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:''ḥizb''a''-'llāh(i)'' - acusativo
 
</ref> "[[Partido político|partido]] de [[Alá|Deus]]") é uma organização com atuação [[política]] e [[paramilitar]] [[Fundamentalismo islâmico|fundamentalista islâmica]] [[Xiismo|xiita]] sediada no [[Líbano]].<ref name="HG20Ak02">{{citar web |url=http://www.atimes.com/atimes/Middle_East/HG20Ak02.html |título =Hezbollah's transformation |primeiro =Dahr |ultimo =Jamail |publicado = ''[[Asia Times]]'' |data=20 de julho de 2006 | acessodata = 23-10-2007 }}</ref> É uma força significativa na [[Política do Líbano|política libanesa]], responsável por diversos serviços sociais, além de operar [[escola]]s, [[hospital|hospitais]] e serviços [[Agricultura|agriculturaisagricultura]]is para milhares de xiitas libaneses na divisa com a Síria.<ref name="CFR">{{citar web|url=http://www.cfr.org/publication/9155/hezbollah.html?breadcrumb=%2F |título =Hezbollah (a.k.a. Hizbollah, Hizbu'llah) |publicado =[[Council on Foreign Relations]]|data=13 de setembro de 2008 | acessodata = 15-9-2008 }}</ref><ref>{{Citar web|título = Lebanon's Weed Trade Thrives In Chaos Of Syrian War|URL = http://www.huffingtonpost.com/2013/11/26/lebanon-marijuana_n_4341626.html|obra = The Huffington Post|acessadoem = 2015-09-15}}</ref>
 
É considerado um [[movimento de resistência]] legítimo por grande parte do [[mundo islâmico]] e [[mundo árabe|árabe]].<ref name="HG20Ak02" /> O grupo, no entanto, é considerado uma [[organização terrorista]] pelos [[Estados Unidos]], [[Argentina]]<ref>[http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=852540 Acusan a Irán y la agrupación terrorista Hezbolá de haber perpetrado el atentado contra la AMIA]</ref>, [[Israel]], [[Canadá]] e pelos [[Países Baixos]]. O [[Reino Unido]] colocou a sua ala militar na lista de organizações terroristas banidas no país,<ref name="UKHO">[http://www.homeoffice.gov.uk/security/terrorism-and-the-law/terrorism-act/proscribed-groups British Home office] - lista de grupos terroristas banidos</ref> enquanto a [[Austrália]] considera parte de sua estrutura militar, a Organização de Segurança Externa, uma organização terrorista.<ref name="UK ban">{{citar web|título=UK ban on Hezbollah military arm| publicado=[[BBC News]] |url=http://news.bbc.co.uk/1/hi/uk/7485213.stm |data=7 de fevereiro de 2008|acessodata = 12-12-2008 }}</ref><ref>[http://www.nationalsecurity.gov.au/agd/WWW/nationalsecurity.nsf/Page/What_Governments_are_doing_Listing_of_Terrorism_Organisations_Hizballah_External_Security_Organisation Australian National Security Listing]</ref><ref>[http://www.arabmediawatch.com/amw/CountryBackgrounds/Lebanon/MediaMyths/Hezbollahisaterroristorganisation/tabid/314/Default.aspx arabmediawatch.com]</ref><ref name="ISN_watch">ISN Security Watch (11 de março de 2005). [http://www.isn.ethz.ch/news/sw/details.cfm?id=10923 "EU lawmakers label Hezbollah 'terrorist’ group"]. (visitando em 3 de março de 2007).</ref> Em 2013, a [[União Europeia]] adicionou o braço armado do Hezbollah a lista de organizações que considera como [[Terrorismo islâmico|terroristas]], deixando de fora porém o partido político em si.<ref>{{citar web|URL=http://www.nytimes.com/2013/07/23/world/middleeast/european-union-adds-hezbollah-wing-to-terror-list.html?pagewanted=all&_r=0|título=European Union Adds Military Wing of Hezbollah to List of Terrorist Organizations|publicado=[[The New York Times]]|acessodata=30 de julho de 2013}}</ref>
 
