Diferenças entre edições de "Mikhail Bogdanovich Barclay de Tolly"

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== Invasão napoleónica ==
Barclay de Tolly era o ministro do exército quando as forças napoleônicas invadiram a Rússia, dando inicio a campanha de 1812.
 
O alto comando russo adotou ao início da campanha a tática de recuar os exércitos sem dar combate ao inimigo, queimando tudo que lhe pudesse servir de abrigo ou alimento, repetindo a tática utilizada por Pedro, O Grande contra os Suecos na Grande Guerra do Norte.
 
A estratégia adotada sofreu severas críticas por parte de diversos oficiais e membros da nobreza, sendo o General Principe de Bagration seu mais ferrenho opositor.
Pressionado por seus subordinados, Barclay de Tolly se engaja na defesa da cidade de Smolensky, porém não consegue manter a posição, optando pela retirada após o terceiro dia de combate.
 
Pressionado por seus subordinados, Barclay de Tolly se engaja na defesa da cidade de Smolensky, porém não consegue manter a posição, optando pela retirada após o terceiro dia de combate.
 
Durante a retirada os russos destruíram depósitos de suprimentos e pontes, evitando a queda de preciosos recursos em mãos do exército invasor.
 
A derrota na Batalha de Smolensky gerou forte indignação dentre a população russa, que acusava Barclay de Tolly de agir com covardia e lhe lançava suspeitas por conta da sua origem estrangeira dele e de parte de sua oficialidade.
Tal situação levou o Czar Alexandre I a destituí-lo, nomeado ao Principe Aleksey Gorchakov para substituí-lo no ministério; enquanto o veterano Príncipe Mihail de Kutozov retornava para o comando geral do exército.
 
Barclay de Tolly ficou encarregado do 1º Exército, tomando parte na batalha seguinte em Borodino (7 de setembro de 1812), onde comandou com distinção o flanco direito. Após a batalha, esteve presente ao conselho na aldeia de Fili, onde defendeu a opção pela rendição de Moscou, obtendo a concordância de Kutozov.
Tal situação levou o Czar Alexandre I a destituí-lo, nomeado ao PrincipePríncipe Aleksey Gorchakov para substituí-lo no ministério; enquanto o veterano Príncipe MihailMikhail de Kutozov retornava para oao comando geral do exército.
Logo após a evacuação de Moscou, licenciou-se do exército por motivo de saúde.
 
Após ocupar Moscou durante um mês e meio, Napoleão não teve outra alternativa senão ordenar a retirada dos franceses, pois apesar da vitória em campo, perdera na Batalha de Borodino uma significativa parte dos seus efetivos e estava sem provisões que lhe permitissem marchar contra S. Petersburgo ou mesmo manter a praça conquistada.
Barclay de Tolly ficoupermaneceu ainda ligado ao alto comando, encarregado do 1º Exército, tomando parte na batalha seguinte em Borodino (7 de setembro de 1812), onde comandou com distinção o flanco direito. Após a batalha, esteve presente ao conselho na aldeia de Fili, onde defendeu a opção pela rendição de Moscou, obtendo a concordância de Kutozov.
Durante a retirada, Kutuzov empregou táticas de guerrilha para fustigar constantemente os franceses, debilitando ainda mais o exército napoleônico, que já sofria as fadigas decorrentes da falta de víveres e da marcha acelerada sob as baixas temperaturas do outono russo.
 
A tática de “terra arrasada” praticada por Barclay de Tolly e compartilhada por Kutozov, revelou-se êxitosa, levando as forças francesas ao completo colapso ao final da campanha.
Logo após a evacuação de Moscou, licenciou-se do exército por motivo de saúde.
 
Após ocupar Moscou durante um mês e meio, Napoleão não teve outra alternativa senão ordenar a retirada dos franceses, pois apesar da vitória em campo, perdera na Batalha de Borodino uma significativa parte dos seus efetivos e estava sem provisões que lhe permitissem marchar contra S. Petersburgo ou mesmo manter a praça conquistada.
 
Durante a retirada, Kutuzov empregou táticas de guerrilha para fustigar constantemente os franceses, debilitando ainda mais o exército napoleônico, que já sofria as fadigas decorrentes da falta de víveres e da marcha acelerada sob as baixas temperaturas do outono russo.
 
A tática de “terra arrasada” praticada por Barclay de Tolly e compartilhada por Kutozov, revelou-se êxitosaexitosa, levando as forças francesas ao completo colapso ao final da campanha.
 
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== Campanhas no estrangeiro ==
Após a morte de Kutozov (abril de 1813), Barclay de Tolly foi reconduzido pelo Czar ao comando geral do exército dosdo russosrusso durante as campanhas da sexta coalizão (1812-1814), tomando parte nas batalhas de Bautzen e Kulm.
 
Após a decisiva vitória dos coligados na Batalha de Leipzig (outubro de 1813), recebeu do Czar Alexandre I o título de Conde.
 
Durante a invasão áà França, à frente da Guarda Imperial Russa, recebeu a capitulação de Paris em 30 de março de 1814, recebendosendo opromovido bastão deà Marechal de Campo, como recompensa por seus serviços.
 
Retornou à Rússia, passando ao comando do 1º Exército estacionado em Varsóvia em julho de 1814.
 
Após ao voltaretorno de Napoleão I do exílio em Elba (Governo dos Cem Dias), Barclay de Tolly deslocou seu exército novamente para a fronteira do Reno.
 
Servindo novamente como comandante geral do exército russo em 1815, tomou parte na segunda invasão da França, fixando seu quartel-general em Châlons-sur-Marne, sendo agraciado com o título de príncipe, ao final da campanha.
 
Terminada a guerra, retirou-se da vida militar, devido à problemas de saúde, estabelecendo-se em suas propriedades em Jõgeveste (Estônia).
 
Faleceu em 26 de maio de 1818 em Cherniajovsk (Insterburg) na Prussia Oriental, quando encontrava-se em viagem para uma estação de águas em Karlovy Vary (Carlsbad) na Bohemia.
 
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