama |nama/damara]] (11,3%), africâner (10,4%), kavango (9%) e [[Língua hereró |hereró]] (9%).<ref name=snapshot>{{cite newscitar jornal|url=http://allafrica.com/stories/201303280355.html?page=2 |titletítulo=Census gives snapshot of Namibia's population |lastúltimo =Duddy |firstprimeiro =Jo Maré |datedata=28 de março de 2013 |newspaperjornal=[[The Namibian]]}}</ref><ref name=census2011>{{citecitar web|titletítulo=Namibia 2011 – Population and Housing Census Main Report|url=http://www.nsa.org.na/files/downloads/Namibia%202011%20Population%20and%20Housing%20Census%20Main%20Report.pdf|publisherpublicado=Namibia Statistics Agency|accessdateacessodata=10 de setembro de 2013}}</ref>
{{bar box
|titulo = [[Religião na Namíbia]]<ref name=CIA>{{Citar web|publicado = Agência Central de Inteligência (CIA) | autor = [[The World Factbook]] | titulo = Namibia |url = https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/wa.html |ano = 2009 | acessodata = 23 de janeiro de 2010 }}</ref>
}}
 
Embora a língua oficial seja o inglês, a maioria da população branca fala alemão ou africâner. Ainda hoje, após o fim da era colonial alemã, a [[língua alemã]] desempenha um papel de liderança como uma linguagem comercial. Enquanto o africâner é falado por 60% da comunidade branca, o alemão é falado por 32%, o inglês por 7% e o português de 1%.<ref name="CIA"/> A proximidade geográfica com Angola explica o número relativamente elevado de falantes de português; estimativas de 2011, apontavam que existiam mais de 100 mil lusófonos no país, ou seja cerca 4-5% da população total.<ref>{{Citecitar newsjornal|firstprimeiro =Catherine|lastúltimo =Sasman|datedata=15 Augustde agosto de 2011|url=http://www.namibian.com.na/index.php?id=28&tx_ttnews%5Btt_news%5D=85817&no_cache=1|titletítulo=Portuguese to be introduced in schools|periodical=The Namibian|accessdateacessodata=24 de junho de 2012}}</ref>
 
=== Religião ===
O trabalho missionário durante os anos 1800 atraiu muitos namibianos ao cristianismo. Embora a maioria dos cristãos do país sejam luteranos, também há [[Catolicismo romano|católicos]], [[Metodismo|metodista]], [[Anglicanismo|anglicana]], [[Igreja Reformada Neerlandesa |neerlandeses reformados]], os cristãos da [[Renânia]] e [[mórmons]] ([[Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias]]).
 
O país é o lar de uma pequena comunidade [[Judaísmo|judaica]] de cerca de 100 membros.<ref name="jewishvirtuallibrary1">{{citecitar web|url=http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/vjw/namibia.html |titletítulo=Namibia: Virtual Jewish History Tour |publisherpublicado=Jewishvirtuallibrary.org |datedata= |accessdateacessodata=1 de agosto de 2013}}</ref>
 
=== Cidades mais populosas ===
=== Forças armadas ===
 
A Namíbia não possui nenhum inimigo, mas consistentemente gasta mais em percentagem do PIB com suas forças armadas que todos os seus vizinhos, exceto a Angola. A despesa militar aumentou de 2,7% do PIB em 2000 para 3,7% em 2009. Entre 2006 e 2008, a Namíbia passou a ser um dos principais importadores de armas na África Subsaariana.<ref name=flying>{{cite newscitar jornal|titletítulo=Flying high |lastúltimo =Hopwood |firstprimeiro =Graham |datedata=Februaryfevereiro de 2012 |workobra=[[insight Namibia]]}}</ref> A constituição da Namíbia definiu o papel dos militares como de "defesa do território e dos interesses nacionais". O país formou a [[Força de Defesa da Namíbia]] (FDN) em 1990, ano de sua independência.
 
O Grupo de Assistência Transitória das Nações Unidas (UNTAG), através do batalhão de infantaria queniana, permaneceu na Namíbia por três meses após a independência para ajudar a treinar as forças armadas e estabilizar o norte. De acordo com o Ministério da Defesa da Namíbia, o número de alistamentos de homens e mulheres não supera os 7.500 por ano.
* [[África]]
* [[Küchendeutsch]]
* [[Lista de países|Lista de países]]
* [[Missões diplomáticas da Namíbia]]
 
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