O partido, que começou apenas como uma pequena milícia, já se transformou numa organização que tem assentos no [[parlamento]] libanês, uma [[Rádio (comunicação)|rádio]] e uma [[Al-Manar|estação de televisão via satélite]], além de diversos programas de [[desenvolvimento social]].<ref name="deeb-hzb-a-primer">
{{citar web |título = Hizballah: A Primer | ultimo = Deeb | primeiro =Lara |data=31 de julho de 2006 | publicado= Middle East Report | url=http://www.merip.org/mero/mero073106.html | acessodata = 31-7-2006 }}</ref> O Hizbollah mantém um forte apoio entre a população xiita do Líbano, e conquistou algum apoio entre o resto da população do país, incluindo [[Sunismo|sunitas]], [[drusos]] e [[Cristianismo|cristãos]], na sequência da [[Guerra do Líbano de 2006]],<ref name="Briefing">{{citar web |url=http://www.mideastmonitor.org/issues/0609/0609_6.htm | título = Briefing: Lebanese Public Opinion | data = Setembro-outubroSetembro–outubro de 2006 | acessodata = 8-10-2007 }}</ref> e conseguiu mobilizar protestos de centenas de milhares de pessoas<ref>[http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/4329201.stm "Huge Beirut protest backs Syria."] ''[[BBC News]]''. [[8 de março]] de [[2005]] (visitado em 7 de fevereiro de 2007(.</ref> Juntamente com outros grupos políticos do país, o Hizbollah iniciou os [[protestos políticos do Líbano de 2006-2008]], em oposição ao governo do primeiro-ministro [[Fuad Siniora]].<ref name="Ghattas">{{citar web|url=http://news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/from_our_own_correspondent/6200804.stm|título=Political ferment in Lebanon|primeiro=Kim|ultimo=Ghattas|publicado=[[BBC News]]|data=1 de dezembro de 2006|acessodata=15-8-2008}}</ref> Disputas posteriores envolvendo a manutenção pelo Hizbollah de sua rede de telecomunicações levaram a [[Conflito no Líbano em 2008|disputas]], e militantes da oposição, liderados pelo partido, tomaram o controle de diversos bairros de [[Beirute Ocidental]], anteriormente ocupados por milicianos do [[Movimento do Futuro]], leais a Siniora; as áreas foram entregues então ao [[Exército do Líbano|exército libanês]].<ref name="Haaretz1">{{citar web|título = Lebanese army moves into W. Beirut after Hezbollah takeover |url=http://www.haaretz.com/hasen/spages/981696.html |publicado= ''[[Haaretz]]''|acessodata=10 de maio de 2008 }}</ref> Finalmente, com base no [[Acordo de Doha]], o Hizbollah recebeu o poder de [[veto]] no parlamento libanês; além disto, formou-se um [[Governo libanês de julho de 2008|governo de unidade nacional]], no qual o partido tem um ministro, e controla onze dos trinta assentos existentes.<ref name="CFR"/><ref name="tayyar">[http://www.tayyar.org/Tayyar/UnityGovernmentEN.htm National unity government]</ref>
 
O Hizbollah recebe ajuda financeira do [[Irão|Irã]] e da [[Síria]], além de doações de libaneses e de outros [[Xiismo|xiitas]] pelo mundo.<ref name="irinnews52494">{{citar web | url=http://www.irinnews.org/report.asp?ReportID=52494&SelectRegion=Middle_East | título = LEBANON: The many hands and faces of Hezbollah | autor = UN Office for the Coordination of Humanitarian Affairs |data=29 de março de 2006 | acessodata = 17-8-2006 }}
Desenvolve também uma série de atividades em cinco áreas: ajuda a familiares de [[mártir]]es, [[saúde]], [[educação]] religiosa xiita, reconstrução e [[agricultura]].<ref name="irinnews52494"/>
 
O Hizbollah conta com cinco hospitais, 42 clínicas e duas escolas de enfermagem. Segundo a [[ONU]], ao menos 220 mil pessoas em 130 cidades [[líbano|libanesas]] se tratam nesses locais. O Hizbollah possui 12 escolas com sete mil alunos e setecentos professores e centros culturais [[frança|franceses]] auxiliam no aperfeiçoamento do corpo docente.{{carece de fontes|data=abril de 2017}}
 
Na reconstrução, existe uma instituição exclusiva para reparar danos causados por ataques israelenses, enquanto que na [[agricultura]] engenheiros agrônomos formados em [[Beirute]], na [[Síria]], no Irã e na [[Alemanha]], desenvolvem projetos agrícolas para garantir a base da economia de subsistência do sul do país.
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