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Ptolemeu XII deixou como sucessores dois filhos: Ptolemeu&nbsp;XIII e {{lknb|Cleópatra|VII}}, que deveriam reinar juntos. Ptolemeu&nbsp;XIII tinha dez anos de idade, e sua irmã e co-regente Cleópatra&nbsp;VII, tinha dezessete, e eles se casaram. Eles reinaram conjuntamente por quatro anos e continuariam reinando para sempre, se não fosse pela ambição de Ptolemeu&nbsp;XIII, que tentou tomar o poder absoluto, contrariando o desejo do pai.<ref name=eus60/>
 
Os seus tutores, [[Potino]] e Aquilas[[Áquila (general)|Áquila]], não aprovavam a regência de Cleópatra pelo que instigaram uma revolta contra esta, que acabou por fugir do Egipto, fixando-se na [[Síria]] no ano {{AC|48|n}}, onde reuniu um exército para combater o irmão. Ptolomeu XIII mandou assassinar [[Pompeu]], rival de [[Júlio César]] na guerra civil, na esperança de obter a simpatia deste, num intento que se revelou fracassado.
 
Júlio César, convertido em amante da sua irmã, restaurou o poder de Cleópatra, altura em que se dá o casamento entre os irmãos. Ptolomeu&nbsp;XIII morreu em uma batalha naval contra Júlio César, que chegou para ajudar Cleópatra, afogado no [[rio Nilo]] em {{AC|47|n}} Após a morte de Ptolomeu&nbsp;XIII, por desejo de César, {{lknb|Ptolemeu|XIV}} foi proclamado Faraó e co-governante com Cleópatra.<ref name=eus60/>