Diferenças entre edições de "História de Israel"

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A segunda e última rebelião contra os romanos foi a [[Revolta de Bar Kochba]]. A revolta foi esmagada pelo imperador [[Adriano]] em 135 e os judeus sobreviventes foram feitos escravos e expulsos de sua terra.
 
Durante os dois mil anos de duração do Êxodo, a presença judaica em Jerusalém e seu entorno foi constante, embora diminuta. No mesmo ano de 135, Adriano renomeou a ''Província Judaea'' para ''Província Siria Palaestina'', um nome grego derivado de "FilistéiaFilisteia" (Em [[Hebraicolíngua hebraica|hebraico]], ''פלשת'', em [[Gregolíngua grega antiga|grego antigo]], ''Pəléšeṯ'') como tentativa de desligar a terra de seu passado judaico. A ''[[Mishná]]'' e o [[Talmude]] ''Yerushalmi'' (dois dos textos sagrados judaicos mais importantes) foram escritos na região neste período. Depois dos romanos os [[bizantino]]s e finalmente os [[muçulmanos]] conquistaram a Palestina em 638. A área do [[Levante (Mediterrâneo)|Levante]] foi controlada por diferentes estados muçulmanos ao longo dos séculos (à exceção do controle dos cristãos cruzados) até fazer parte do [[Império Otomano]], entre [[1517]] e [[1917]].
 
=== O Exílio E As Perseguições Antijudaicas ===
Intigados pela propaganda árabe, a população muçulmana local e com a ajuda da polícia deu início a uma série de perseguições. Em [[1947]] 82 judeus foram mortos e centenas de residências e casas comerciais destruidas.
 
No ano seguinte, um boato de que duas meninas haviam sido mortas por judeus em um ato religioso provocou uma nova onda de [[pogrom]]s. Com isso, a situação econômica dos judeus do Iêmen se deteriorou e a ''American Joint Distribution Committee'' resolveu transportar toda a comunidade judaica daquele país para Israel. Entre junho de [[1949]] e setembro de [[1950]] cerca de 50 mil judeus iemenitas foram retirados em vôosvoos secretos. Tentativas de sabotagem e ataques da aviação egipcia tornavam as viagens arriscadas. Entretanto, nenhum dos 380 vôosvoos da ''Operação Tapete Mágico'' foi mal sucedido.
 
Até oao fim de [[1951]] desembarcaram em Israel 37 mil judeus da [[Bulgária]], 30 mil da [[Líbia]] e 118.940 da [[Romênia]].
 
Um total de 121.512 judeus iraquianos foram resgatados pela ''Operação Esdras e Nehemias''. No total, o número de judeus resgatados nos primeiros anos de existência de Israel foi de 684.201, mais do que toda a população judaica de Israel em 1948. Dois terços destes imigrantes foram instalados em pequenos núcleos urbanos no interior. 35.700 em [[moshav]]im recentemente criados e 16.000 em [[kibbutz]]im.
 
Entre [[1952]] e [[1954]], o número total de imigrantes foi de 51.463. Em [[1955]], iniciou-se uma nova onda de imigração. Até [[1957]] chegariam ao país 162.308 novos moradores, em sua maioria do [[Marrocos]], da [[Tunísia]] e da [[Polônia]].
 
=== O caso de [[Entebe]] ===
Em [[27 de junho]] de [[1976]] um grupo terrorista seqüestrasequestra o vôo AF 139, da [[voo Air France 139]], que seguiriaseguia de Tel Aviv para [[Paris]] com escala em [[Atenas]]. O avião foi desviado até [[Entebbe]], emno [[Uganda]]. Os terroristas pertenciam ao grupo alemão ''[[Baader-Meinhof]]'', e exigiam a libertação de 53 terroristas presos em cadeias de vários países. Os reféns não-judeus são libertados no dia 30.
 
O gabinete Rabin convocou os serviços de inteligência do país para a elaboração de uma operação de resgate. Uganda, sob o domínio do ditador [[Idi Amin Dada]], era um país hostil desde que Israel se recusara a vender caças ''Phantom'', que sabidamente seriam usados em operações militares contra o [[Quênia]] e a [[Tanzânia]]. Em [[1972]] Amin Dada expulsou todos os judeus de Uganda como retaliação. A operação secreta, inicialmente batizada como "Operação Thunderball", é colocada em prática. No dia [[3 de julho]], homens da Brigada Golani desembarcam em Entebe, invadem a aeronave e executam os terroristas. Imediatamente, soldados ugandenses começam a atirar nos homens da Brigada Golani, o que provoca a reação dos soldados. Onze jatos MIG de Uganda são explodidos durante a operação. Toda a operação durou apenas 90 minutos. Yoni Netanyahu, comandante israelense ferido por um ugandense, morre em [[Nairobi]], [[Quênia]]. Além do oficial, três reféns também morreram durante a operação de resgate. Uma quarta refém, a idosa Dorra Bloch, ferida e atendida num hospital de Ugandaugandês, é posteriormente assassinada por ordem do ditador Dada.
 
=== Escândalos e renúncia ===
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