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Entre os principais problemas discutidos nessa época estão a relação entre fé e razão, a existência e unidade de Deus, o objeto da teologia e da metafísica, os problemas do conhecimento, dos [[Universal (conceito)|universais]] e da individualização.
 
Entre os filósofos medievais do ocidente, merecem destaque [[Agostinho de Hipona]], [[Boécio]], [[Anselmo de Cantuária]], [[Pedro Abelardo]], [[Roger Bacon]], [[Boaventura de Bagnoregio]], [[Tomás de Aquino]], [[João Duns Escoto]], [[Guilherme de Ockham]], [[Hugo de São Vitor]], [[Mestre Eckhart]] e [[Raimundo Lúlio]]; no oriente os bizantinos [[Prisco de Pânio]], [[Leão, o Matemático]] e [[Miguel Pselo]]; na civilização islâmica, [[Avicena]], [[Averróis|Averrois]], [[Avempace]], [[Al-Farabi|Alfarábi]], [[Al-Kindi]] e [[Al-Ghazali|Ghazali]]; entre os judeus, [[Moisés Maimônides]] (''ver: [[Filosofia judaica]]'').
 
Tomás de Aquino (1225-1274), fundador do [[tomismo]], exerceu influência inigualável na filosofia e na teologia medievais. Em sua obra, ele deu grande importância à razão e à argumentação, e procurou elaborar uma síntese entre a doutrina cristã e a filosofia aristotélica. A filosofia de Tomás de Aquino representou uma reorientação significativa do pensamento filosófico medieval, até então muito influenciado pelo neoplatonismo e sua reinterpretação agostiniana.
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