Diferenças entre edições de "Aracy Pedrozo"

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Aos 12 anos, Aracy começou a atuar em [[radionovela]]s, tais como “Ciúme”, “Onde está meu filho”, “Um lírio na tormenta”, “Os sonhos morrem no asfalto”, “O mistério do castelo de Cliff”, “Sete pecados mortais”, “Algemas de sangue”, “Fúria cigana”, “Só pelo amor vale a vida”, “O jardim das folhas mortas”, entre outras. Na época, eram transmitidas 5 novelas ao dia,nos horários das 10, 12, 14, 16 e 20 horas, com elenco que possuía vários atores conhecidos da região paranaense, tais como Boris Musialowski, Lurdes Bergman, Dora Ely, Sileide Costa, Edson D'Avila, Delcy D'Avila, Rubens Rollo, Sinval Martins, Roberto Menghine, [[Odelair Rodrigues]], Maria Cristina, Gina Graça, Elaine Graça, Dacio Leonel, Homero Ferro, Arilda Ribas, Manoel Muzillo, José Basso, Amilton Correia, Rogerio Delé, Cícero Gomes, Zilda Rabello, Iara Regina, Iara Vilar, Iza Machado, Vander Machado, Felix Miranda, Ilka Pinheiro, Diana Maclobe, Chacon Júnior, Julio Pires, Cordeiro Junior, Hugo Duarte. Na equipe técnica, tais novelas contavam com o [[contrarregra]] Rogerio Camargo, o [[Sonoplastia|sonoplasta]] Edeson Luiz, além de Rolf Mario, Edegar Potier, Anni, Luiz Nivaldo Maciel e o diretor Ivo Ferro.
 
Aos 14 anos, Aracy iniciou sua carreira teatral, e estreou no [[Teatro Guaíra]] com a peça “Eles não usam Black Tie”, ao lado de [[Lala Schneider]], Joel de Oliveira, Aristeu Bergman, Rosinha Azevedo. Ainda durante a carreira teatral, atuou ao lado de atores como [[Ary Fontoura]] e Rene Dotti. Após sua estréia no palco, foi convidada pelo diretor Roberto Menghine para trabalhar na Televisão, e começaram a ser produzidas as “Histórias que a vida conta”, em que o telespectador mandava uma carta, contando uma historia verídica, enquanto Paulo de Avelar, Valêncio Xavier e Mauricio Tavóra adaptavam para a TV. As Historias que a vida conta eram apresentadas por Alceu Honório, e Aracy atuou em várias dessas histórias. Além das novelas, Aracy atuou também em uma minissérie, “Dona Jandira em busca da felicidade”, ao lado de [[Odelair Rodrigues]], [[Nicette Bruno]], [[Eleonor Bruno]], [[Paulo Goulart]]. Entre as novelas em que atuou, contam “A Escrava Isaura” (estreou em 29 de maio de 1965)<ref>Diário do Paraná, 29 de maio de 1965, Hemeroteca Digital, BN</ref>, “[[O Direito de Nascer (1966)|O Direito de Nascer]]” (1966), “[[Vida Roubada (1967)|Vida Roubada]]” (1967)<ref name="diariomarço">Diário do Paraná, 10 de março de 1967, Hemeroteca Digital, BN</ref>, “[[Estranha Melodia]]” (1966)<ref>Diário do Paraná, 20 de janeiro de 1967, Hemeroteca Digital, BN</ref>, “Maria Bueno”, “A próxima vítima”, “A mulher que veio de longe”, “Antonio Maria”, “Redenção”, entre outras. Muitas dessas novelas seguiam as novelas produzidas pela [[TV Tupi São Paulo]] e [[TV Rio]], mas eram feitas pela [[CNT Curitiba|TV Paraná Canal 6]], com atores locais, como é o caso de “[[O Direito de Nascer (1966)|O Direito de Nascer]]”. Durante a veiculação das novelas, havia uma grande estratégia de marketing acompanhando a transmissão, com várias cenas externas em que a população da cidade era convidada a participar, como por exemplo em “O Direito de Nascer”, a cena do casamento de Izabel Cristina, interpretada por Aracy Pedrozo, e Albertinho Limonta foi gravada na Capela do Colégio Cajuru, e a população curitibana foi convidada para participar e assistir a filmagem.<ref>Diário do Paraná, 07 de setembro de 1966, Hemeroteca Digital, BN</ref> Eram feitos frequentemente passeios pelas ruas da cidade, em que a população entrava em contacto com o elenco das novelas.<ref>O Diáro do Paraná, 15 de novembro de 1966, Hemeroteca Digital, BN</ref> Havia outras estratégias de marketing, por exemplo antes da novela “O Direito de Nascer”, o Canal 6 lançou um concurso em janeiro de 1965, para que o público adivinhasse quem seriam os atores que interpretariam a Isabel Cristina e o Albertinho Limonta na novela paranaense; o prêmio seria uma viagem ao Rio de Janeiro para duas pessoas, para ver o Carnaval de 1966. As ganhadoras, anunciadas pelo Diário do Paraná em 4 de janeiro de 1966, foram Maria do Rocio Paschoalino e Mariana J. Hecke.<ref>Diário do Paraná, 4 de jane 1966, Hemeroteca Digital, BN</ref>
 
Concomitante à atuação na televisão, Aracy atuava no teatro, aos domingos. No Teatro Guaíra atuou em peças como “Madame Butterfly”, “O morro dos ventos uivantes”, “O céu uniu dois corações”, entre outras. Nas novelas, atuou ao lado de atores como Airton Muller, Claudete Baroni, Jane Martins, Joel de Oliveira Aristeu Bergman, Rosinha Azevedo, Marly Terezinha, Luiz Arnaldo, Alceu Honório, Tita Menghine, Gilda Eliza, [[Paulo Goulart]], [[Nicette Bruno]], [[Eleonor Bruno]], [[Mário Schoemberger]]. Outras peças em que atuou foram “Dom Caitano entrou pelo cano”, “Oração para uma negra”, “Negra de maloca”, “A próxima vítima” (que também foi transformada em novela), “Dona Patinha vai ser miss”, “Os astronautas”. A última peça em que Aracy atuou foi em 1986, “A Peladinha”, ao lado de [[Mário Schoemberger]], Luiz Mello, Gilda Eliza, Marilena Passos, [[Odelair Rodrigues]] e René Dotti, sob direção de Jose Basso, no Teatro José Maria Santos.
 
Além da vasta carreira na televisão e no teatro, Aracy fez comerciais desde os 8 anos de idade, para várias lojas e marcas da região.
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